Escola Politécnica da USP

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Poli-USP e IPT discutem áreas de colaboração em workshop

Evento realizado no Instituto reuniu 65 profissionais de ambas as instituições para tratar de parcerias nas áreas de ensino, pesquisa e extensão

Professores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) e pesquisadores do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) se reuniram nesta quinta-feira (17/08) no “Workshop Parceria IPT e Poli – Caminhos para a Integração”, realizado no auditório do Núcleo de Bionanomanufatura, no IPT, em São Paulo. Participaram ativamente da discussão 26 docentes da Poli e 39 pesquisadores do IPT. Divididos em grupos de trabalho, eles elaboraram propostas de atuação conjunta nos campos do ensino, da pesquisa e da extensão – as três atividades que integram a missão da Universidade. Na ocasião, também foi assinado um termo de colaboração que representa o marco inicial para as futuras parcerias que surgirão a partir desse primeiro Workshop.

O diretor da Poli-USP, professor José Roberto Castilho Piqueira, destacou que as duas instituições já trabalharam muito próximas, lembrando inclusive que o IPT nasceu dentro da Poli, como um laboratório de ensaios de materiais. “É muito importante que atuemos juntos novamente, afinal, no começo do século XX, a Poli e o IPT tiveram um papel fundamental na construção da cidade de São Paulo e no desenvolvidomento do nosso Estado”, ressaltou. “Num passado recente, tínhamos um grande trânsito de pessoas da Poli para o IPT e vice-versa. Precisamos retomar isso e pensar grande, em parcerias para desenvolver inovações, ter novas ideias, para colocarmos as duas instituições numa posição de protagonismo na geração de tecnologia brasileira”, acrescentou.

Ele recomendou aos grupos de trabalho pensar em áreas de cooperação bem mais amplas do que oferta de bolsas para estudantes da Poli integrarem projetos de pesquisa do IPT ou o inverso, pois esse tipo de parceria já existe entre as instituições. “Vamos trabalhar em cooperação que gere novas oportunidades de inovações, de formação de alunos etc”, concluiu.

Após dar as boas vindas aos participantes, o diretor presidente do IPT, e também professor da Poli, Fernando José Gomes Landgraf, apresentou um projeto do IPT encaminhado recentemente para a Fapesp e que pode abrir um campo bastante amplo de trabalho conjunto com a Poli. Trata-se da constituição de um polo de pesquisa em Transformação Digital, cujo foco são projetos em manufatura avançada e cidades inteligentes e sustentáveis. “Nossa missão é ajudar a aumentar a competitividade das empresas e a melhorar a qualidade de vida da população, daí nossa proposta encaminhada para a Fundação de criar esse polo, que teria como instituições âncora o IPT e a USP”, disse. “A parceria IPT-Poli deve ser maior do que um projeto de pesquisa, precisamos causar impacto maior do que o fazemos hoje e, juntos, temos melhores condições de fazê-lo”, afirmou.

Propostas – Entre as propostas apresentadas pelos grupos que devem integrar o documento final com as sugestões estão a oferta de estágios para alunos da Poli no IPT, o aumento das visitas dos estudantes aos laboratórios do instituto, a possibilidade de pesquisadores do IPT darem aulas especiais para os alunos da USP e a apresentação de projetos de pesquisa conjuntos para agências reguladoras como a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), por exemplo. Da compilação das sugestões, IPT e Poli vão decidir quais, de fato, serão colocadas em prática num primeiro momento, e discutirão as formas e mecanismos para fazê-lo.

Ao final do workshop, Landgraf e o professor do Departamento de Engenharia de Produção da Poli, Mauro Zilbovicius, que está colaborando com a Diretoria da Escola no âmbito dessa iniciativa, fizeram um balanço positivo. “Conversei com todos os grupos e vi que surgiram propostas realmente muito interessantes”, ressaltou Landgraf.

Para Zilbovicius, foi importante aparecerem ideias que não requerem uso de recursos, já que as universidades públicas e instituições de pesquisa vivem um momento de restrição de recursos por conta da crise econômica. “Precisamos de um planejamento de curto prazo que tragam alguns resultados rápidos, de modo que as pessoas envolvidas percebam isso e se engajem mais”, apontou. “Dessa forma, quando tivermos um período com recursos disponíveis, já estaremos articulados para elaborar e executar conjuntamente os projetos que necessitem de aportes financeiros”, finalizou. 

Confira as fotos do dia aqui.

 

ThundeRatz recebe 7 troféus na maior competição de robótica da América Latina

A equipe de robótica da Escola Politécnica da USP, ThundeRatz, conquistou sete troféus na competição do Winter Challenge XIII, realizada em julho deste ano, em São Caetano do Sul. O grupo de extensão do Departamento de Engenharia Mecatrônica levou mais de 60 membros e 17 projetos, e foi campeão da categoria de Sumô Radio Controlado 3kg com o robô StoneHenge, e com isso foi convidada a participar do mundial desta categoria que acontece em dezembro no Japão.

A equipe também conquistou troféus nas categorias Combate (27,2kg; 13,6kg e 500g), Hockey e Sumô (500g). Esta foi a 13ª Edição da competição promovida pela Robocore, e reuniu mais de 1000 competidores de diversos lugares do Brasil e de outros países. “Foi a edição em que conseguimos o segundo melhor resultado da equipe em número de troféus, participamos com o maior número de membros da equipe e, pela terceira vez consecutiva, fomos a equipe com maior destaque na competição”, destaca Gabriel Asnar, estudante de engenharia elétrica e capitão geral da ThundeRatz.

O estudante relata que a equipe levou novos projetos à competição, com o apoio de empresas. “Para essa competição, nós estreamos um novo robô da categoria Combate FeatherWeight (13,6kg), o projeto foi apoiado pelo Amigos da Poli e chegou na segunda colocação. Estreamos também um novo robô da categoria BeetleWeight (1,5kg), e um robô da categoria Trekking, que inovou com um sistema de rede neural para reconhecimento de imagem, apoiado pela Nvidia e LeddarTech. Nossos principais apoiadores são Amigos do Poli, Micropress, OSG e DVPRO”.

As próximas competições que a ThundeRatz participará serão o Salão da Robótica, em Curitiba, no final do mês de agosto, uma competição internacional na China, no mês de novembro, além do mundial do Japão, que acontecerá no mês de dezembro.

 

Para valorizar sua história, Escola Politécnica cria “Dia da Poli”

Portaria oficializa comemorações realizadas na data de fundação da Escola

A partir deste ano de 2017, a Escola Politécnica da USP passa a comemorar o “Dia da Poli” em todo dia 24 de agosto. A data marca a criação da tradicional escola de engenharia, que em 1893 foi oficializada pela publicação da lei nº 191, da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Após 124 anos, os docentes da Escola acreditam que a ação é um importante passo para que os alunos conheçam com mais detalhes a história e entendam os impactos das atividades de ensino e pesquisa executadas pela instituição no desenvolvimento tecnológico da cidade de São Paulo, do Estado e do País.

A vice-diretora da Poli-USP, professora Liedi Légi Bariani Bernucci, enfatiza que “entender a história da Escola é entender também a nossa missão”. A docente, que se formou no curso de Engenharia Civil em 1981, explica que este tipo de ação não é uma questão de cultuar, mas sim de conhecer as memórias da Poli, de forma que o aluno identifique o momento histórico em que se deu a fundação da Escola, e com que propósito. “Ele precisa entender o que estava acontecendo, e qual foi o papel da Escola, para poder trazer para os dias atuais essa lição de que uma instituição universitária pode colaborar com a modificação da economia e da sociedade”.

Liedi frisa que estar na Poli não significa apenas mais uma etapa para adquirir conhecimento. “Hoje, nós precisamos ainda somar esse retorno social e econômico com sustentabilidade, pois temos essa preocupação com o meio ambiente, por meio de processos otimizados que contemplem também os aspectos ambientais”, complementa.

O professor do Departamento de Engenharia Mecatrônica, Nicola Getschko, idealizou a portaria que estabelece as comemorações de 24 de agosto. O docente acredita que é necessário conhecer as conquistas para poder prestigiá-las. Ele se baseou em uma cultura comum existente em renomadas universidades pelo mundo, que trata de valorizar a história das instituições, praticando o hábito de enaltecer as conquistas alcançadas pelos alunos, ex-alunos e professores. “Além da comemoração da data [de aniversário de criação da Escola], a proposta visa estimular a participação de professores e alunos. Quem não conhece a história da Escola, não tem como valorizar a instituição”, comenta o professor, que considera ser esta uma maneira de valorizar os cursos da Poli, divulgando as contribuições que os politécnicos já fizeram para o Brasil.

Getschko, também um ex-aluno da Escola Politécnica, ressalta que é uma honra e uma responsabilidade fazer parte da história da instituição. “Temos a obrigação de continuar este legado. O politécnico tem essa possibilidade de se orgulhar, e a corresponsabilidade de continuar essa história”. Ele acredita que, por meio de ações que envolvam os docentes na disseminação de informações sobre a Escola, os alunos estarão motivados a enxergarem vários exemplos a serem seguidos. “Historicamente, o que construiu a Poli foram os alunos, com muita garra, conhecimento e dedicação. É necessário pavimentar o caminho para que essa história continue com os novos alunos”, defende o professor.

O Dia da Poli foi instituído pela portaria DIR 2111 pelo diretor da Escola Politécnica da USP, professor José Roberto Castilho Piqueira, após aprovação pela Congregação da Escola no dia 16 de fevereiro de 2017.

 

Sociedade de engenheiros de petróleo premia alunos da Poli-USP

Pelo terceiro ano consecutivo, organização profissional da indústria de óleo e gás dá prêmio máximo aos estudantes de engenharia de petróleo da Escola Politécnica

O Capítulo Estudantil da USP, organização universitária composta pelos alunos de Engenharia de Petróleo da Escola Politécnica, receberá da Sociedade dos Engenheiros de Petróleo (SPE) um prêmio pelas atividades desenvolvidas ao longo do último ano. O “2017 Outstanding Student Chapter Award” é o mais alto reconhecimento concedido pela organização aos segmentos estudantis, pelo seu trabalho exemplar em atividades que promovem o engajamento local da indústria, o envolvimento da comunidade, o desenvolvimento profissional e a inovação.

O Capítulo Estudantil da USP funciona no campus de Santos, onde desde 2012 a Escola Politécnica oferece o curso de Engenharia de Petróleo. Em 2014, o grupo recebeu o Prêmio Gold Standard, concedido pela SPE a apenas 19 dos 310 Capítulos existentes em todo mundo, e desde então eles têm se destacado, recebendo a premiação máxima em 2015, 2016 e neste ano de 2017. O professor Giorgio de Tomi ressalta que essa nova premiação recebida pelo Capítulo Estudantil é motivo de muito orgulho para o Departamento de Engenharia de Minas e de Petróleo da Poli, chefiado por ele. “O prêmio é um reconhecimento da abordagem profissional e dedicada de nossos alunos em sua atuação acadêmica e junto à comunidade. Esta destacada atuação dos nossos alunos está sendo reconhecida não apenas pela SPE e pela indústria, mas também por outras instituições internacionais”, conta o docente.

A direção regional da SPE, que engloba os países da América do Sul e do Caribe, ressaltou que são premiados apenas os projetos com nível de excelência, e agradeceu pelo alto nível da programação desenvolvida pelos estudantes, e oferecida aos membros da associação e para a comunidade local.

A premiação será realizada em San Antonio, uma cidade americana do estado do Texas, onde a Sociedade dos Engenheiros de Petróleo realizará uma conferência técnica anual. Os estudantes estão em busca de apoio para participar do evento, uma vez que a SPE não cobre os custos de viagem e estadia. Para apoiar os estudantes, entre em contato com o Capítulo pelo e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. "> Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

Mas o que faz um capítulo estudantil da SPE?

A organização é orientada a atuar em três frentes: social, profissional e acadêmica. Na área social, eles promovem atividades que os colocam em contato direto com a comunidade local e seus desafios. Os estudantes buscam atender a uma necessidade da comunidade, seja em momentos específicos, como no caso de um banco de sangue estar com baixo estoque, ou em datas comemorativas, quando arrecadam brinquedos, roupas e mantimentos. A doação de sangue e o Natal Solidário já fazem parte do calendário do SPE da USP. A interação com a comunidade local é uma exigência da SPE, para que a sociedade os reconheça como cidadãos engajados, que estão se interando do seu entorno ao longo da sua formação. Porém, o mais importante é a satisfação demonstrada pelos alunos ao realizarem atividades sociais como estas.

No âmbito acadêmico, o Capítulo promove eventos de divulgação científica e de oportunidades, como o Petro Science, ciclo de palestras que divulga oportunidades de iniciação científica aos alunos de graduação, e o PetroMasters, evento aberto ao público que apresenta os cursos de pós-graduação oferecidos na área de Engenharia de Petróleo.

E por fim, englobando as três áreas, o Capítulo promove anualmente o seu evento mais importante, o Workshop do Petróleo. O evento teve a sua quarta edição em novembro do último ano, e trouxe profissionais e representantes da academia para debater o futuro da indústria de óleo e gás. Yan Vieira, que fez parte da direção do capítulo em 2016, explica que o Workshop engloba todos os aspectos que o Capítulo deve prezar, desde a construção de relacionamentos profissionais (networking) até a divulgação de conhecimento especializado sobre a área. “É possível aperfeiçoar outras habilidades, como liderança e organização, uma vez que a organização dos eventos é realizada diretamente pelos membros da equipe”.

Outras informações sobre o Capítulo Estudantil da USP e suas atividades no site https://www.facebook.com/capitulospeusp/.

 

Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais divulga resultado das eleições discentes

Informamos o resultado das eleições para representação discente junto à Comissão Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Metalúrgica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, conforme a portaria nº 2186 de 06/07/2017:

Chapa eleita: Éder Baroni da Silveira (Titular) e Gustavo José de Souza (Suplente).

Os mandatos terão início após a validação do processo eleitoral pela Procuradoria Geral da USP.

Escola Politécnica da Universidade de São Paulo

 

Alunos de Pré-IC da Poli Santos apresentam projetos em sua escola de origem

O ingresso na Universidade de São Paulo e na vida universitária pode parecer uma realidade distante para muitos jovens de escolas públicas, uma vez que o vestibular da USP está entre os mais concorridos do país. Para aproximar estes jovens da ciência, apresentando a possibilidade de uma carreira acadêmica, o Programa de Pré-Iniciação Científica (Pré-IC) da USP leva alunos de escolas da rede pública de ensino a realizarem atividades de ensino e pesquisa dentro da universidade.

Participantes do projeto de pré-iniciação científica da USP no campus de Santos puderam apresentar o resultado do seu projeto para os seus colegas de escola. Os estudantes Antônio Vieira Rocha Neto e Lincon Almeida Santos relataram sua experiência para alunos de três turmas de ensino médio no último dia 4 de agosto, na Escola Estadual Cleóbulo Amazonas Duarte, onde estudam. Além de falar sobre o seu projeto, eles contaram aos colegas como funciona a universidade, como se dá o ingresso, e como foi conviver com professores e alunos da USP.

Antônio e Lincon cursam o ensino médio e participaram de um projeto no qual se utilizaram da estrutura do DNA para aprender a dimensionar um objeto em uma impressora 3D. Orientados pela professora Elsa Vásquez Alvarez, do departamento de Engenharia de Minas e Petróleo da Poli-USP, e com bolsas de órgãos de fomento como o CNPq, eles estudaram todo o funcionamento do DNA, para depois construírem uma estrutura em plástico que representasse a sequência genética. Para isso, foi necessário que os estudantes aprendessem a utilizar o programa de desenho em três dimensões que opera o equipamento.

Antonio tem 17 anos e está no momento de optar por uma carreira. Ele conta não sabia por qual caminho seguir, e que a participação no projeto foi fundamental para ajudar na escolha de uma profissão. Ele afirma que o contato com os alunos da USP durante o projeto fez toda a diferença, e despertou o seu interesse pelas ciências exatas, área pela qual ele não tinha  sentido afinidade anteriormente. Após a experiência no Pré-IC da Universidade, ele decidiu que estudará Engenharia de Petróleo, curso oferecido pela Escola Politécnica da USP na cidade de Santos. Outro ponto positivo destacado pelo jovem foi o fato de o projeto ser realizado em sua cidade, o que o levou a conhecer as atividades da Poli-USP em Santos, desde o curso de graduação aos laboratórios de pesquisa.

A Escola Politécnica da USP já realiza projetos de pré-iniciação científica como este há alguns anos, tanto no campus da capital, como no campus de Santos. Apoiados por órgãos públicos como CNPq e por entidades como a Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia (FDTE), o projeto tem sido aprimorado ano após ano.Foram incluídas aulas de matemática, física e química, e implementado um circuito de visitas a diferentes laboratórios para que os alunos possam conhecer as diferentes áreas da engenharia. Eles também passaram a realizar experiências práticas, como o desenvolvimento de protótipos em 3D proposto pela professora Elsa Vásquez. Para obter outras informações sobre como incluir uma escola para participar do Pré-IC, entre em contato com o setor de pesquisa da Poli-USP pelo e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

 

Departamento de Engenharia Química da Poli apresenta resultado de eleições discentes

Resultado das eleições discentes do Departamento de Engenharia Química da EPUSP:

Informamos o resultado das eleições para representação discente junto ao Conselho do Departamento e à Comissão Coordenadora de Cursos do Departamento de Engenharia Química da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, conforme a portaria nº 2184 de 03/07/2017:

Conselho do Departamento:

Chapa: Caio Rodrigues Gomes (Titular) e Daniela Sejung Kang (Suplente).

CoC:

Chapa: Matheus Enfeldt (Titular) e João Henrique de Lima Noronha (Suplente).

Os mandatos terão início após a validação do processo eleitoral pela Procuradoria Geral da USP.

Escola Politécnica da Universidade de São Paulo

 


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