Escola Politécnica da USP

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Laboratório de Tecnologia de Pavimentação promove 1º Encontro Ferroviário na Poli

Pesquisadores e profissionais da iniciativa privada vão apresentar 
projetos desenvolvidos para o setor.

O Laboratório de Tecnologia de Pavimentação do Departamento de Engenharia de Transportes da Escola Politécnica da USP promove no dia 15 de julho o “1º Encontro Ferroviário”. Profissionais de empresas como Vale, MRS Logística, Vetec e de instituições de ensino e pesquisa serão os palestrantes.

Entre os temas a serem abordados estão a apresentação de um modelo integrado de manutenção de vias férreas, um disposito para medição in situ e avaliação do comportamento mecânico de lastro ferrovário, soluções para a Estrada de Ferro Carajás, entre outros.

Confira a programação completa aqui

Serviço:

Data: 15 de julho.
Horário: das 8h30 às 12h30.
Local: Prédio da Engenharia Civil - Sala S-28.
Av. Prof. Almeida Prado, Trav.2, nº 83. Cidade Universitária. 

 

Grêmio Politécnico oferece novo curso para pré-vestibulandos

Ciclo Básico oferece conteúdos elementares das disciplinas regulares e que alunos muitas vezes não dominam por causa da defasagem do ensino na rede pública.

O Cursinho Pré-Vestibular do Grêmio da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) está com inscrições abertas para o Ciclo Básico, uma espécie de “pré-cursinho”, ou seja, um curso preparado para os estudantes que têm defasagem em relação ao conteúdo que aprenderam na escola e o que é exigido nos vestibulares. Essa nova modalidade aborda os conteúdos básicos das disciplinas que são cobradas nos vestibulares: Língua Portuguesa, Matemática, Física, Química, Biologia, Geografia e História.

“Muitos dos alunos ingressantes na turma regular enfrentam uma grande dificuldade de acompanhar as matérias porque não dominam os conhecimentos mais básicos das disciplinas, dada a deficiência na formação escolar que se acumula desde o ensino fundamental”, explica Daniel Szente Fonseca, diretor do cursinho do Grêmio Politécnico. “Ao não dominarem esses conhecimentos básicos, não conseguem avançar nas respectivas matérias e nem em outras que precisam daquele conhecimento, comprometendo seu estudo. Por exemplo, por não saberem fazer conta com uso de porcentagem e fração, um conteúdo da Matemática, apresentam dificuldade na compreensão da Genética, matéria de Biologia que utiliza esses conhecimentos matemáticos”, exemplifica.

Dessa forma, com o Ciclo Básico, o Grêmio pretende que os alunos tenham maior aproveitamento quando partirem para um cursinho regular. Outro objetivo é oferecer um conteúdo que ajude esses estudantes nos exames de processos de seleção existentes em cursinhos pré-vestibulares gratuitos ou comerciais já existentes e, também, incentivar os que desistiram da ideia de prestar vestibular a voltar aos bancos escolares, aprendendo ou recuperando conceitos elementares das disciplinas. “Também é uma forma de ajudarmos esses estudantes a desenvolverem um método de estudo, ou seja, literalmente ensiná-los a estudar. É comum ouvirmos os alunos dizerem que não sabem como estudar porque não precisavam fazer isso nas escolas que frequentaram”, conta.

O cursinho do Grêmio Politécnico oferece ainda dois programas de apoio extra-classe. Na tutoria, é designado um tutor ao aluno que irá acompanhar o estudante ao longo do ano, saberá suas notas e dará orientações para sanar as problemas. Há também o apoio de professores ‘particulares’. Nesse caso, o professor em questão estuda junto com o aluno para entender onde estão as dificuldades e ajudá-lo de forma pontual e objetiva com os conteúdos.

Inscrições e processo seletivo – Serão ferecidas até 70 vagas para alunos exclusivamente da rede pública de ensino, de preferência que estejam cursando o último ano do ensino médio. As inscrições devem ser feitas pelo site do Grêmio Politécnico até 12 de julho. O processo de seleção terá duas etapas. Dia 17 de julho será realizada a prova, com questões de múltipla escolha sobre os conteúdos regulares do ensino médio. Nos dias 21 e 23 de julho, os alunos que atingirem a nota mínima (a ser definida por uma nota de corte) serão chamados para a segunda fase, uma entrevista, na qual serão avaliadas as questões sócio-econômicas e motivação dos candidatos.

As informações completas, incluindo a ficha de inscrição, estão disponíveis no site do Grêmio. Além das vagas para o Ciclo Básico, estão abertas as inscrições para 35 vagas remanescentes do cursinho regular, cujas informações podem ser consultadas nesse mesmo endereço. Para contatar o Grêmio, utilize o Facebook.

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ATENDIMENTO À IMPRENSA

Acadêmica Agência de Comunicação – www.academica.jor.br

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(11) 5549-1863 / 5081-5237

 

Pesquisa da Poli-USP é premiada como melhor tese em Engenharia de Transportes no Brasil

Uso de imagens de sensoriamento remoto para mapear deslizamentos em rodovias foi tema do doutorado de Luis Augusto Manfré. 

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) e a Fundação Abertis realizam a cerimônia de entrega do 1° Prêmio Cátedra Abertis-USP de Gestão de Infraestruturas de Transportes de Melhor Tese de Doutorado e Melhor Dissertação de Mestrado de 2015 na área de Engenharia de Transportes no Brasil. O evento será realizado no dia 1º de julho, no prédio do Departamento de Engenharia Civil da Poli, no campus da USP no Butantã, em São Paulo.

A Poli-USP foi premiada na categoria Melhor Tese de Doutorado. Sob orientação do professor José Alberto Quintanilha, do Departamento de Engenharia de Transportes (PTR) da Poli, o pesquisador Luis Augusto Manfré trabalhou no uso de imagens de sensoriamento remoto para identificar e mapear as áreas de deslizamentos associadas a rodovias. Saiba mais aqui

Como melhor dissertação de mestrado foi escolhida uma pesquisa da Universidade Federal do Ceará. Também serão premiados dois trabalhos na categoria Menção Honrosa, um em doutorado e outro em mestrado. Ambos são da Escola de Engenharia de São Carlos da USP. A premiação é patrocinada pela Chairs Abertis International Network Arteris e tem apoio da Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia (FDTE) e da Associação Nacional de Pesquisa e Ensino em Transportes (Anpet).

Para participar do evento é preciso confirmar presença até dia 29 de junho, com Diomária, pelo telefone (11) 3091-5485, das 8h às 12h e das 14h às 17h. Confira abaixo a programação:

9h00 – 9h30

Abertura do evento com café da manhã – Apresentação institucional da USP e da empresa Arteris.

9h30 – 9h50

Prêmio de Melhor Tese de Doutorado “Identificação e mapeamento de áreas de deslizamentos associadas a rodovias utilizando imagens de sensoriamento remoto”, de autoria de Luis Augusto Manfré, orientado pelo Prof. Dr. José Alberto Quintanilha, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.

9h50 – 10h10

Prêmio de Melhor Dissertação de Mestrado “Evaluation of the coarse aggregate influence in the fatigue damage using fine aggregate matrices with different maximum nominal sizes”, de autoria de Reuber Arrais Freire, orientado pela Profa. Dra. Verônica T. F. Castelo Branco, da Universidade Federal do Ceará.

10h10 – 10h30

Menção Honrosa de Doutorado “Medidas de desempenho para avaliação da qualidade de serviço em rodovias de pista simples no Brasil”, de autoria de José Elievam Bessa Júnior, orientado pelo Prof. Dr. José Reynaldo Anselmo Setti, da Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo.

10h30 – 10h50

Menção Honrosa de Mestrado “Análise de percepção da sinalização vertical por parte do condutor, utilizando ambientes simulados de direção: um estudo de caso na Rodovia BR-116”, de autoria de Miguel Andres Castilho Rangel, orientado pela Profa. Dra. Ana Paula Camargo Larocca, da Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo.

10h50 – 11h00

Entrega dos prêmios e encerramento.

Serviço:
Data: 01 de Julho de 2016
Local: Escola Politécnica da Universidade de São Paulo
Prédio de Engenharia Civil - Sala S-30 – 1° andar
Av. Prof. Almeida Prado, Trav. 2, nº 83
Cidade Universitária – São Paulo – SP

 

 

CIRRA/IRCWR oferece curso sobre projeto de biorreatores com membranas submersas

Estado da arte da tecnologia, custos e aplicações serão
assuntos abordados no curso, que será realizado em 3 de agosto.
 

O Centro Internacional de Referência em Reúso de Água-CIRRA/IRCWR promove, dia 3 de agosto, o curso “Introdução ao projeto de Biorreatores com Membranas Submersas (MBRs)”. As inscrições já estão abertas. O objetivo do curso é fornecer aos participantes um entendimento prático do processo MBR, trabalhando os fundamentos do processo biológico e de separação por membranas. Também será abordado o estado da arte nesse tema, com destaque para as principais aplicações, custos, qualidade final dos efluentes tratados, principais parâmetros de projeto e as tecnologias comerciais já disponíveis.

O curso, que será realizado das 8h às 12h e das 14h às 18h no dia 3 de agosto, é promovido pelo diretor do CIRRA/IRCWR, professor Ivanildo Hespanhol, e será ministrado pelo professor doutor Eduardo Lucas Subtil, docente da Universidade Federal do ABC e pesquisador associado do Centro. Tem como público alvo profissionais dos setores público e privado e estudantes que atuam com projetos, obras e operação de sistemas de tratamento de águas para abastecimento e residuárias.

O programa vai abordar os seguintes temas: Introdução a sistemas MBRs; Fundamentos do processo de MBRs; Dimensionamento do sistema MBRs; Operação dos biorreatores com membranas submersas; Aplicação e desempenho de MBRs; Métodos de controle de “fouling”; Sistemas comerciais de MBRs.

A inscrição deve ser feita pelo e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. , com Paula Nagata. O valor é de R$ 900,00. Mais informações com Alexandra Hespanhol pelo email Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.  ou pelo telefone (011) 3039-3273. O calendário completo dos cursos do CIRRA/IRCWR pode ser acessado no site oficial do centro de pesquisa.

 

 

Poli-USP aprova utilização do SISU para 10% das vagas

A Escola Politécnica da USP aprovou ontem, dia 17 de junho de 2016, após ampla e livre discussão em reunião da sua Congregação, a reserva de 10% das 870 vagas oferecidas anualmente para ampla concorrência por meio do Sisu.

O resultado final contou com 59 (60%) votos favoráveis, 37 (37%) contrários e 3 (3%) abstenções. Os pesos das matérias, notas de corte e distribuição de vagas a serem adotados serão estabelecidos pela Comissão de Graduação da Escola.

 

Departamento de Engenharia de Computação da Poli-USP coloca chips em árvores da Cidade Universitária

Com informações da Jornalismo Júnior, por Ingrid Luisa

O manejo e o gerenciamento de árvores nas cidades brasileiras ainda é um assunto problemático. A grande variedade de espécies, o plantio de forma inadequada, o envelhecimento e outras adversidades acabam provocando acidentes, como a queda abrupta de alguns espécimes, o que pode trazer consequências trágicas. Visando a fornecer aos gestores ambientais um recurso ágil para melhorar essas condições, o Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais da Escola Politécnica da USP, em conjunto com a Prefeitura da Cidade Universitária da USP, implantou um projeto piloto na Cidade Universitária, colocando chips em árvores.

Esse projeto está presente em cerca de 100 a 200 árvores, há mais ou menos três anos, e funciona de uma forma simples: um chip, dentro de um tipo de prego — feito de plástico de engenharia —, é colocado em árvores num lugar pré-determinado e através de smartphones usa-se a tecnologia do leitor NFC (Near Field Comunication), que permite o compartilhamento de informações entre dispositivos sem necessitar de cabos ou fios, bastando aproximar fisicamente os mesmos. Essa tecnologia permite a comunicação com os chip a cerca de 3 centímetros de distância, possibilitando  coletar e enviar dados sobre elas. Através desse chip, é como se cada árvore possuísse um “RG” em que se acessa um banco de dados com todas as informações sobre ela — espécie, idade, doenças, inclinação, geolocalização, etc.

Esse é um projeto experimental inserido no conceito de Cidades Inteligentes, que visa ao uso de tecnologias e da internet para o desenvolvimento sustentável; baseia-se também no conceito de Internet das Coisas, que é uma revolução tecnológica, que propõe a ligação de todos os objetos do dia a dia à rede mundial de computadores, como nesse caso, as árvores. O Professor Carlos Cugnasca, responsável pelo projeto, explica que ele já vem sendo usado no exterior e com muito êxito, “Em Paris, por exemplo, colocam esse chip em todas as árvores da cidade, e eles têm uma forma mais racional de tratar essa questão, pois consideram a árvore como um ser vivo, que é plantado, se desenvolve, cresce, vai ter uma vida e vai morrer como qualquer outro ser. Só que antes de a planta morrer, a substituem por outra. Quando a árvore já está ficando velha e vai causar problemas, ela é transplantada. Há sempre uma renovação e nunca árvores caem, assim não causando problemas e mantendo na cidade a quantidade arbórea desejada”.

Por conta da crise na Universidade, o projeto não está andando com a velocidade desejada, mas a ideia é que ele se aprimore ainda mais. Uma proposta para a ampliação é que sejam postos chips nas árvores da reserva de Mata Atlântica da USP, para que escolas venham realizar trilhas ambientais em que o professor/tutor poderá usar essa tecnologia para identificar rapidamente a árvore e adquirir toda uma ficha técnica que pode acrescentar bastante no conteúdo passado para os alunos. Tudo vai depender dos resultados obtidos nas árvores já em análise. Pontos como o baixo custo (os chips são baratos, custam frações de dólar cada um) e uma infraestrutura acessível (através dos próprios smartphones) contam a favor. Caso se mostre promissora, essa tecnologia poderá inovar não só em árvores, mas em vários outros âmbitos dentro das cidades.

 

Estudantes do ensino médio de Sorocaba visitam a Poli-USP

Selecionados pelo bom desempenho acadêmico, eles conheceram diversos laboratórios da Poli. Mais do que estimulá-los a seguir carreiras de exatas, a iniciativa visa atrair futuros talentos para o PROSUB

Fotos do evento

Ontem, quarta-feira (15/6), a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) recebeu a visita de 57 alunos de escolas de ensino médio da cidade de Sorocaba, no interior paulista. Na ocasião, eles conheceram seis laboratórios da Poli e assistiram uma palestra com o diretor da Escola, o professor José Roberto Castilho Piqueira.

Esta é a segunda visita organizada pela Soamar Sorocaba (Sociedade Amigos da Marinha) e a Fundação PATRIA, com o apoio do Centro Tecnológico da Marinha e da Agathos Educacional. “Nosso objetivo é estimula-los a seguir carreiras em Exatas com a expectativa de que possam ser, no futuro, profissionais úteis ao Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB)”, afirma o presidente da Soamar, Paulo Fernando Moreira.

O PROSUB prevê projeto e construção de cinco submarinos convencionais e um nuclear no Brasil, com o domínio da tecnologia. O Centro Experimental de Aramar, da Marinha, em Iperó, fica próximo à Sorocaba, onde está sendo desenvolvida parte do projeto do reator nuclear do submarino. “Portanto, será necessária mão de obra especializada e qualificada. E por que não estimular a formação dessa mão de obra na região?”, disse Moreira.

Segundo ele, os jovens são de 41 escolas do ensino médio, públicas e privadas. Cada instituição indicou dois alunos, selecionados por seu alto desempenho acadêmico. Antes da visita, eles tiveram aulas preparatórias para compreender melhor o universo da Engenharia. Hoje, as atividades continuam com outra visita, desta vez no Centro Experimental de Aramar.

Os resultados dessa iniciativa, segundo ele, são animadores. “No ano passado, a maioria dos alunos que acompanhamos não sabia qual carreira escolher. Dos que sabiam, 50% tendiam para a área de Humanas. “Após as aulas e as visitas, metade dos que queriam Humanas se diziam inclinados para Exatas”, conta. Foi o caso de Lucas Soares Carvalho da Silva, que participou das visitas 2015 passado e neste ano ingressou em um curso de graduação voltado para tecnologia de polímeros. “Com a visita, tive a certeza de que era a área que deveria seguir”, disse.

Na leva de estudantes deste ano, dois já se mostraram inclinados para o mesmo caminho: Felipe Estácio, de 15 anos, que confirmou sua aptidão para Engenharia Mecânica, e Mi-Hawa, de 16 anos, que pretende trocar Administração por Engenharia Elétrica.

Fazendo a diferença – Em sua palestra, o diretor da Poli contou um pouco da história da Escola Politécnica, que foi fundada por republicanos abolicionistas. “A Poli teve, ao longo de sua história, um papel importante no desenvolvimento tecnológico do estado e do País”, disse. Ele citou como exemplos vários projetos em conjuntos com a Marinha do Brasil, como enriquecimento de urânio, automação de corvetas e materiais nucleares. “Desde 1954, a Escola mantém uma parceria com a Marinha”, destacou.

Ele aconselhou os estudantes a aproveitarem as oportunidades dadas pelos estudos. “A Escola Politécnica está entre as 50 melhores em Engenharia do mundo, mas há outras instituições paulistas públicas e gratuitas e de qualidade”, ressaltou. “Aproveitem essa oportunidade, digam não à mediocridade e façam a diferença no mundo”, finalizou.

 


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