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Técnicas de projeto para acesso náutico são tema de evento na Poli-USP

A Escola Politécnica da USP e o Conselho Nacional de Praticagem (CONAPRA) realizarão, nos dia 7 e 8 de novembro, um seminário sobre "Técnicas modernas de projeto de acessos náuticos com base na norma ABNT NBR 13246 2017". O evento abordará uma nova norma ABNT de projeto de acessos náuticos, recentemente reformulada, que resultou do trabalho de uma comissão composta por diversos setores da área, com a participação da Marinha, CONAPRA e da USP, explica o coordenador do evento, professor Eduardo Aoun Tannuri. “Na ocasião, iremos renovar o termo de cooperação técnica firmado entre o CONAPRA e o TPN-USP, além de apresentar a infraestrutura do Centro de Simulação de Manobras, dotado de 2 novos simuladores com tecnologias inovadoras, em desenvolvimento no escopo de nosso convênio de P&D CENPES-USP”.

O seminário é organizado pelo laboratório Tanque de Provas Numérico (TPN-USP), em parceria com o CONAPRA, e terá palestras técnicas e discussões acerca das novas definições para o projeto portuário e a aplicação a diversos portos e terminais brasileiros.

O evento tem como público-alvo integrantes da Marinha, Praticagens, Terminais, Cia Docas, Armadores e Projetistas. O endereço www.tpn.usp.br/seminario contém mais detalhes e a grade de palestras.

Serviço

Seminário Técnicas modernas de projeto de acessos náuticos com base na norma ABNT NBR 13246 2017

Data e horário: 7 e 8 de novembro

Local: Escola Politécnica da USP. Cidade Universitária, São Paulo, SP. O auditório será divulgado em breve.

Inscrições:  Seminário gratuito, com inscrições obrigatórias pelo e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. , ou telefone (11) 2648-6094).

Site do evento: http://www.tpn.usp.br/seminario/

 

Museu Catavento e Poli-USP realizam a 5ª edição da Mostra Paulista de Ciências e Engenharia

 MOP 2017 acontecerá nos dias 25, 26 e 27 deste mês e permitirá que estudantes do Estado de São Paulo apresentem suas ideias e projetos

O Museu Catavento, museu de Ciência e Tecnologia da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo promove, nos dias 25, 26 e 27 de outubro, a 5ª edição da Mostra Paulista de Ciências e Engenharia (MOP 2017). O evento é realizado em parceria com o Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico (LSI-TEC) e com o apoio da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Durante estes dias, a entrada no Museu Catavento será gratuita.

A MOP é uma iniciativa criada para estimular o desenvolvimento da cultura investigativa, da inovação e do empreendedorismo nos estudantes da educação fundamental, média e técnica do Estado de São Paulo. Além disso, é uma oportunidade para a troca de informações entre estudantes de escolas públicas e particulares, aproximação entre a educação básica e técnica, cientistas renomados e empresas.

Serão 105 projetos finalistas de escolas públicas e privadas de 34 cidades de São Paulo. Os 222 estudantes finalistas, acompanhados por seus 121 professores orientadores e coordenadores, terão a oportunidade de mostrar seus potenciais criativos e realizadores para o Comitê de Avaliação da MOP.

Durante a mostra, o Comitê de Avaliação, composto por 210 professores universitários e especialistas voluntários, seleciona seis projetos de destaque para participarem como finalistas da FEBRACE 2018 - Feira Brasileira de Ciências e Engenharia, que será nos dias 13, 14 e 15 de março de 2018, na Universidade de São Paulo. Serão selecionados ainda os melhores projetos nas categorias Ciências Agrárias, Biológicas e da Saúde; Ciências Humanas e Sociais Aplicadas; e Ciências Exatas da Terra e Engenharias, que são premiados com troféus, medalhas e certificados.

SERVIÇO:

 

Museu Catavento e LSI - TEC realizam a 5ª Edição da MOP

25, 26 e 27 de outubro de 2017

Local: Claustro  

Horário: 9h às 17h

Entrada gratuita

 

Sobre o museu

O Museu Catavento foi inaugurado em março de 2009 e tem mais de 250 instalações divididas em quatro seções (Universo, Vida, Engenho e Sociedade). Cada seção foi elaborada com instalações cenográficas interativas que contribuem para criar atmosferas únicas e envolventes aproximando o publico do universo da ciência. Atrações como aquários de água salgada, anêmonas e peixes carnívoros e venenosos, uma sala que simula viagem submarina, um experimento de física que arrepia seus cabelos, são apenas alguns exemplos de como o visitante pode aprender e se divertir ao mesmo tempo. Na área externa também é possível conferir equipamentos como a locomotiva Dübs (fabricada em 1888 na Inglaterra que pertenceu à Cia. Paulista de Estradas de Ferro e foi usada brevemente para o transporte de carga) e o avião DC-3 (1936), que foi utilizado como cargueiro militar na Segunda Guerra Mundial.

 

Sobre o LSI-TEC

O Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico (LSI-TEC) é uma instituição de desenvolvimento tecnológico, com linhas de ação reconhecida nacional e internacionalmente, tornando-o um centro de referência mundial dedicado ao desenvolvimento e inovação em tecnologias avançadas. Fundado em 1999, o laboratório é um elo entre a sociedade e as instituições científicas de excelência, promovendo a aplicação do conhecimento em tecnologia e levando inovações tecnológicas a sociedade por meio de parcerias com instituições do setor público e privado. Dirigido por professores da Universidade de São Paulo e com projetos em parceria com o Laboratório de Sistemas Integráveis da Escola Politécnica da USP, o LSI-TEC conta com uma equipe altamente qualificada e multidisciplinar. Suas atividades são baseadas em três princípios: excelência, inovação e empreendedorismo.

 

Para conhecer a programação cultural de todo o estado, acesse a plataforma SP Estado da Cultura – www.estadodacultura.sp.gov.br. Acompanhe a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo nas mídias sociais:

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Twitter: @culturasp

Instagram: /culturasp

Spotify: /culturasp

 

Informações para a imprensa

Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

Gisele Turteltaub – Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.  – (11) 3339-8162

Gabriela Carvalho – Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.  – (11) 3339-8070

Damaris Rota – Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.  – (11) 3339-8308

Stephanie Gomes - Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.  - (11) 3339-8243 | 

 

Prorrogadas as inscrições para chefia do Departamento de Engenharia de Minas e de Petróleo

Prorrogação de inscrições para a eleição de chefia do Departamento de Engenharia de Minas e de Petróleo – PMI:

Informamos que houve apenas uma chapa inscrita para a eleição da chefia do Departamento de Engenharia de Minas e de Petróleo, composta pelos professores doutores Giorgio Francesco Cesare de Tomi (Chefe) e Patrícia Helena Lara dos Santos Matai (Vice-Chefe). Em atendimento ao disposto na portaria a DIR 2218 de 26/09/2017, haverá um novo prazo para inscrição, de 17 a 26 de outubro de 2017, hipótese em que poderão ser apresentadas candidaturas compostas também de Professores Doutores, membros do Conselho do Departamento.

Escola Politécnica da Universidade de São Paulo

 

Resultados de Eleições para Chefia de Departamentos: PTC, PME, PMR E PSI

Informamos o resultado das eleições para a chefia de Departamentos da EPUSP:

Departamento de Engenharia de Telecomunicações e Controle – PTC:

Chefe: Prof. Dr. José Carlos Teixeira de Barros Moraes

Vice-Chefe: Profa. Dra. Cinthia Itiki

Departamento de Engenharia Mecânica – PME:

Chefe: Prof. Dr. Décio Crisol Donha

Vice-Chefe: Prof. Dr. Raul Gonzalez Lima

Departamento de Engenharia Mecatrônica e de Sistemas Mecânicos – PMR:

Chefe: Prof. Dr. Emílio Carlos Nelli Silva

Vice-Chefe: Prof. Dr. Lucas Antonio Moscato

Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos – PSI:

Chefe: Prof. Dr. Sebastião Gomes dos Santos Filho

Vice-Chefe: Prof. Dr. Vitor Heloiz Nascimento

Escola Politécnica da Universidade de São Paulo

 

Eleições discentes nos Departamentos da Engenharia Elétrica serão realizadas em 14/11

Eleições Discentes junto aos Departamentos da Engenharia Elétrica da Escola Politécnica da USP – Conselhos de Departamento e Comissões de Coordenação de Curso:

Conforme o estabelecido na portaria DIR 2.222, publicada no D.O.E. de 12.10.2017, informamos que estão abertas as inscrições para a eleição para a escolha dos representantes discentes de graduação junto aos Conselhos de Departamento e às Comissões de Coordenação de Cursos dos Departamentos de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais – PCS, Engenharia de Energia e Automação Elétricas – PEA, Engenharia de Sistemas Eletrônicos – PSI, e Engenharia de Telecomunicações e Controle – PTC da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.

A eleição será realizada no dia 14 de novembro de 2017 por meio de sistema de votação eletrônica.

Escola Politécnica da Universidade de São Paulo

O EDITAL ESTÁ NO LINK.

 

Especialistas discutem aplicação da blockchain pelo governo

 Evento da Poli-USP abordará as oportunidades da aplicação desta tecnologia, que tem potencial para desburocratizar, com transparência e segurança, diversos serviços e processos do governo

Já imaginou um sistema online de registro de imóveis em que todos os integrantes da cadeia do negócio possam acompanhar as transações de forma ágil, segura e com transparência? Ou um sistema em que o histórico de doenças do paciente esteja disponível para qualquer médico? Isso está sendo testado na Suécia e na Estônia graças à blockchain – uma tecnologia que promete revolucionar serviços e processos e que será assunto de um seminário promovido pelo Centro de Estudos Sociedade e Tecnologia (CEST) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), em São Paulo, no dia no dia 26 de outubro.

A blockchain é uma base de registro de dados que guarda todas as transações de um mercado, serviço ou processo públicos, de forma criptografada. As informações são compartilhadas por meio de um software, que roda em qualquer computador. O controle não é centralizado, mas, se alguém da cadeia tentar fazer algo fora das regras, outras pessoas conectadas à rede podem detectar e rastrear o desvio. “No Brasil, a discussão sobre a aplicação desta tecnologia já começou para dar mais transparência às contas do governo, mas há diversas outras aplicações com muitos benefícios para a sociedade”, explica o pesquisador Lucas Lago, que integra o CEST.

 “No seminário, iremos discutir as possibilidades de o governo utilizar essa tecnologia de forma direta para aperfeiçoar políticas públicas que já existem, ou criar novas”, adianta. “Vamos abordar como a sociedade pode utilizar esse protocolo para melhorar serviços essenciais, ampliar a transparência e melhorar prestação de contas do governo”, acrescenta.

Segundo ele, a grande inovação trazida pela tecnologia está em permitir o armazenamento de dados em um sistema computacional sem que esse dado possa ser alterado depois de inserido. “Esse banco acaba sendo a estrutura ideal para armazenar informações que devem ser imutáveis, como registro de imóveis, resultados de exames médicos e consultas”, exemplifica.

Exemplos de fora – A Suécia, desde junho de 2016, vem elaborando um sistema de registro de imóveis baseado em blockchain. “A ideia é que a base de dados seja mantida pela autoridade de registros sueca, a Lantmäteriet, e compartilhada por bancos, imobiliárias, compradores e vendedores, de forma que as informações sejam mantidas de forma acessível e segura para todos os envolvidos em uma transação imobiliária”, conta. A solução sueca ainda está em fase de testes.

A Estônia é outro país engajado no uso da tecnologia. “Os dados de saúde dos cidadãos da Estônia já são tratados de forma online, mas não em uma plataforma distribuída como o novo projeto pode permitir. Caso tenha sucesso, essa nova implantação permitirá que médicos e pacientes tenham acesso às suas informações de saúde de forma segura e privada, além de as informações permanecerem armazenadas por tempo indeterminado na blockchain”, explica.

Especialistas convidados – O seminário contará com a participação de especialistas de diversas áreas, do Brasil e exterior, como o professor Bernardo David, do Tokyo Institute of Technology; Daniel Annenberg, secretário Municipal de Inovação e Tecnologia de São Paulo; e Cristiane Vianna Rauen, consultora técnica do Departamento de Políticas e Programas Setoriais em Tecnologia da Informação e Comunicações do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

A inscrição no evento é gratuita e deve ser feita até o dia 24 de outubro pelo site: https://doity.com.br/cest-blockchain-no-governo, onde também consta a programação.

Serviço: O I Seminário Tecnologia Blockchain para Políticas Públicas será realizado no dia 26 de outubro, das 8h30 às 13h, no Auditório do prédio da Bionanomanufatura - prédio 50 – do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo – IPT (Av. Prof. Almeida Prado, 532, Cidade Universitária, São Paulo – SP).

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ATENDIMENTO À IMPRENSA:

Acadêmica Agência de Comunicação

Janaína Simões – Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Angela Trabbold – Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Tel. (11) 5549-1863 / 5081-5237

 

Instituições de pesquisa brasileiras precisam definir programas para gerenciar dados científicos

Como gerir informações e disponibilizá-las para a comunidade acadêmica e outros órgãos é foco de discussão do III Workshop em Ciência dos Dados da Poli-USP

Em agosto último, uma das maiores agências de fomento à pesquisa do Brasil, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), definiu que os pesquisadores que desejarem submeter projetos de pesquisa para algumas modalidades de editais, como os temáticos, deverão apresentar um “Plano de Gestão de Dados”. A determinação segue uma tendência do universo acadêmico, que produz uma quantidade cada vez maior conhecimento e informação, e precisa agora decidir sobre quais as melhores formas de armazenar, tratar e disponibilizar a produção científica para uma sociedade cada vez mais conectada.

A Fapesp está acompanhando uma tendência internacional: a exigência de se criar um modelo de gerenciamento de dados científicos – a chamada ciência dos dados abertos. Discutir as necessidades das instituições de pesquisa brasileiras e definir programas para estabelecer um modelo para gerenciamento de dados científicos é o foco do III Workshop em Ciência dos Dados (wds.poli.usp.br/wds3) que será realizado entre os dias 25 e 27 de outubro pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP).

“A ciência, no Brasil e no mundo, precisa de modelos de gestão de dados públicos, de forma a disponibilizá-los desde sua origem até a fase final da análise, garantindo a qualidade e reprodutibilidade desses dados”, destaca o professor do Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais (PCS) da Poli, Pedro Luiz Pizzigatti Corrêa, pesquisador da área e um dos organizadores do workshop. “O objetivo dessa terceira edição do workshop é promover a disseminação de conhecimento em técnicas de gerenciamento, análise e visualização de dados científicos que podem contribuir para resolver alguns dos desafios do atual contexto de dados abertos no Brasil”, completa.

O workshop mostrará as boas práticas para busca, acessibilidade, interoperabilidade e reuso de dados científicos. Ganha destaque na programação a apresentação de um estudo de caso: o gerenciamento dos dados do projeto GoAmazon, que coletou informações sobre aerossóis próximo da cidade de Manaus. Além disso, algumas iniciativas internacionais serão apresentadas pelos conferencistas.

Um dos pontos altos da programação é a palestra de Matt Toussant, vice-presidente de Produtos e Operações de Conteúdo da CAS, uma divisão da American Chemical Society. Ele falará, por videoconferência, sobre como alia o trabalho de gestão e o compartilhamento de dados com as patentes e necessidade de sigilo. Já a professora da Universidade do Tennessee, Suzie Allard, estará presente no workshop e falará sobre o projeto DataONE, da National Science Foundation (NSF), que investiga tecnologias para criar uma ciberinfraestrutura para manutenção de grandes bancos de dados em pesquisa ambiental.

Outro palestrante internacional de renome presente no workshop é Mike Frame, cientista chefe em gestão de dados científicos da United States Geological Survey (USGS), dos Estados Unidos. Giri Palanisamy e Bhargavi Krishna, pesquisadores do Oak Ridge National Laboratory (ORNL), vão falar sobre as ferramentas computacionais de gestão, análise e visualização de dados do programa Atmospheric Radiation Measurement (ARM/DoE/US).

Programação – No dia 25, serão realizadas as palestras dos pesquisadores convidados sobre o tema gestão de dados científicos, relacionadas aos projetos GoAmazon, o ARM, a USGS, o DataONE e a ACS. Neste dia, os participantes poderão assistir as palestras e debater os assuntos presencialmente ou acompanhando a transmissão pela IPTV da USP.

Nos dias 26 e 27 de outubro, participantes pré-inscritos vivenciarão a parte prática do workshop, o hands-on. Eles desenvolverão experimentos de análise e visualização de dados do GoAmazon, além de trabalhar com dados de processos da indústria química e utilizar infraestrutura computacional dos projetos ARM e DataONE.

As inscrições para as palestras do dia 25 e também para o hands-on estão disponíveis no site: wds.poli.usp.br/wds3. Os organizadores fornecerão certificado para quem participar presencialmente e para quem assistir as palestras online.

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ATENDIMENTO À IMPRENSA:

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