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Um modelo híbrido de contabilidade

Pesquisa da Poli-USP propõe uma nova forma de análise econômica financeira para evitar as distorções entre a área contábil e a de produção

Uma dissertação de mestrado, apresentada no Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), deu origem a um modelo híbrido de contabilidade, capaz de evitar decisões erradas em indústrias e diminuir os prejuízos causados por isso. Na verdade, segundo seu autor, Cleiton Almeida Silva, trata-se de uma forma de análise econômico-financeira, que ajuda a resolver os conflitos de entendimento entre o “mundo da contabilidade financeira” e o “mundo da gestão de produção”, pois geralmente os números apresentados e analisados por essas duas áreas de uma empresa industrial são discrepantes.

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Concurso para Professor para área de Física Teórica e Experimental aplicada à Tecnologia do Petróleo e Gás

Estarão abertas, até o dia 18 de fevereiro de 2014, as inscrições ao Concurso de Títulos e Provas para o provimento de um cargo de Professor Doutor, na Referência MS-3, em RDIDP, com o salário de R$ 9.184,94, no Departamento de Física dos Materiais e Mecânica do Instituto de Física da Universidade de São Paulo, na área de “Física Teórica e Experimental aplicada à Tecnologia do Petróleo e Gás nas áreas de: Magnetismo e Materiais Magnéticos, Materiais e Dispositivos Semicondutores e Simulações em Sistemas Moleculares”, para ministrar aulas no campus USP/Santos.

O formulário de inscrição e o edital estão disponíveis no site http://web.if.usp.br/ataac/node/1982.

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Poli realiza eleição para diretor em 14 de feveiro

Na eleição será composta uma lista tríplice. Caberá, então, ao reitor da USP indicar o novo diretor da Escola

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo realizará, na próxima sexta-feira, dia 14 de fevereiro, a eleição para o cargo de diretor. A eleição servirá para a composição de lista tríplice de nomes para a escolha do Diretor da Escola Politécnica da USP e será realizada às 14h, por voto direto e secreto, tendo como participantes apenas os membros da congregação da Escola e dos conselhos dos departamentos. Somente poderão ser votados os professores que exerçam o cargo de professor titular e associado 3. A lista tríplice será encaminhada ao reitor Marco Antonio Zago, que fará a nomeação do próximo diretor da Escola Politécnica da USP.

O local da votação, que será secreta, é o Auditório Francisco Romeu Landi, no Edifício Mário Covas Júnior, prédio da administração da Escola Politécnica da USP.

O edital está disponível no link http://sites.poli.usp.br/org/informativos/fevereiro2014/portaria17622014.jpg

 

Investindo em talentos e na inovação

Toshiba firma convênio com a Escola Politécnica da USP para conceder bolsas de estudo a alunos de pós-graduação com projetos inovadores

Por meio de um convênio, a ser assinado no dia 10 fevereiro, a Toshiba Corporation, referência no desenvolvimento de soluções inovadoras para as áreas eletro-eletrônica e energia, vai conceder bolsas de mestrado e doutorado a alunos da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP). O Programa Toshiba de Bolsas de Pós-Graduação na Poli terá a duração de quatro anos e prevê a concessão de bolsas no valor anual de US$ 10 mil (R$ 24,2 mil) para mestrado e de US$ 20 mil (R$ 48,4 mil) para doutorado. No total, serão beneficiados quatro estudantes da área de Engenharia Elétrica, que inclui os departamentos de Computação e Sistemas Digitais (PCS), Energia e Automação Elétricas (PEA), Sistemas Eletrônicos (PSI) e Telecomunicações e Controle (PTC).

Os três primeiros estudantes beneficiados com as bolsas – dois de doutorado e um mestrado – já foram escolhidos. Daqui a dois anos, mais um, de mestrado, será selecionado. De acordo com o coordenador do convênio na Poli, Maurício Salles, professor do PEA, o valor das bolsas que será pago pela Toshiba é maior que o mais caro que um aluno da Poli pode obter, que é o da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Para Salles, a criação do Programa foi a iniciativa mais importante de 2013 para a comunidade acadêmica da USP, na área de Engenharia Elétrica. “A partir deste modelo, novos programas podem vir a ser implementados em outras áreas da nossa universidade”, diz. “No Brasil, os projetos em conjunto entre o setor produtivo e as universidades cresceram na última década, criando novas oportunidades de pesquisa e desenvolvimento para alunos de pós-graduação e para a ciência. A visão da Toshiba em investir na formação de pesquisadores, financiando projetos de mestrado e doutorado que passaram por seleção criteriosa com potencial de inovação, é uma forma de investir no avanço da sociedade brasileira.”

Segundo o diretor da Poli, José Roberto Cardoso, a iniciativa do Programa partiu da Toshiba, que contatou a Escola para sua criação. “A empresa está em busca de talentos e nos procurou para fazer essa primeira experiência”, conta. “Para nós é muito bom, pois é o reconhecimento de nossa excelência por parte de uma empresa internacional do porte da Toshiba.” Salles pensa de maneira semelhante. “Conseguimos atrair pessoas qualificadas e projetos com forte apelo social e tecnológico”, diz. “Por meio desta parceria pioneira, a produção científica da Poli-USP será fortalecida, criando assim novas perspectivas para a nossa comunidade.”

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Poli/USP oferece três opções de cursos em Engenharia de Computação

A 1ª fase da Fuvest foi realizada no dia 24 de novembro de 2013, com número de inscritos de 172.037. O curso “775 - Engenharia na Escola Politécnica” teve um total de 13.499 candidatos inscritos, estes concorrendo a 870 vagas disponíveis. Na área de Engenharia de Computação, a Escola Politécnica da USP dispõe de duas opções de curso para os candidatos: Engenharia de Computação (quadrimestral) e Engenharia Elétrica (com ênfases em Computação). Outro curso similar oferecido pela Poli/USP é de Engenharia de Computação (com ênfase em Sistemas Corporativos), na USP Leste.

Paulo Cugnasca, professor do Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais (PCS) da Escola , o PCS, explica como funciona o ingresso do candidato no Departamento: “A forma de ingresso na Poli/USP não têm sido igual nos últimos 10 anos. Na Fuvest, a procura inicial é medida na carreira, e todos os cursos de engenharia estão na mesma. O candidato só pode escolher uma carreira, e dentro dela até quatro opções de curso”. 

A procura pelo curso de Engenharia na Escola Politécnica teve uma relação de candidato/vaga de 15.52. Contudo, quando analisado por carreira, esses números mudam. A Engenharia de Computação (quadrimestral) possui 35 vagas e teve 803 candidatos que a escolheram como primeira opção, o que gerou uma relação candidato/vaga de 22.94. Já a Engenharia Elétrica dispõe de 175 vagas, e 1307 inscritos como primeira opção, portanto a relação candidato/vaga é de 7,47. A Engenharia de Computação da USP Leste disponibiliza 50 vagas e possuí 110 inscritos na primeira opção, sendo o curso com a menor relação candidato/vaga dos três oferecidos pelo PCS, de 2,20.

“O curso oferecido na USP Leste é novo e não teve uma grande propaganda, pois ele foi aprovado quase depois do Manual da Fuvest, este já estava preparado para se o curso fosse aprovado”, conta Cugnasca. A USP Leste possui uma localização mais especifica na cidade de São Paulo, portanto em 2014 a procura pelo curso de Engenharia de Computação não foi alta. Contudo, muitos candidatos consideram em cursá-lo em segunda, terceira ou quarta opção. Espera-se que uma boa parcela dos alunos desse curso seja da região.

Selma Shin também é professora no PCS e liderou um grupo para discutir sobre as mudanças nos cursos da Poli. “Passamos por um processo de reestruturação de todos os cursos, o que durou alguns anos. Além das mudanças gerais, dentro da Elétrica, com ênfase em computação, houve uma decisão de que todos os cursos teriam três anos em comum, então quem fosse fazer elétrica teria que ter todo esse conjunto de disciplinas. Só no final do terceiro ano que os alunos vão optar pelas suas respectivas ênfases”, explica.

Com informações da Jornalismo Júnior (ECA - USP), por Mariana Miranda

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Alunos da Poli apresentam projetos de formatura em feira

Evento foi organizado pelo Departamento de Engenharia da Computação e Sistemas Digitais da Poli/USP

Em 9 de dezembro, ocorreu o primeiro dia da Apresentação dos Projetos de Formatura dos alunos do Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais (PCS) da Escola Politécnica da USP. Nele, foi realizada a Feira de Exposição dos Projetos de Formatura dos cursos Engenharia de Computação e Engenharia Elétrica - Ênfase Computação. “O evento ocorre desde o inicio do curso da engenharia elétrica. A Poli/USP, que tem 120 anos de existência, sempre possui projetos de formatura. Quando o trabalho de conclusão de curso passou a ser regulamentado pela lei, para Poli/USP não houve alterações, porque isso já existia há muito tempo. É uma tradição grande”, conta o organizador e professor do PCS João Batista Camargo Júnior.

Durante a feira, os alunos mostravam através dos computadores e dos banners impressos o desenvolvimento de seus projetos. Aproximadamente 50 pessoas encontravam-se no período da tarde divididas entre as duas salas. “Estamos incentivando alunos do quarto ano a frequentarem, bem como de outros anos, para que eles comecem a pensar em projetos e a criar. Porém, o contato com as empresas não é o ideal, precisamos investir mais nesse quesito. Existem representantes que olham os projetos para procurar ideias interessantes, mas é um ponto que precisamos investir mais”, conta Camargo.

Apesar do pouco contato com possíveis compradores de ideias, alguns estudantes pretendem vender seus projetos. O professor diz que não esperava que uma porcentagem tão considerável pretendesse continuar com suas pesquisas, pois o habitual é que o aluno seja contratado por uma empresa e dedique-se apenas ao trabalho. Ele também explica o quão importante é o desenvolvimento e a apresentação desses projetos de formatura para os alunos do PCS: “Primeiro, o aluno sente que pode aplicar alguns conhecimentos em um projeto real, prático. Segundo, alguns grupos pretendem empreender com o projeto que estão desenvolvendo, ou abrir uma microempresa ou vender a ideia para alguns investidores" E ainda afirma que o empreendedorismo é muito importante, e que 20 a 30% dos alunos pensam em continuar a investir.

Por Mariana Miranda | Jornalismo Júnior (ECA - USP)

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Professores e alunos de Engenharia de Computação se reúnem para discutir a EC-3 em workshop

Professores e alunos do PCS se reuniram para discutir a nova estrutura curricular dos cursos do departamento no XIII Workshop de Graduação do Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais (PCS) da Escola Politécnica da USP. Organizado pelo professor Paulo Cugnasca, o evento aconteceu no dia 11 de dezembro, na sede da Associação Paulista de Supermercados (APAS).

Já aprovada para 2014, a EC-3, como é conhecida a nova grade curricular, passa pelas últimas discussões de aperfeiçoamento para sua implantação nos anos de 2015 e 2016. Os cursos do PCS possuem o menor tempo médio de conclusão de todos da Escola Politécnica, com 11 semestres. A evasão, por sua vez, não passa de 2%, ao passo que a média da faculdade é de pouco menos de 10%.

Na abertura do evento, o diretor em exercício da Poli/USP, José Roberto Castilho Piqueira, enfatizou a importância desta preparação para os “grandes desafios” que o departamento passará durante o próximo ano, como a implantação do curso de Engenharia da Computação no campus da USP Leste. O organizador do workshop, Paulo Cugnasca, apontou para os principais temas que devem ser melhor estudados, como uma maior flexibilização das carreiras, a manutenção de pelo menos 10% das vagas de todas as disciplinas como optativas livres, e um grande aumento de atividades extracurriculares.

Logo após, todas as disciplinas do curso foram apresentadas pela professora Selma Shimizu, que demonstrou os resultados do trabalho dos professores iniciado em fevereiro de 2012. Ela também chamou atenção para o fato de que o curso que será oferecido na USP Leste ainda terá diferenças em seu currículo com relação a EC-3, pois foi a única forma de conseguir aprová-lo para começar já em 2014.

Cada grupo de professores de todas as áreas do departamento explicou então como a transição da EC-2, utilizada desde 1999, para a estrutura curricular atual vai ocorrer, assim como os pontos que ainda podem ser implantados para as versões de 2015 e 2016.

Representando a Linha de Hardwares, o professor Edson Midorikawa disse que pretendem tornar suas disciplinas mais dinâmicas e dar mais liberdade aos próprios alunos para buscarem a aprendizagem, assim como valorizar mais atividades não-presenciais. A Linha de Software, por sua vez, vai implantar matérias mais básicas no primeiro ano para o ensino da construção de algoritmos, segundo a professora Anarosa Brandão.

O professor Wilson Ruggiero, que apresentou a Linha de Redes, disse que a principal preocupação do docente tem que ser a de “formar o engenheiro atual, se colocar na cabeça do outro, saber que eles são mais objetivos e não têm o viés reflexivo que tinha um engenheiro de 30 anos atrás”. Ele inclusive levantou um ponto que ainda deveria ser aprimorado na EC-3, que é o fato de um curso de computação não prestigiar a tecnologia mobile, hoje em dia amplamente utilizada nos celulares.

A Linha de Fundamentos, apresentada pelo professor Ricardo Rocha, visa formas alternativas de apresentar a matéria, com profunda integração entre teoria e prática. Por último, o professor Edson Gomi demonstrou o que foi feito na parte de Introdução à Engenharia da Computação e como disputar a atenção do aluno com outras matérias que ele tende a priorizar. Na análise do docente, “temos a tradição de formar bons técnicos, mas num conteúdo mais amplo não estamos tão bem, é preciso pensar como aprender num contexto de sociedade”.

Em seguida foram formadas mesas de discussão sobre todas as áreas, com a participação dos professores e alunos presentes para a apresentação de resultados mais específicos e a discussão de pontos da EC-3 a serem melhorados nos próximos anos. Os resultados destes debates entre docentes e discentes foram expostos durante o período da tarde para encerrar o dia de trabalhos sobre a nova estrutura curricular.


Com informações da Jornalismo Júnior (ECA/USP), por Murilo Carnelosso

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