Escola Politécnica da USP

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Máquinas de pagamento eletrônico podem ser suscetíveis a ataques

Simulações de ataques a equipamentos buscam identificar e alertar, com antecedência, sobre riscos de segurança

Na Internet das Coisas (IoT), sensores colocados em objetos captam informações e, por meio de um dispositivo de transmissão, tornam-nas disponíveis on-line. A tecnologia, cada vez mais acessível, também pode ser utilizada para atacar máquinas de pagamento e “roubar” informações, como senhas de cartões, ao captar o som do acionamento das teclas, alerta pesquisa da Escola Politécnica (Poli) da USP. O estudo do doutor em engenharia elétrica Gerson de Souza Faria mostra que é possível instalar dispositivos para captar e transmitir dados sem necessidade de violar equipamentos. As simulações de ataques realizadas na pesquisa têm o objetivo de identificar e alertar com antecedência sobre problemas de segurança dos equipamentos, para que haja desenvolvimento de máquinas mais seguras.

As máquinas de pagamento por cartão seguem normas internacionais de segurança bastante rigorosas. “Por exemplo, se você abrir o equipamento para inserir uma estrutura maliciosa como fios e chips, o próprio dispositivo destrói as chaves criptográficas que permitem o seu funcionamento”, diz Faria. “No entanto, como as máquinas funcionam de modo semelhante a um telefone celular, alguns modelos possuem um espaço para o chip SAM Card e baterias, que precisa ser aberto para serem instalados. Ali há espaço suficiente para colocar sensores que capturam informações, como senhas de cartões, sem precisar violar o equipamento.”

A IoT consiste em sensores que obtêm informações sobre diversas quantidades físicas, tais como som, vibração, localização geográfica, temperatura e umidade, que podem ser disponibilizadas na internet por meio de dispositivos de transmissão de dados. “Embora a evolução destes sensores e sua integração à internet tragam uma série de facilidades para o dia a dia, na medida em que muitos equipamentos podem ser controlados por meio do telefone celular, ela também traz problemas de segurança”, afirma o pesquisador. “Como a tecnologia está disponível a todos, um sensor pode ser colocado maliciosamente em uma máquina de pagamentos para ‘roubar’ senhas sem deixar rastros, como um ‘chupa-cabras’ de terceira geração.”

Embora haja registros do uso de sensores para capturar senhas digitadas em telefones celulares, não se conhece nenhum caso de seu uso em máquinas de pagamento. No entanto, a evolução da IoT tem tornado os sensores e seus sistemas auxiliares, que possuem código e hardware abertos, menores, mais baratos e mais acessíveis, de forma a difundir a tecnologia. “Na IoT, segurança não é considerada um valor agregado, mas um custo. Desse modo, primeiro as tecnologias dos sensores e de comunicação são disponibilizadas para serem difundidas”, observa o pesquisador. “Somente quando aparecem os problemas é que se pensa em questões de segurança, como no caso das babás eletrônicas e bonecas que transmitiam dados violando a privacidade das famílias.”

Ataques - A pesquisa simulou três tipos de ataques não invasivos a máquinas de pagamento com cartão. Um deles consistiu no roubo de senhas pela captação dos sons emitidos pelo acionamento das teclas. “Pelas normas internacionais desse tipo de equipamento, estabelecidas pela organização Payment Card Industry (PCI), ele não deveria permitir nenhum tipo de captação de informação pelo som das teclas, emissões eletromagnéticas ou qualquer outro tipo de medição”, relata Faria. “O ‘bip’ que é emitido durante o uso do teclado não permite diferenciar que tecla foi acionada. No entanto, em alguns tipos de teclado mecânico, cada tecla ao ser acionada emite um ruído característico, devido à construção do mecanismo de acionamento. É esse som que é captado pelos sensores e permite identificar a senha. No entanto, o dispositivo não tem acesso direto aos dados do cartão no sistema da máquina e teriam de ser capturados de outro modo.”

Outros ataques simulados durante a realização da pesquisa utilizaram tipos diferentes de sensores para obter senhas: acelerômetros, usados para estimar a posição da tecla pressionada a partir da vibração que o acionamento provoca dentro da máquina, e, por fim, células de carga, uma espécie de balança com sensores de pressão que medem a força exercida nas teclas ao serem acionadas, permitindo sua identificação.

A ideia das simulações é descobrir o funcionamento dos ataques antes que aconteçam em situações reais. “Por exemplo, no caso de alguns teclados mecânicos, é preciso modificar o design do teclado para que ele não emita ruídos quando acionado, o que não acontece em teclados tipo touch. Em caixas eletrônicos, é mais difícil o uso de sensores, pois os teclados são colocados em compartimentos blindados”, aponta o pesquisador. Em algumas máquinas, também seria necessário eliminar compartimentos para colocação de chips, onde dispositivos maliciosos podem ser colocados.

Parte dos resultados da pesquisa foi reunida em artigo publicado nos anais da IEEE International Conference on Systems, Man and Cybernetics (SMC 2015), realizada em Hong Kong, e no periódico Computers & Security, em 2016. As conclusões do estudo também foram comunicadas ao Banco Central do Brasil, ao Federal Reserve (banco central dos Estados Unidos), à Financial Conduct Autoriy (FCA), autoridade reguladora do sistema financeiro no Reino Unido, e à operadora de cartões Visa.

De acordo com a empresa de consultoria Gartner, em 2020, o mercado negro de informações capturadas de forma ilegal por sensores da Internet das coisas movimentará cerca de 5 bilhões de dólares em todo o mundo. “Isso equivale ao valor total arrecadado pelas exportações da indústria eletroeletrônica brasileira no ano de 2016”, destaca. A pesquisa é descrita na tese de doutorado Novos ataques de canal secundário a dispositivos de entrada manual de dados confidenciais, apresentada no Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos da Escola Politécnica, orientada pelo professor Hae Yong Kim.

(Júlio Bernardes | Jonnal da USP)

 

Poli-USP recebe autora de projeto de lei sobre fundos endowment

Encontro foi organizado pelo Grêmio Politécnico e contou com presença da vice-diretora da Escola, docentes da Poli e da USP e alunos.

A senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS), que tem um projeto de lei regulamentando e incentivando a criação de fundos de endowment, esteve nesta segunda-feira (20/05) na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) para falar sobre sua proposta a alunos e docentes da Poli e da USP no encontro “Politizados”, organizado pelo Grêmio Politécnico, que contou com a participação de cerca de 40 pessoas. A parlamentar foi recebida pela vice-diretora da Poli, a professora Liedi Legi Bariani Bernucci; pelo vice-presidente do Fundo Patrimonial Amigos da Poli, Peter Sonnenberg; e pelo presidente do Grêmio Politécnico, Luca Artiolli.

O projeto de lei número 16, de 2015, prevê que as instituições públicas de ensino superior possam criar Fundos Patrimoniais vinculados às mesmas para poderem administrar recursos de doações de pessoas físicas ou de empresas. Todo o montante arrecadado fica livre de tributações federais, e deve ser investido em projetos e programas da unidade. Segundo a senadora, ele está tramitando em caráter terminativo, ou seja, assim que for aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado será encaminhado para a Câmara dos Deputados, caso não exista requerimento por parte de algum senador para que o projeto seja submetido a plenário.

Na avaliação da senadora, a tramitação deverá ocorrer sem grandes problemas porque se trata de uma matéria que não enfrenta muitos conflitos. Segundo ela, há um entendimento entre os parlamentares de que as universidades devem ter o financiamento do Estado, mas que devem contar com outras alternativas de captação de recursos, como já ocorre com as instituições norte-americanas e inglesas, que recebem grandes contribuições de ex alunos, na forma de doação a fundos de endowment.

Mobilização da academia – A senadora explicou que o projeto poderia enfrentar alguma resistência por parte da área econômica do governo, já que prevê desoneração fiscal e o País está em crise, mas que trabalhou para montar o PL de forma a poder detalhar melhor a questão do impacto fiscal posteriormente, na regulamentação do PL. Essa estratégia busca a aprovação da proposta no Congresso Nacional. “Precisamos do apoio de vocês, dos que se beneficiariam com o projeto. Entrem em contato com os parlamentares, divulguem o projeto em suas redes de contato, pois ele ainda não é amplamente conhecido e a sociedade precisa entender a sua relevância”, afirmou Lemos.

A vice-diretora da Poli-USP reforçou o pedido de divulgação, lembrando da necessidade que as universidades têm de encontrar fontes de recursos em uma época de crise econômica como a vivida hoje pelo País. “A USP, a Poli são centros de excelência e não podemos permitir movimentos de descontinuidade porque, se o fizermos, a retomada será muito mais difícil. O Fundo Amigos da Poli veio em um momento importantíssimo e tem contribuído com projetos importantes para nossa Escola”, disse Bernucci. “O projeto de lei da senadora é uma iniciativa positiva. Queremos que aumente os recursos do Fundo [Amigos da Poli] para voltarmos a olhar o futuro de forma positiva, com fôlego; então se mobilizem para divulgar a proposta”, acrescentou.

Peter Sonnenberg, do Amigos da Poli, ressaltou que o fundo patrimonial tem R$ 1,5 milhão para apoiar projetos da Escola este ano. “É um valor pioneiro, mas temos demandas muito maiores do que isso, projetos incríveis que procuram melhorar a vida das pessoas. A aprovação do projeto de lei, com certeza, vai nos ajudar a trazer mais recursos para o fundo e para a Poli”, disse.

Durante o evento, a presidente da Confederação Brasileira de Fundações (Cebraf) e da Associação Paulista de Fundações (APF), Doria Silvia Cunha Bueno, entregou para a vice-diretora da Poli um documento que contém um resumo do projeto de lei e que pede o apoio da Escola para o PL. As entidades que Bueno representa defendem que o PL 16/2015 contemple também as fundações privadas. A proposta original discute apenas os incentivos para criação de fundos de endowment criados por universidades públicas.

Tramitação – O PL 16/2015 não foi votado na semana passada por falta de quórum na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. Se a aprovação ocorrer, o projeto será encaminhado para a Câmara dos Deputados. Nessa Casa, deve passar pelas comissões de Constituição e Justiça, Finanças e Tributação; e Educação. Caso sofra alterações, volta ao Senado. Do contrário, sendo aprovado pelos deputados, segue para sanção presidencial.

Na Câmara, já existe um projeto de lei que trata dos fundos de endowment, de autoria da deputada Bruna Furlan (PSDB-SP). A senadora Ana Amélia Lemos diz que já conversou com a deputada e há um entendimento para que ambos os projetos sejam apensados (tramitam conjuntamente), de forma que o PL seja aprovado mais rapidamente.

Para acessar ao projeto de lei, clique aqui. Confira as fotos do evento no Flickr da Poli (https://www.flickr.com/photos/poliusp/albums/72157681331162764).

(Janaína Simões)

 

Poli Social realiza semana sobre terceiro setor

Os participantes da I Semana Social poderão conhecer diversas ONGs e participar de um mutirão de distribuição de alimentos.

A associação estudantil Poli Social, que promove atividades voltadas ao terceiro setor, promove a primeira edição da Semana Social da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP). Do dia 30 de maio a 2 de junho, os participantes da Semana terão contato com diversas ONGs por meio de feiras e palestras. O ponto alto do evento será o Ato Voluntário, no dia 2, quando será feita distribuição de alimentos para moradores de rua do centro de São Paulo. Para participar do evento, é necessária a inscrição prévia apenas para a distribuição de alimentos.

“Sentíamos falta de um momento durante o ano para mostrar o que realmente é feito pelo terceiro setor e o que a Poli Social faz além dos eventos”, conta Mariana Yaginuma, assessora de Eventos do Poli Social. Os alunos da associação politécnica esperam, com a Semana, influenciar positivamente o maior número de pessoas possível. “Pretendemos mostrar aos participantes que eles podem seguir caminhos que impactam a sociedade positivamente ainda durante a faculdade e que isso pode ter continuidade quando já estiveremno mercado de trabalho”, acrescenta.

Ela conta que a Semana Social recebeu o apoio financeiro de pessoas que se identificaram com o projeto, e também da Fundação Lemann, organização criada com o intuito de incentivar projetos inovadores em educação, realizar pesquisas para embasar políticas públicas na área e oferecer formação adequada a profissionais do ensino.

A programação – A Semana começa no dia 30, às 11 horas, com uma feira no vão do prédio do Biênio da Poli-USP, no campus do Butantã, em que estarão presentes ONGs e empresas de cunho social. Lá, as entidades se dividirão em estandes e estarão disponíveis para explicar sobre as suas áreas de atuação e tirar eventuais dúvidas dos presentes.

O dia 31 contará com as Social Talks, apresentações de politécnicos que atuam na Fundação Lemann. Os ex-alunos da Poli-USP Fernando Paiva, César Wedemann, Carlos Henrique Uehara e Peter Sonnenberg serão os palestrantes.

No primeiro dia 1º de junho, representantes de diferentes setores da sociedade que promovem trabalhos sociais irão expor suas ideias, além de contar como se envolveram com as causas que defendem. Tanto as Social Talks como a palestra ocorrerão no Anfiteatro Professor Francisco Romeu Landi, no prédio da Administração Central da Poli.

O último dia da Semana Social será marcado pelo Ato Voluntário. Em parceria com a ONG Reintegra Turma da Sopa, os alunos inscritos se encontrarão às 20 horas para a distribuição de sopa, água e pão às pessoas em situação de rua no bairro da Bela Vista, no centro de São Paulo. Assim como os demais eventos da Semana, o Ato Voluntário é aberto a todos os interessados, inclusive estudantes que não sejam da USP. Quem vai participar especificamente da ação na Bela Vista deve se inscrever previamente neste link

(Amanda Panteri)

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Serviço: I Semana Social
Data: De 30/05/2017 até 02/06/2017
Horário: Das 11h às 17h.
Local: Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli – USP)
Endereço: Av. Prof. Luciano Gualberto - Travessa 3, 380 - São Paulo – SP. CEP: 05508-150 - Brasil

 

Grêmio Politécnico organiza Encontro Internacional para Liderança em Engenharia

Para lançar explicar melhor programa, o grupo estudantil realizará evento que reunirá startups voltadas à solução de problemas urbanos.

O Grêmio Politécnico, agremiação estudantil da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), promoverá o Encontro Internacional para Liderança na Engenharia 2017 (EILE 2017). O programa será realizado pela segunda vez na Escola e pretende reunir estudantes da Poli e de universidades estrangeiras em um desafio de Engenharia com o tema “Cidade do Futuro”. Para introduzir e explicar o Encontro, o Grêmio organizará, no próximo dia 30 de maio, a “Rodada de Startups”. O evento acontecerá no anfiteatro do prédio do Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos (PSI), às 11 horas, e contará com palestras das empresas. Ele é gratuito e aberto ao público, sem necessidade de inscrição prévia.

As startups convidadas para o dia são a BigData Brasil, Scipopulis e Tá Na Hora. Os empreendedores responsáveis pela criação das empresas comentarão sobre as suas principais áreas de atuação, os motivos que os fizeram pensar em criar os negócios e como seus trabalhos contribuem para o desenvolvimento da cidade. Após as apresentações, o Grêmio fará uma explicação sobre o EILE deste ano. Os presentes saberão detalhes sobre as inscrições, processo seletivo e etapas do projeto.

Sobre o EILE 2017 – O programa é uma inspiração do “Projeto Aladdin”, que ocorreu na Turquia em 2015. Nele, o reitor da USP Marco Antonio Zago selecionou cinco estudantes da Universidade para se reunirem com 70 estudantes de universidades ao redor do mundo. Juntos, eles criaram trabalhos com o tema “O Poder das Imagens: Verdade, Manipulação e Intolerância”.

O EILE possui uma estrutura parecida. Este ano, o Grêmio pretende contar com 48 alunos, entre estudantes da Poli, estrangeiros que estão realizando intercâmbio na Escola e alunos de universidades portuguesas. Para isso, foram realizadas parcerias com o Consulado de Portugal e com o Conselho de Reitores das instituições lusitanas.

O Encontro acontecerá em três etapas. Na primeira delas, os selecionados passarão uma semana do mês de setembro na cidade de Santos, litoral paulista, onde a Poli sedia o curso de Engenharia de Petróleo. Durante esse período, os alunos assistirão a palestras e painéis a respeito do tema. Além disso, eles se dividirão em seis grupos mistos para a realização de reuniões e discussão de soluções para os problemas urbanos que as cidades do futuro possivelmente enfrentarão.

A segunda etapa ocorre de outubro a dezembro. Os grupos ficarão encarregados, então, de pesquisar e desenvolver projetos para as problemáticas levantadas durante a estadia na Baixada Santista. Nessa fase, os estudantes contam com o apoio de docentes da Poli e de outras unidades da USP.

Ao final de dezembro, os projetos criados serão apresentados a uma banca avaliadora, que julgará os trabalhos em aspectos como viabilidade de implementação, impacto na sociedade e inovação. O grupo melhor avaliado receberá apoio financeiro para desenvolver a criação entre os meses de março a agosto.

Sobre as Startups presentes no evento – A BigData Brasil foi fundada em 2013. É pioneira em big data analytics no Brasil e líder no setor. Com clientes como Ambev, BRF, Ipiranga, Unilever, Magazine Luiza, Estácio, Alpargatas e outros, tem como missão levar ciência e dados para gerar ganhos significativos de resultados para todos os seus clientes.

A Scipopulis é uma empresa de inovação focada em cidades inteligentes e dedicada à mobilidade urbana. Seus produtos entregam soluções aos usuários e gestores do sistema de mobilidade nas áreas de monitoramento, análise de dados, relacionamento, compartilhamento e mobilidade ativa.

A empresa Tá Na Hora foi criada com o intuito de desenvolver soluções foadas na prevenção de doenças, combate a epidemias, promoção de qualidade de vida e facilitação do acesso a informações sobre saúde. Ela une tecnologia e inteligência artificial para realizar conversas interativas, engajar e induzir mudanças de comportamento via SMS e outras plataformas digitais.

(Amanda Panteri)

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Serviço: Evento Rodada de Startups
Data: 30/05/2017
Horário: Das 11h às 13h.
Local: Anfiteatro do prédio do Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos (PSI).
Endereço: Av. Prof. Luciano Gualberto - Travessa 3, 158 - São Paulo – SP. CEP: 05508-150 - Brasil.

 

Poli-USP recebe alunos do ensino médio

Atividade integra a programação do “USP e as Profissões”, coordenado pela Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da Universidade.

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) recebeu neste sábado (20/05) aproximadamente 700 alunos do ensino médio, vindos de diversos Estados do País, no dia em que a instituição abriu suas portas para os estudantes conhecerem mais detalhes sobre a carreira de Engenharia e também a respeito da Poli. O evento integra o programa “USP e as Profissões”, coordenado pela Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP, que tem por objetivo oferecer subsídios para ajudar os pré-vestibulandos na escolha de suas carreiras.

Para recepcionar os visitantes, a Poli mobilizou um total de 217 pessoas, entre docentes, funcionários e alunos. Durante a manhã de sábado, os alunos assistiram a palestras com docentes e estudantes da Poli, conheceram os laboratórios de alguns Departamentos e ainda participaram de uma feira sobre os cursos de Engenharia oferecidos na Escola.

Eles começaram o dia de atividades com as palestras de boas-vindas do professor Paulo Carlos Kaminski, presidente da Comissão de Cultura e Extensão da Poli, organizadora do evento, e também dos docentes politécnicos Mércia Maria Semensato Bottura Barros, Antonio Figueiredo, Marcos Barreto e Fabrício Junqueira, que deram mais detalhes sobre a profissão de Engenheiro e sobre a formação oferecida pela Escola.

A seguir, ouviram uma apresentação a respeito da vida na Poli, onde estudantes da instituição contaram sobre como é a rotina de quem estuda na universidade. Falaram sobre questões práticas, como os serviços de moradia, transporte e alimentação no campus, e também sobre oportunidades de desenvolver atividades extras, como fazer pesquisa e extensão, sobre as aulas, em si, a vida social, a Atlética e atividades de esporte, os centros acadêmicos, entre outros assuntos.

Divididos em grupos, os estudantes visitaram parte das instalações e alguns dos laboratórios existentes nos Departamentos de Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica e Engenharia Civil. Participaram também da Feira de Projetos, onde puderam interagir com estudantes e professores da Poli para tirar suas dúvidas e ver detalhes sobre todas as carreiras oferecidas pela Escola. Os participantes receberam durante a visita um kit que continha achocolatado, biscoito e um folder explicativo sobre a Poli.

Confira as fotos do dia no Flickr da Poli-USP

 

Poli -USP e Amigos da Poli promovem evento sobre carreiras a estudantes da graduação

O principal objetivo do evento é fazer com que os alunos das diversas Engenharias da Escola entendam quais as principais áreas que podem seguir.

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli – USP), em parceria com o Fundo Patrimonial Amigos da Poli, organizará, no dia 26 de maio, às 11 horas, uma mesa de debates sobre as diferentes carreiras que podem ser exercidas pelos engenheiros no mercado de trabalho. As carreiras abordadas no dia serão Consultoria, Mercado Financeiro, Indústria, Empreendedorismo e Tecnologia da Informação; e contarão com palestrantes do Banco Safra, Embraer, DEV Tecnologia, entre outros. O evento é gratuito e deve ser feita a inscrição prévia por meio deste link.

Ao final do evento, os presentes ainda poderão assistir a uma explicação a respeito da iniciativa Programa de Carreira, uma espécie de embrião de um escritório de carreira voltado aos alunos da graduação. O Programa tem duração de sete meses e proporciona aos alunos da Poli treinamentos, estágios de férias e mentoria individual com o objetivo de auxiliá-los no gerenciamento de suas vidas profissionais. Para participar do Programa, basta se inscrever no formulário fornecido no site do projeto. As inscrições poderão ser feitas até o dia 4 de junho.

Sobre o Programa – Logo nas primeiras sessões, os alunos participam de workshops de autoconhecimento, para identificar seus pontos fortes e fracos e avaliar como melhorar suas qualidades para o ingresso no mercado de trabalho. Adicionalmente, é realizada uma sessão de planejamento de carreira e de apresentação de indústrias com oportunidades para engenheiros.

Uma série de treinamentos abordam as habilidades essenciais, como técnicas de resolução de problemas, estratégia e finanças corporativas. Além disso, ocorrerá uma preparação para dinâmicas de grupo e entrevistas.

Ao longo do Programa, os alunos são acompanhados por um mentor politécnico, que compartilha aprendizados sobre os desafios encontrados no ambiente profissional e ajuda o aluno a conhecer os setores com as melhores oportunidades profissionais.

Na etapa final, os alunos participam de um estágio de férias com o objetivo de executar um projeto desafiador para a empresa, com o suporte de um gestor.

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Serviço:

Evento Carreiras na Mesa
Data:
26/05/2017
Horário:
11h às 14h
Local:
Auditório do Prédio de Engenharia de Produção (PRO) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP).
Endereço: Universidade de São Paulo - Av. Prof. Almeida Prado, 128 - Butantã, São Paulo - SP, 05508-070, Brasil.

Inscrições gratuitas: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfgbdaiGfa7LjDcsIwZXJhaMAA6afEd6aW0M-8-BjdGVBai7g/viewform

 

Seminário na USP discute direitos autorais na internet e inteligência artificial

O evento trará especialistas ao Largo São Francisco para discorrer sobre temas atuais

O Centro de Estudos Sociedade e Tecnologia (CEST) da Escola Politécnica da USP  realizará no dia 24 de maio, a partir das 8h30, um seminário com palestras de professores de Direito e pesquisadores da área de computação para tratar dos desafios que os sistemas legislativos enfrentam a partir do surgimento de novas formas de publicação de conteúdo.

Com o desenvolvimento tecnológico avançando cada vez mais rápido, surge o desafio das Leis se adequarem aos novos cenários. Os meios de comunicação se apropriaram das facilidades de acesso ao público trazidas pela internet, de forma que, atualmente, há uma vasta quantidade de material acerca dos mais diversos assuntos disponível a qualquer pessoa. Mas como garantir que os direitos daqueles que publicam esses conteúdos sejam respeitados?

Os tratados internacionais que protegem os direitos dos autores estão, em muitos casos, em descompasso com a realidade desse trabalho. Para discutir essa questão, estarão presentes a Dra. Vera Kerr, pesquisadora do CEST, o Dr. Daniel R. Pinto, diplomata especialista em Propriedade Intelectual, e os Professores Doutores Maristela Basso e Newton Silveira, da Faculdade de Direito da USP.

Outro problema trazido pelas inovações científicas é o surgimento das Inteligências Artificiais, que será explicado pela pesquisadora do CEST, Dra. Silvia Melchior, e pelo Dr. Jaime Sichman, professor do Departamento de Computação e Sistemas Digitais da POLI-USP. A contemplação ou a ausência desses avanços tecnológicos por parte do sistema legal vigente e o modo como os direitos autorais devem ser aplicados às suas produções serão analisadas no evento pelo Dr. Antônio Carlos Morato, professor da Faculdade de Direito da USP. Os especialistas irão tratar de possíveis caminhos para a solução de eventuais complicações que passaram a existir com as Inteligências Artificiais.

O III Seminário Propriedade Intelectual na Sociedade da Informação - Direito de Autor e Inteligência Artificial será transmitido online ao vivo pelo canal de IPTV da Universidade de São Paulo. Para participar pessoalmente, é necessário inscrever-se gratuitamente pelo site. Haverá emissão de certificado online para quem assinar a lista de presença no dia e local do evento.

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Serviço:

III Seminário Propriedade Intelectual na Sociedade da Informação - Direito de Autor e Inteligência Artificial
Local: Faculdade de Direito da USP - Auditório 1 - 01005-010, Largo São Francisco, 95, Sé, São Paulo, São Paulo
Data: quarta-feira, 24 de maio de 2017
Horário: 08:30 às 13h

Inscrições e programação completa: https://www.doity.com.br/propriedade-intelectual-direito-de-autor-e-inteligencia-artificial

 


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