Escola Politécnica da USP

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Pré-IC Poli-FDTE ampliará número de escolas participantes

No evento de encerramento da edição de 2016, foram apresentados
os projetos desenvolvidos pelos 22 estudantes participantes.

O Programa de Pré-Iniciação Científica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Pré-IC Poli-FDTE) realizou na tarde da última sexta-feira (02/12), no prédio do Departamento de Engenharia de Construção Civil (PCC), a cerimônia de encerramento da edição de 2016, a terceira desde sua criação. Neste ano, participaram 34 alunos de seis escolas de ensino fundamental públicas e particulares. Ao longo de dez meses, eles tiveram aulas teóricas e práticas em laboratório, com vistas ao desenvolvimento de um projeto científico. O objetivo da iniciativa é despertar e incentivar a vocação científica entre estudantes do ensino médio e profissional.

No ano que vem, mais duas escolas serão atendidas. O ínicio das aulas está previsto para 10 de março e cada escola será responsável pela escolha dos alunos que participarão do Programa. A ampliação é consequência dos bons resultados que o projeto vem colhendo junto às escolas participantes. Desde sua criação, já passaram 80 alunos pelo Programa.

Aposta no potencial – Na cerimônia de encerramento, professores dos colégios participantes fizeram um balanço e falaram dos impactos positivos para os alunos que fizeram o Pré-IC e também para suas instituições. Nos vários depoimentos, relataram casos de participantes do Pré-IC que se sentiram motivados a prestar vestibular e foram aprovados em universidades e institutos federais e em boas instituições de ensino superior privadas.

O diretor da Poli-USP, professor José Roberto Castilho Piqueira, incentivou os participantes do Pré-IC a continuarem dedicados aos estudos. “O Brasil tem várias coisas de primeiro mundo e uma delas são universidades públicas gratuitas e de excelência. Pensem nessas universidades, nas diversas áreas de formação, vocês são capazes de estar nesta Universidade e em outras gratuitas”, disse. “Se esforcem, tomem posse delas. É difícil entrar, sim, mas estudem, trabalhem, pois é possível”, acrescentou.

Ele enfatizou a importância do Pré-IC como atividade que ajuda a Poli a cumprir seu papel social. “Nossa Escola tem três patrimônios – o físico, o intelectual e o moral – que nos coloca entre as melhores escolas de Engenharia do mundo. O Pré-IC deixa esse patrimônio moral muito evidente porque aqui temos professores e funcionários da Poli dedicados a uma atividade que exercem sem buscar ganho institucional, o fazem de forma voluntária, pensando no benefício à sociedade”, destacou.

A professora Mércia Bottura de Barros, do Departamento de Engenharia de Construção Civil (PCC), coordenadora do Pré-IC, comentou a alegria da equipe de docentes e funcionários da Poli em receber e trabalhar com os alunos ao longo do ano. “Estamos vendo os bons frutos do Programa e isso nos motiva a continuar”, afirmou. O professor Diolino José dos Santos Filho, do Departamento de Engenharia Mecatrônica e de Sistemas Mecânicos (PMR), que atua como orientador no Pré-IC, também destacou os impactos positivos para os docentes das escolas participantes, já que também são desenvolvidas atividades para ajudá-los no desenvolvimento de sua profissão.

Mentes inovadoras – As competências adquiridas pelos alunos do Programa ficaram evidentes nas apresentações dos projetos. Os estudantes da escola Santo Dias da Silva, por exemplo, trabalharam conceitos de Engenharia de Transportes, avaliando a disponibilidade de algumas das tecnologias de sistemas globais de posicionamento e fazendo experimentos para testar receptores e avaliar os sensores de veículos autônomos. Também estudaram algoritmos bug, usados em programação para que objetos ou dispositivos robóticos consigam chegar a um local sem serem previamente programados.

Os alunos da escola José Marcato estudaram alguns dos materiais mais utilizados na construção civil: os cimentícios. Eles trabalharam com uma argamassa que eles mesmos fizeram, produzindo 12 corpos de prova. O objetivo foi estudar a influência do aditivo na densidade do produto e comparar o desempenho das argamassas na construção de pilares.

Já os participantes da escola José Fernando Abbud trabalharam com modelagem computacional. Diante da perspectiva de escassez de mão de obra para a construção civil, eles desenvolveram equipamentos para automatizar o campo de obra. Os estudantes chegaram a prototipá-los, em pequena escala, usando impressora 3D.

Os alunos do Colégio Renascença, por sua vez, desenvolveram um sistema automatizado de transporte de fármacos para o Hospital da USP. Os estudantes projetaram, em computador, uma esteira com duas rampas, equipada com um braço mecânico, que separa os remédios tarja preta dos demais depois da leitura dos sensores de cor e ultrassom. Cada remédio vai para o local correto de armazenagem pela esteira.

Coube à escola Anecondes Alves Ferreira desenvolver um projeto em análise e mitigação de falhas em processos industriais. Eles fizeram uma pesquisa em uma indústria produtora de vidro. Dentro da planta, selecionaram o equipamento mais crítico das etapas de produção, o forno, e o risco de explosão no reservatório de gás. Simularam um acidente em uma placa com sensores e utilizaram várias técnicas de análise de risco para verificar como e quais funcionariam melhor nas situação. Um segundo grupo dessa escola desenvolveu um protótipo para automatizar a coleta de dados para um dispositivo de assistência ventricular. O objetivo foi otimizar o tempo e o esforço dos pesquisadores envolvidos em etudos nesse tema.

Respaldo institucional – A Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia (FDTE) apoia o programa desde o final de 2013 e voltou a conceder bolsas para os participantes da edição de 2016. Na cerimônia, a Fundação foi representada pelo seu diretor superintendente, André Steagall Gertsenchtein.

A coordenação geral do Programa é da Diretoria da Poli e a gestão, da Assistência Técnica de Pesquisa, Cultura e Extensão e seu Serviço de Pesquisa. Nesta edição, além de Diolino José dos Santos Filho e Mércia Bottura de Barros, participaram os professores Cheng Liang Yee e Fabiano Rogério Corrêa, do Departamento de Engenharia de Construção Civil (PCC), e Edvaldo Simões da Fonseca Júnior, do Departamento de Engenharia de Transportes (PTR).

 

Câmara Brasileira do Livro anuncia Livros do Ano em cerimônia do 58º Prêmio Jabuti

O evento contou com a premiação dos vencedores, anúncio do “Escolha do Leitor” e Livros do Ano de Ficção e Não Ficção, e homenagem à Lygia Fagundes Telles

A Câmara Brasileira do Livro (CBL) realizou nesta quinta-feira, 24 de novembro, a cerimônia do 58º Prêmio Jabuti, no Auditório Ibirapuera. O evento, que contou com a entrega das estatuetas do Jabuti para os vencedores, anunciou também os contemplados pelos Livro do Ano Ficção e Não Ficção, além do “Escolha do Leitor”.

O Livro do Ano Ficção foi para “A Resistência”, de Julián Fuks (Companhia das Letras). O Não Ficção foi compartilhado por duas obras, por conta de um empate: “Mário de Andrade: Eu sou Trezentos: Vida e Obra”, do autor Eduardo Jardim (Edições de Janeiro), e “Dicionário da História Social do Samba”, de Nei Lopes e Luiz Antonio Simas (Civilização Brasileira). Já o “Escolha do Leitor” – realizado em parceria com a Amazon.com.br, premiou o livro “Ainda Estou Aqui”, de Marcelo Rubens Paiva (Alfaguara), na categoria Romance; “Amora”, de Natalia Borges Polesso (Não Editora) em Contos & Crônicas; e “Vertigens”, de Wilson Alves Bezerra (Iluminuras) em Poesia.

Os primeiros colocados das 27 categorias receberam o troféu Jabuti e R$ 3,5 mil; também os vencedores dos segundos e terceiros lugares ganharam o troféu. Os vencedores do Livro do ano Ficção e Livro do Ano Não Ficção, definidos por votação por profissionais do mercado editorial, foram comtemplados, individualmente, com o prêmio de R$ 35 mil, além da estatueta dourada. Os vencedores do “Escolha do Leitor” receberam um prêmio adicional, decidido pela avaliação dos leitores, pelo site www.amazon.com.br/premiojabuti

Nesta edição, a escritora Lygia Fagundes Telles foi homenageada com o prêmio Personalidade Literária pelo conjunto de sua obra. Na ocasião, a escritora e atriz Bruna Lombardi fez uma leitura de fragmentos de seus livros, e a autora recebeu uma homenagem em vídeo, com depoimentos de grandes autores e profissionais ligados ao livro e à cultura: Ignácio de Loyola Brandão, Lúcia Telles, Nélida Pinõn, Ana Maria Martins, Danilo Miranda, Luís Antonio Torelli e Marisa Lajolo.

Os vencedores das 27 categorias foram escolhidos entre mais de 2.400 obras inscritas, por júris especialistas de cada categoria. O Júri foi indicado pelo Conselho Curador do Prêmio, composto por Marisa Lajolo, Antonio Carlos de Morais Sartini, Frederico Barbosa, Luís Carlos de Menezes e Pedro Almeida. Apenas no dia da cerimônia, o júri foi conhecido por todo o público. A relação de vencedores foi validada pelo Conselho Curador e pela Auditoria Ecovis Pemom, e está disponível em  www.premiojabuti.org.br.

Conheça a relação de vencedores:

Adaptação: 1º Lugar – Título: Hamlet ou Amleto – Autor(a): Rodrigo Lacerda – Editora: Editora Zahar / 2º Lugar – Título: A Flauta Mágica e o Livro da Sabedoria – Autor(a): Del Candeias – Editora: Sesi-SP Editora / 3º Lugar – Título: Auto da Barca do Inferno – Autor(a): Ivo Barroso – Editora: Sesi-SP Editora

Arquitetura, Urbanismo, Artes e Fotografia: 1º Lugar – Título: Histórias Mestiças: Catálogo – Autor(a): Lilia Moritz Schwarcz e Adriano Pedrosa (org) – Editora: Editora Cobogó / 2º Lugar – Título: Kazuo e Yoshito Ohno – Autor(a): Emidio Luisi – Editora: Edições Sesc São Paulo / 3º Lugar – Título: Rio – Autor(a): Marc Ferrez – Editora: Instituto Moreira Salles

Biografia: 1º Lugar – Título: Mário de Andrade: Eu sou Trezentos: Vida e Obra – Autor(a): Eduardo Jardim – Editora: Edições de Janeiro / 2º Lugar – Título: Tancredo Neves: a Noite do Destino – Autor(a): José Augusto Ribeiro – Editora: Civilização Brasileira / 3º Lugar – Título: D. Pedro: a História não Contada – Autor(a): Paulo Rezzutti – Editora: Leya

Capa: 1º Lugar – Título: O Gigante Enterrado – Capista: Alceu Chiesorin Nunes – Editora: Companhia das Letras / 2º Lugar – Título: Baré: Povo do Rio – Capista: Tuut Design – Editora: Edições Sesc São Paulo / 3º Lugar – Título: O Sumiço – Capista: Diogo Droschi – Editora: Autêntica

Ciências da Natureza, Meio Ambiente e Matemática: 1º Lugar – Título: Capitalismo e Colapso Ambiental – Autor(a): Luiz Marques – Editora: Editora Unicamp / 2º Lugar – Título: A Utilidade do Conhecimento – Autor(a): Carlos Vogt – Editora: Editora Perspectiva / 3º Lugar – Título: Energia e Matéria: da Fundamentação Conceitual às Aplicações Tecnológicas – Autor(a): Carlos Alberto dos Santos (org) – Editora: Editora Livraria da Física

Ciências da Saúde: 1º Lugar – Título: Tratado de Neurocirurgia – Autor(a): Mario G. Siqueira – Editora: Manole / 2º Lugar – Título: Ecocardiografia Fetal – Autor(a): Lilian Lopes – Editora: Revinter / 3º Lugar – Título: Acidente Vascular Cerebral Prevenção, Tratamento Agudo e Reabilitação – Autor(a): Gisele Sampaio Silva, Renata Carolina Acri Nunes Miranda, Rodrigo Meirelles Massaud – Editora: Editora Atheneu

Ciências Humanas: 1º Lugar – Título: Flores, Votos e Balas – Autor(a): Angela Alonso – Editora: Companhia das Letras / 2º Lugar – Título: Mutações: Fontes Passionais da Violência – Autor(a): Adauto Novaes (org.) – Editora: Edições Sesc São Paulo / 3º Lugar – Título: Ancestrais e suas Sombras: Uma Etnografia da Chefia Kalapalo e seu Ritual Mortuário – Autor(a): Antonio Guerreiro – Editora: Editora da Unicamp

Comunicação: 1º Lugar – Título: Para Além do Código Digital. O Lugar do Jornalismo em um Mundo Interconectado. – Autor(a): Carlos Sandano – Editora: Edufscar / 2º Lugar – Título: Comunicação, Mediações, Interações – Autor(a): Lucrécia D’alessio Ferrara – Editora: Paulus Editora / 3º Lugar – Título: Incômodos Best-Sellers, USA: Publicidade, Consumo e seus Descontentes – Autor(a): José Carlos Durand – Editora: Editora da Universidade de São Paulo

Contos e Crônicas: 1º Lugar – Título: Amora – Autor(a): Natalia Borges Polesso – Editora: Não Editora / 2º Lugar – Título: As Mentiras que as Mulheres Contam – Autor(a): Luis Fernando Verissimo – Editora: Objetiva / 3º Lugar – Título: Eles Não Moram Mais Aqui – Autor(a): Ronaldo Cagiano – Editora: Editora Patuá

In Memoriam – Título: Jeito de Matar Lagartas – Autor(a): Antonio Carlos Viana – Editora: Companhia das Letras

Didático e Paradidático: 1º Lugar – Título: Sete Janelinhas – Meus Primeiros Sete Quadros – Autor(a): Carla Caruso e May Shuravel – Editora: Editora Moderna / 2º Lugar – Título: Convivendo em Grupo – Almanaque de Sobrevivência em Sociedade – Autor(a): Leusa Araújo – Editora: Editora Moderna / 3º Lugar – Título: O Mundo dos Livros – Autor(a): Bia Bedran – Editora: Nova Fronteira

Direito: 1º Lugar – Título: Direito Civil: Responsabilidade Civil – Autor(a): Bruno Nubens Barbosa Miragem – Editora: Editora Saraiva / 2º Lugar – Título: Dicionário de Direito de Família e Sucessões: Ilustrado – Autor(a): Rodrigo da Cunha Pereira – Editora: Editora Saraiva / 3º Lugar – Título: Autonomia e Frustração da Tutela Penal – Autor(a): Maria Auxiliadora Minahim – Editora: Editora Saraiva

Economia, Administração, Negócios, Turismo, Hotelaria e Lazer: 1º Lugar – Título: Devagar e Simples – Autor(a): André Lara Resende – Editora: Companhia das Letras / 2º Lugar – Título: Propriedade Intelectual e Inovações na Agricultura – Autor(a): Antônio Márcio Buainain, Maria Beatriz Machado Bonacelli e Cássia Isabel Costa Mendes – Editora: Ideia D / 3º Lugar – Título: Saúde e Cidadania: a Tecnologia a Serviço do Paciente e não ao Contrário – Autor(a): Claudio Lottenberg – Editora: Editora Atheneu

Educação e Pedagogia: 1º Lugar – Título: Redesenhando o Desenho – Educadores, Política e História – Autor(a): Ana Mae Barbosa – Editora: Cortez Editora / 2º Lugar – Título: História do Tempo e Tempo da História: Estudos de Historiografia e História da Educação – Autor(a): Dermeval Saviani – Editora: Autores Associados / 3º Lugar – Título: Juventude e Pensamento Conservador no Brasil – Autor(a): Katya Mitsuko Zuquim Braghini – Editora: EDUC – Editora da PUC-SP / Fapesp

Engenharias, Tecnologias e Informática: 1º Lugar – Título: Operações Unitárias na Indústria de Alimentos – Autor(a): Carmen Cecilia Tadini, Vânia Regina Nicoletti, Antonio José de Almeida Meirelles, Pedro de Alcântara Pessoa Filho – Editora: LTC / 2º Lugar – Título: Hidrologia – Autor(a): Luciene Pimentel – Editora: Editora Elsevier / 3º Lugar – Título: Drenagem Urbana – Autor(a): Marcelo Miguez Et Al – Editora: Editora Elsevier

Gastronomia: 1º Lugar – Título: O Frango Ensopado da Minha Mãe – Autor(a): Nina Horta – Editora: Companhia das Letras / 2º Lugar – Título: Cozinha e Indústria em São Paulo: do Rural ao Urbano – Autor(a): Maria Cecília Naclério Homem – Editora: Editora da Universidade de São Paulo / 3º Lugar – Título: Queijos Brasileiros à Mesa com Cachaça, Vinho e Cerveja – Autor(a): Bruno Cabral e Manoel Beato – Editora: Editora Senac São Paulo

Ilustração: 1º Lugar – Título: Novelas Exemplares – Ilustrador(a): Vânia Mignone – Editora: Cosac Naify / 2º Lugar – Título: Terra Papagalli – Ilustrador(a): Eduardo Parentoni Brettas – Editora: Marte Cultura e Educação / 3º Lugar – Título: Quando me Descobri Negra – Ilustrador(a): Mateu Velasco – Editora: Sesi-SP Editora

Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil: 1º Lugar – Título: O Barco dos Sonhos – Ilustrador(a): Rogério Coelho – Editora: Editora Positivo / 2º Lugar – Título: Minha Vó sem Meu Vô – Ilustrador(a): Mariângela Haddad – Editora: Miguilim / 3º Lugar – Título: Flávia e o Bolo de Chocolate – Ilustrador(a): Bruna Assis Brasil – Editora: Rocco

Infantil: 1º Lugar – Título: Inês – Autor(a): Roger Mello – Editora: Companhia das Letrinhas / 2º Lugar – Título: Lá e Aqui – Autor(a): Carolina Moreyra e Odilon Moraes – Editora: Editora Zahar / 3º Lugar – Título: A Divina Jogada – Autor(a): José Santos – Editora: Editora Nós

Infantil Digital: 1º Lugar – Título: Pequenos Grandes Contos de Verdade – Autor(a): Oamul Lu e Isabel Malzoni – Editora: Editora Caixote / 2º Lugar – Título: Mãos Mágicas – Autor(a): Tereza Yamashita & Suppa – Editora: Editora Sesi-SP / 3º Lugar – Título: Chove Chuva – Aprendendo com a Natureza: Sabedoria Popular – Autor(a): Magali Queiroz – Editora: Alis Editora

Juvenil: 1º Lugar – Título: O Labatruz e Outras Desventuras – Autor(a): Judith Nogueira – Editora: Quatro Cantos / 2º Lugar – Título: Cartas a Povos Distantes – Autor(a): Fábio Monteiro – Editora: Paulinas / 3º Lugar – Título: Iluminuras – Autor(a): Rosana Rios – Editora: Editora Lê

Poesia: 1º Lugar – Título: Agora Aqui Ninguém Precisa de Si – Autor(a): Arnaldo Antunes – Editora: Companhia das Letras / 2º Lugar – Título: Ópera de Nãos – Autor(a): Salgado Maranhão – Editora: 7Letras / 3º Lugar – Título: Da Lua Não Vejo a Minha Casa – Autor(a): Leonardo Aldrovandi – Editora: V. de Moura Mendonça Livros (Selo Demônio Negro)

Projeto Gráfico: 1º Lugar – Título: Capas de Santa Rosa – Responsável pelo projeto gráfico: Negrito Produção Editorial – Editora: Edições Sesc São Paulo e Ateliê Editorial / 2º Lugar – Título: Maní – Responsável pelo projeto gráfico: Paola Biachi, Daniel Redondo, Elena Rizzo. – Editora: DBA / 3º Lugar – Título: Marcas do Tempo: Registros das Marcas Comerciais do Pará – 1895 a 1922 – Responsável pelo projeto gráfico: Paulo Maurício Coutinho – Editora: Secretaria de Cultura do Pará / Junta Comercial do Pará

Psicologia, Psicanálise e Comportamento: 1º Lugar – Título: Lacan Chinês: Poesia, Ideograma e Caligrafia Chinesa de uma Psicanálise – Autor(a): Cleyton Andrade – Editora: Editora da Universidade Federal de Alagoas / 2º Lugar – Título: Mal- Estar, Sofrimento e Sintoma – Autor(a): Christian Ingo Lenz Dunker – Editora: Boitempo Editorial / 3º Lugar – Título: Litorais da Psicanálise – Autor(a): Ana Costa – Editora: Escuta

Reportagem e Documentário: 1º Lugar – Título: Cova 312 – Autor(a): Daniela Arbex – Editora: Geração / 2º Lugar – Título: A Outra História da Lava-jato – Autor(a): Paulo Moreira Leite – Editora: Geração / 3º Lugar – Título: A Noite do Meu Bem – Autor(a): Ruy Castro – Editora: Companhia das Letras

Romance: 1º Lugar – Título: A Resistência – Autor(a): Julián Fuks – Editora: Companhia das Letras / 2º Lugar – Título: Bazar Paraná – Autor(a): Luis S. Krausz – Editora: Benvirá / 3º Lugar – Título: Desesterro – Autor(a): Sheyla Smanioto – Editora: Record

Teoria/Crítica Literária, Dicionários e Gramáticas: 1º Lugar – Título: Dicionário da História Social do Samba – Autor(a): Nei Lopes e Luiz Antonio Simas – Editora: Civilização Brasileira / 2º Lugar – Título: Língua e Sociedade Partidas: a Polarização Sociolinguística do Brasil – Autor(a): Dante Lucchesi – Editora: Editora Contexto / 3º Lugar – Título: Argumentação – Autor(a): José Luiz Fiorin – Editora: Editora Contexto

Tradução: 1º Lugar – Título: Hamlet – Tradutor(a): Lawrence Flores Pereira – Editora: Companhia das Letras / 2º Lugar – Título: Poética – Tradutor(a): Paulo Pinheiro – Editora: Editora 34 / 3º Lugar – Título: O Sumiço – Tradutor(a): Zéfere – Editora: Autêntica

Sobre a CBL

Fundada em 20 de setembro de 1946, a Câmara Brasileira do Livro (CBL) congrega editores, livreiros, distribuidores e creditistas de todo o Brasil com o objetivo maior de valorizar o livro e, assim, desenvolver e ampliar o mercado. As ações para difundir e estimular o hábito da leitura e a democratização do acesso ao livro são as maiores bandeiras da entidade. A CBL organiza alguns dos mais importantes e tradicionais eventos do setor editorial brasileiro, como a Bienal Internacional do Livro de São Paulo, o Prêmio Jabuti, o Congresso Internacional CBL do Livro Digital e a Escola do Livro, além de participar de feiras nacionais e internacionais. Em 2016 a entidade completa 70 anos.

 

Fundo Amigos da Poli apresenta resultados e um projeto ambicioso de arrecadação

Em evento aberto à comunidade politécnica, gestores do fundo premiaram projetos de sucesso e falaram sobre os planos para o futuro

O Fundo Patrimonial Amigos da Poli realizou, na noite da última quinta-feira, dia 22 de setembro, um evento para apresentar os resultados dos investimentos feitos nos últimos dois anos. Durante a noite, mais de 250 membros da comunidade politécnica puderam conhecer os projetos apoiados pelo fundo expostos durante o coquetel, que foi seguido por uma cerimônia de apresentação dos resultados dos últimos dois anos e uma premiação dos projetos que se destacaram.

Participaram do evento o Vice-reitor da USP e ex-diretor da Escola Politécnica da USP, professor Vahan Agopyan, o atual diretor, professor José Roberto Castilho Piqueira, a vice-diretora, Liedi Légi Bariani Bernucci e os membros da gestão do fundo, composta por ex-alunos da Poli. Máximo González, que presidiu o fundo de 2014 até este ano, passou a direção do fundo ao Lucas Sancassani. O novo diretor-presidente apresentou uma proposta ambiciosa de dobrar o patrimônio do fundo, que já tem recebeu mais de R$9 milhões de doações, e investiu mais de R$1 milhão em projetos da Escola.Além disso, Sancassani anunciou a contratação de uma gerente executiva para administrar as atividades do fundo, que até o momento eram de responsabilidade apenas de ex-alunos voluntários.

O mestre de cerimônias do evento, o ex-aluno Marcelo Tas, falou sobre o projeto em sua coluna à CBN. “Registro com muito entusiasmo nossos primeiros passos da cultura de reinvestir nos espaços onde estudamos. No meu caso, que estudei em universidade pública, e agora posso devolver para a escola onde me formei um pouco daquilo que ela me deu. O que me capacitou entrar para o mercado e gerar riqueza”.

Foram premiados o Projeto Apé, que ficou com o terceiro lugar, o projeto Próteses e orteses de baixo custo, que ficou com a segunda colocação e a Disciplina "Desenvolvimento integrado de produtos", que ficou com o primeiro lugar. Conheça mais detalhes sobre os projetos apoiados no link.

Fotos https://www.flickr.com/photos/poliusp/albums/72157674317879016

 

Pesquisa da Poli-USP é premiada como melhor tese em Engenharia de Transportes no Brasil

Uso de imagens de sensoriamento remoto para mapear deslizamentos em rodovias foi tema do doutorado de Luis Augusto Manfré. 

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) e a Fundação Abertis realizam a cerimônia de entrega do 1° Prêmio Cátedra Abertis-USP de Gestão de Infraestruturas de Transportes de Melhor Tese de Doutorado e Melhor Dissertação de Mestrado de 2015 na área de Engenharia de Transportes no Brasil. O evento será realizado no dia 1º de julho, no prédio do Departamento de Engenharia Civil da Poli, no campus da USP no Butantã, em São Paulo.

A Poli-USP foi premiada na categoria Melhor Tese de Doutorado. Sob orientação do professor José Alberto Quintanilha, do Departamento de Engenharia de Transportes (PTR) da Poli, o pesquisador Luis Augusto Manfré trabalhou no uso de imagens de sensoriamento remoto para identificar e mapear as áreas de deslizamentos associadas a rodovias. Saiba mais aqui

Como melhor dissertação de mestrado foi escolhida uma pesquisa da Universidade Federal do Ceará. Também serão premiados dois trabalhos na categoria Menção Honrosa, um em doutorado e outro em mestrado. Ambos são da Escola de Engenharia de São Carlos da USP. A premiação é patrocinada pela Chairs Abertis International Network Arteris e tem apoio da Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia (FDTE) e da Associação Nacional de Pesquisa e Ensino em Transportes (Anpet).

Para participar do evento é preciso confirmar presença até dia 29 de junho, com Diomária, pelo telefone (11) 3091-5485, das 8h às 12h e das 14h às 17h. Confira abaixo a programação:

9h00 – 9h30

Abertura do evento com café da manhã – Apresentação institucional da USP e da empresa Arteris.

9h30 – 9h50

Prêmio de Melhor Tese de Doutorado “Identificação e mapeamento de áreas de deslizamentos associadas a rodovias utilizando imagens de sensoriamento remoto”, de autoria de Luis Augusto Manfré, orientado pelo Prof. Dr. José Alberto Quintanilha, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.

9h50 – 10h10

Prêmio de Melhor Dissertação de Mestrado “Evaluation of the coarse aggregate influence in the fatigue damage using fine aggregate matrices with different maximum nominal sizes”, de autoria de Reuber Arrais Freire, orientado pela Profa. Dra. Verônica T. F. Castelo Branco, da Universidade Federal do Ceará.

10h10 – 10h30

Menção Honrosa de Doutorado “Medidas de desempenho para avaliação da qualidade de serviço em rodovias de pista simples no Brasil”, de autoria de José Elievam Bessa Júnior, orientado pelo Prof. Dr. José Reynaldo Anselmo Setti, da Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo.

10h30 – 10h50

Menção Honrosa de Mestrado “Análise de percepção da sinalização vertical por parte do condutor, utilizando ambientes simulados de direção: um estudo de caso na Rodovia BR-116”, de autoria de Miguel Andres Castilho Rangel, orientado pela Profa. Dra. Ana Paula Camargo Larocca, da Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo.

10h50 – 11h00

Entrega dos prêmios e encerramento.

Serviço:
Data: 01 de Julho de 2016
Local: Escola Politécnica da Universidade de São Paulo
Prédio de Engenharia Civil - Sala S-30 – 1° andar
Av. Prof. Almeida Prado, Trav. 2, nº 83
Cidade Universitária – São Paulo – SP

 

 

Poli-USP realiza cerimônia de colação de grau dos formandos em Engenharia Naval da Marinha

Curso existe desde 1956 e foi criado para atender o órgão militar do governo brasileiro em sua demanda por recursos humanos altamente qualificados.

Foi realizada nesta quinta-feira (07/01), no Auditório Professor Doutor Francisco Romeu Landi, no Prédio da Administração da Escola Politécnica da USP, a cerimônia de colação de grau dos oficiais alunos da Marinha do Brasil. Eles acabam de se formar no curso de graduação de Engenharia Naval oferecido pela Poli para Marinha.

Os formandos Diego Custódio Rangel, Hugo dos Santos Sabbatino da Silva, Marcos Salomão de Sena e Raphael Faustino de Paula ouviram os cumprimentos do diretor da Poli, professor José Roberto Castilho Piqueira, da vice-diretora da Escola, Liedi Legi Bariani Bernucci e do vice-almirante e engenheiro naval Francisco Roberto Portella Deiana, diretor de Engenharia Naval da Marinha. Também participou da cerimônia o capitão de mar-e-guerra e engenheiro naval Ricardo Santana Soares, diretor do Centro de Coordenação de Estudos da Marinha em São Paulo.

O formando Diego Rangel fez o juramento em nome de todos os formandos. A seguir, Ângela Teresa Buscema, Assistente Técnico Acadêmico, fez a leitura do Termo de Colação de Grau.

O curso de Engenharia Naval da Poli existe desde 1956. Foi criado para atender a demanda da Marinha do Brasil, que escolheu a USP para formar seus engenheiros navais. Essa parceria de longo prazo entre a instituição de ensino e militar se estende também para projetos de pesquisa. 

 

 

Alunos da POLI e da EESC USP vencem competição de tecnologia na Europa

Os estudantes brasileiros Rodrigo L. Fernandez e Henrique F. Lopes venceram, em Londres, uma competição de desenvolvimento de softwares chamada TechCrunch Disrupt London Hackathon, na categoria inteligência musical. A equipe foi premiada com mil euros, aproximadamente R$4.100,00, pela startup de inteligência musical Humm (alpha.myhumm.com). Henrique é estudante de Engenharia Eletrônica da Escola de Engenharia de São Carlos da USP, e Rodrigo é estudante de Engenharia Mecatrônica da Escola Politécnica da USP e participa do Núcleo de Empreendedorismo da Universidade. Ambos fazem intercâmbio acadêmico na University of Surrey, no Reino Unido, pelo programa Ciência sem Fronteiras. Leia mais.

 

Poli-USP estudará viabilidade da ampliação sustentável das atividades do Porto de Santos

Como parte do estudo, serão construídos três modelos físicos em escala reduzida

e um modelo computacional de todo estuário santista.

A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) assinou na última segunda-feira (21/12) o contrato com a Universidade de São Paulo – USP, a Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica – FCTH e a Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia – FDTE para desenvolvimento de uma série de estudos multidisciplinares com intuito de avaliar as possibilidades técnico-econômicas de ampliação sustentável das atividades do Porto de Santos, sem perder de vista os impactos ambientais sobre as praias adjacentes. Os estudos serão conduzidos pela Escola Politécnica da USP, e sob coordenação técnica do engenheiro José Carlos de Melo Bernardino, Coordenador da Área de Modelos Hidráulicos da FCTH.

O setor portuário brasileiro apresenta um cenário de crescimento da movimentação de mercadorias. Deste modo, a demanda por navios maiores é crescente, em virtude da maior competitividade proporcionada por menores custos de frete. Isto faz com que sejam necessárias maiores profundidades e larguras, tanto no canal de acesso como nos berços de atracação, devido às dimensões destas embarcações serem superiores às atuais.

Para que este objetivo seja atendido, obras de intervenções são necessárias, tais como dragagens, construção de estruturas de abrigo e direcionamento de correntes, entre outras. Evidentemente, obras de engenharia como estas trazem necessariamente algum tipo de consequência sobre o meio natural em seu entorno. Desta forma, para o estudo detalhado destas intervenções faz-se necessária a utilização das ferramentas mais avançadas de que a engenharia dispõe atualmente, onde se aplica o uso integrado dos modelos físicos e computacionais, os chamados modelos híbridos.

No caso de Santos, vários problemas surgem em conjunto, o que não é surpreendente, por se tratar de um cenário tão complexo, envolvendo o maior porto do País. Por exemplo, o alargamento do canal de acesso ao porto em seu trecho 1 para 220 metros levantou questões sobre a influência desta intervenção na erosão na Ponta da Praia e sobre a necessidade de se manter tal largura. Sobre este assunto, o Ministério Público solicitou à Codesp que verificasse se a largura de 170 metros não seria suficiente para garantir às maiores embarcações previstas um acesso seguro ao porto, trazendo como benefício uma mitigação do processo erosivo nas praias adjacentes.

Outro assunto em grande destaque é a questão do aprofundamento do canal de acesso de Santos para a cota -17 m, de tal forma a permitir a entrada de navios de maior calado. Neste caso, a questão principal é quais são os tipos de intervenção necessários para atingir este objetivo, e quais seriam suas consequências em áreas adjacentes. Além disso, caso esta meta não possa ser atingida, o estudo deve definir qual seria o limite de capacidade operacional do porto, até onde ele poderia se expandir e de que forma.

Modelos físicos e estudos

Neste âmbito, a FCTH, entidade de apoio ao Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental da Escola Politécnica da USP, ficou responsável pelo desenvolvimento dos estudos em modelos físicos e computacionais que vão permitir uma avaliação técnica das possibilidades de intervenções no canal de acesso ao Porto de Santos, e alternativas para redução da erosão nas praias de Santos.

Para isto serão construídos três modelos físicos em escala reduzida e um modelo computacional de todo estuário santista, estando previstos os seguintes estudos: (1) verificação do impacto referente à redução da largura de 220 metros para 170 metros no trecho 1, tanto do ponto de vista da navegação, quanto das consequências nas áreas adjacentes, com aplicação de modelo computacional para verificação da questão da movimentação de sedimentos e influência no transporte litorâneo, e modelo físico para avaliação das condições de manobrabilidade de embarcações no trecho; (2) verificação da possibilidade de aumento da profundidade de todo o canal para a cota -17m, possibilitando assim a entrada de navios de maiores calados, propondo-se planos de dragagem, indicações de possíveis obras fixas necessárias para sua consolidação (guias-correntes), além de avaliação das condições de amarração e manobra das embarcações; e (3) avaliação dos efeitos morfológicos nas áreas adjacentes ao porto, sugerindo-se o indicativo de eventuais medidas mitigadoras e compensatórias em todos os cenários estudados, inclusive o cenário atual do porto.

De modo integrado aos estudos da FCTH, a FDTE dará apoio ao Departamento de Engenharia Naval e Oceânica da Escola Politécnica da USP no desenvolvimento dos estudos de avaliação logística e econômica das obras de melhoria do Porto, que serão desenvolvidos pelas equipes do Centro e Estudos em Gestão Naval (CEGN) e Centro de Inovação em Logística e Infraestrutura Portuária (CILIP), bem como das simulações de manobras de navios em ambiente computacional, que serão desenvolvidas pelo Tanque de Provas Numérico (TPN).

“Portanto, por meio do Contrato entre a Codesp e USP foram integrados diversos centros de pesquisa dentro da Universidade, com diferentes especialidades, de tal forma a garantir uma avaliação integrada sob o ponto de vista técnico, econômico e ambiental das possibilidades de ampliação da capacidade do maior Porto da América Latina, com enfoque no desenvolvimento sustentável de toda a região do estuário de Santos”, conclui o engenheiro José Carlos de Melo Bernardino. 

 


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