Escola Politécnica da USP

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Serviço de Graduação da Poli-USP muda horário de atendimento a partir desta segunda-feira

O Serviço de Graduação da Escola Politécnica da USP (Poli-USP) passará a atender das 11h às 16h a partir do dia 16 de abril de 2018. O setor é responsável por toda a parte administrativa dos 17 cursos de graduação da Poli-USP, e presta atendimento aos mais de 5300 graduandos. O objetivo da mudança é otimizar o trabalho interno, que compreende a manutenção dos registros da vida acadêmica de todos os alunos de graduação, e serviços como a emissão de documentos como atestado de matrícula e histórico escolar.

Saiba mais: Graduação Semestral > Equipe

Última atualização em Seg, 16 de Abril de 2018 10:08
 

Poli-USP apresenta proposta de novo curso: Engenharia da Complexidade

Detalhes do programa do curso foram apresentados pela primeira vez no I Colóquio Internacional de Engenharia da Complexidade, em São Paulo.

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) apresentou ontem (05/04), pela primeira vez ao público, os detalhes do curso de Engenharia da Complexidade, inédito no Brasil e que deverá ser implementado no campus da instituição na cidade de Santos, litoral paulista. O curso deverá ter duração de cinco anos e turmas anuais, será organizado em sete grandes blocos e utilizará a metodologia de ensino-aprendizagem por projeto.

A Engenharia da Complexidade utiliza de maneira integrada conhecimentos de outras áreas da Engenharia e da Ciência para analisar, compreender e propor soluções para ambientes que reúnem um conjunto diverso de componentes – como, por exemplo, propor como solução para um problema de mobilidade urbana a ampliação de vias ou construção de um viaduto ou túnel observando não só os aspectos construtivos, mas o impacto da obra na população, no ambiente urbano e na economia.

Segundo a diretora da Poli-USP, professora Liedi Légi Bariani Bernucci, a apresentação preliminar realizada no I Colóquio Internacional de Engenharia da Complexidade, promovido pela Poli em São Paulo, visou o compartilhamento de ideias sobre o curso e sua estruturação, de modo a incentivar propostas de aperfeiçoamento. “Queremos que Engenharia da Complexidade esteja integrado aos demais cursos da Poli e que as outras habilitações da nossa Escola possam aproveitar as melhores ideias dessa discussão para elas mesmas”, explicou a diretora na abertura do evento.

Contexto – A proposta foi apresentada pelo professor Laerte Idal Sznelwar, do departamento de Engenharia de Produção da Poli-USP e coordenador do grupo de trabalho que está estruturando o curso, do qual participam representantes da Poli e do Groupe des Écoles Centrales, da França.

A iniciativa da Poli nasceu da identificação da demanda por um novo tipo de profissional e se baseia, principalmente, mas não somente, nas concepções do sociólogo Edgar Morin, que formulou a Teoria da Complexidade. Tem como referência também a Teoria Geral dos Sistemas, formulada pelo biólogo Ludwig von Bertalanffy.

“Há uma dificuldade inicial com a própria definição do que é sistema complexo. Seria um sistema complicado?”, disse o professor do departamento de Engenharia de Telecomunicações e Controle da Poli, José Roberto Castilho Piqueira, que idealizou a criação do curso de Engenharia da Complexidade durante sua gestão como diretor da Escola, entre 2014-1018. Segundo ele, a Ciência e a Engenharia têm olhado para os sistemas pelo viés da redução, em que as partes são estudadas separadamente. “Como juntar as coisas e ter algo novo é a rota da emergência, e é o que a Engenharia da Complexidade se propõe a fazer”, disse.

Esse olhar que busca a integração é exatamente o que precisará a Engenharia de um futuro não muito distante, explicou o professor do departamento de Engenharia de Produção da Poli, Mauro Zilbovicius, outro integrante do grupo de trabalho que estrutura o novo curso. “Precisamos superar a análise por separação das áreas, pois os engenheiros estão e estarão cada vez mais sendo desafiados por problemas cujas soluções são complexas”, comentou. Para um curso de Engenharia da Complexidade interessará, portanto, formar alunos capazes de atuar em ambientes multi ou interdisciplinares, sendo um promotor da integração entre as diversas áreas não só da Engenharia, mas do conhecimento científico em geral.

Demandas presentes – Na análise do secretário estadual de Energia e Mineração de São Paulo, João Carlos Meirelles, que participou do colóquio, o novo curso está em sintonia com o que a sociedade precisa em relação à formação de engenheiros. Graduado em Engenharia Civil na Poli, Meirelles acentuou que “precisamos ter uma visão ampla dos processos”, pois “é isso que constitui os diagnósticos da engenharia do século XXI”. Ele enfatizou que “temos grandes desafios a enfrentar, e criar esse curso é algo urgente e absolutamente oportuno”, afirmou.

Meirelles citou duas grandes questões que se colocam para o Estado de São Paulo hoje e que precisam da Engenharia da Complexidade. Uma, é a aglomeração da população no ambiente urbano, dado que 97% das pessoas no Estado de São Paulo moram em cidades, onde intervenções precisam ser feitas com a devida observação dos impactos social, cultural, ambiental e econômico. Outra, é o aproveitamento do potencial de produção de combustível e energia elétrica a partir das reservas de petróleo e gás no pré-sal da Bacia de Santos. “São Paulo já se tornou o maior produtor de petróleo do Brasil e temos potencial para mais. Precisamos de soluções para os desafios da exploração de petróleo em águas superprofundas e criar alternativas para o uso do gás natural, entre outros desafios”, disse.

A Poli na frente – A criação do curso de Engenharia da Complexidade na Poli é uma iniciativa inovadora no Brasil, segundo o professor do departamento de Engenharia Naval e Oceânica da Escola, Bernardo Luis Rodrigues de Andrade, que também integra o grupo de trabalho que está estruturando o curso. Ele citou algumas experiências internacionais no campo da pesquisa em Engenharia da Complexidade, como as das universidades de Calgary (Canadá), Imperial College e Oxford (Reino Unido), Sidney (Austrália), Stanford e MIT (Estados Unidos). E destacou a Universidade de Tóquio, no Japão, que conta com um departamento de Ciência e Engenharia da Complexidade.

“O Brasil, na verdade, está um pouco atrasado nesse assunto”, avaliou Andrade. Um exemplo prático é o do professor do departamento de Engenharia de Mecatrônica e de Sistemas Mecânicos da Poli, Alexandre Kawano, outro integrante do grupo de trabalho: já há 20 anos ele fez doutorado na Yokohama National University, no Japão, onde desenvolveu pesquisas envolvendo Complexidade. “Na ocasião, o laboratório em que eu estava usou Engenharia da Complexidade para estudar o fluxo de pessoas em uma das maiores estações de trem do mundo, a Shinjuku, que fica na Grande Tóquio”, contou Kawano.  

A Poli também já se envolveu com o tema da Complexidade, só que de forma pontual, como contou o chefe do departamento de Engenharia de Minas e Petróleo, Giorgio de Tomi. “Orientei o doutorado do hoje empresário Maurício Dompieri, concluído em 2010, no qual que ele utilizou a Complexidade para estudar e resolver um problema de desmonte de rocha em mineração”, contou o professor.

Estrutura – O professor Laerte Idal Sznelwar, coordenador do grupo de trabalho que está estruturando o curso, alertou durante o colóquio que a iniciativa não tem por objetivo substituir outros cursos de Engenharia. “A Engenharia da Complexidade precisa do conhecimento e expertise não só de vários campos da Ciência, mas das diversas áreas de especialização da Engenharia. Ele vem para somar, para formar profissionais capazes de olhar os desafios de forma complexa e de agregar pessoas e conhecimentos necessários para solucioná-los”, observou.

Do primeiro ao terceiro ano, os estudantes terão as aulas de Projeto em Engenharia da Complexidade; de Ciências, que tratarão de conhecimento geral básico e interdisciplinar – Matemática, Física, Química e Biologia; as matérias de Ciências da Engenharia e Complexidade; e horas-aula para Trabalho Pessoal, que poderão ser usadas para cursos como línguas estrangeiras e outras atividades extra-classe.

Já no primeiro semestre do quarto ano, continuam as aulas de Projeto em Engenharia da Complexidade, mas no lugar de Ciêncas da Engenharia e Complexidade, entra a disciplina Organizações, Produção, Trabalho e Tecnologia, continuando as horas-aula dedicadas para Trabalho Pessoal. No segundo semestre, toda a carga horária será destinada para Atividades Eletivas Supervisionadas, que podem ser desenvolvidas internacionalmente – por exemplo, um estágio ou intercâmbio.

No quinto ano, o primeiro semestre é dedicado aos Módulos Temáticos, outra grande inovação do currículo. Nele há áreas selecionadas por requererem os paradigmas da Complexidade para a proposta de solução de problemas e desenvolvimento de inovações. Os módulos disponíveis serão Serviços; Cidades; e Energia e Mar. No módulo Cidades, por exemplo, ele irá estudar disciplinas como Smart Cities; Saneamento Básico; e Mobilidade Urbana, entre outras. Em Serviços estarão disciplinas como Ferramentas de Suporte a Decisão; Trabalho e Psicodinâmica do Trabalho em Serviços; e Serviços de Educação, Saúde, Segurança Pública. Em Energia e Mar constam disciplinar como Ciências dos Dados Aplicada à Exploração Marítima e à Produção de Energia; Recursos Biológicos e Minerais do Mar; e Operações Marítimas – Infraestrutura Portuária e Logística. O último semestre é para realização e apresentação do trabalho de conclusão do curso.

O que foi apresentado no colóquio ainda poderá sofrer alterações, já que alguns aspectos relacionados às disciplinas ainda estão sendo estruturados. Para ser implementado, é preciso que o curso de Engenharia da Complexidade seja analisado e aprovado por instâncias decisórias da USP. Por isso, ainda não há uma data definida para ser oferecido aos estudantes.

 

Vice-diretor da Poli-USP é reconduzido ao cargo de Coordenador de Área na Capes

Reinaldo Giudici é coordenador da área Engenharias II, que compreende engenharia química, nuclear, materiais, metalúrgica e minas

O vice-diretor da Escola Politécnica da USP, professor Reinaldo Giudici, foi reconduzido ao cargo de Coordenador de Área da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Após coordenar a área de 2014 a 2017, Giudici foi nomeado pelo presidente da CAPES, no dia 5 de abril, para coordenar a avaliação dos programas de pós-graduação na área de Engenharias II, que é composta por Programas de Pós-Graduação em Engenharia Química, Engenharia Nuclear, Engenharia de Materiais, Engenharia Metalúrgica e Engenharia de Minas.

Os coordenadores de área são consultores designados pela instituição para coordenar, planejar e executar as atividades das respectivas áreas junto à CAPES, incluindo aquelas relativas à avaliação dos programas de pós-graduação, durante três anos. “Estes consultores são acadêmicos com reconhecida experiência em ensino e orientação de pós-graduação, pesquisa e inovação”, conforme descrição do site da CAPES. Para saber mais sobre as atribuições dos Coordenadores de Área e normas correspondentes à sua indicação e designação, veja a Portaria CAPES nº 141, de 14 de setembro de 2016.

 

Começam as aulas do Pré-Iniciação Científica de 2018 da Poli-USP

Um grupo de 26 estudantes de ensino médio de cinco escolas públicas e duas privadas iniciaram as atividades do Programa de Pré-Iniciação Científica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Pré IC – Poli-USP) 2018 nesta sexta-feira (06/04) no campus da instituição, no Butantã, em São Paulo. Como forma de incentivar os participantes, no primeiro dia foram apresentados depoimentos de estudantes que já passaram pelo programa em anos anteriores e foram bem-sucedidos em vestibulares de universidades públicas. Os alunos também contaram com a presença do vice-diretor da Poli, professor Reinaldo Giudici.“Gostaríamos que vocês atuassem como multiplicadores e replicadores do Pré-IC da Poli em suas respectivas escolas, compartilhem o que aprenderem conosco. Aqui, vocês vão aprender como uma cientista raciona e age, e esse aprendizado será válido para toda a vida de vocês, mesmo para quem não quer ser cientista”, disse ele.

Os estudantes também já tiveram a primeira aula formal, na qual o professor do Departamento de Engenharia Mecatrônica e de Sistemas Mecânicos da Poli, Diolino José dos Santos Filho, falou sobre Metodologia Científica. A professora do Departamento de Engenharia de Construção Civil da Poli, Mércia Maria Semensato Bottura de Barros, passou algumas das instruções gerais e também já pediu que os estudantes escolhessem um livro da lista da Fuvest para fazerem uma resenha. Confira na próxima edição do PoliInforma mais informações sobre o Pré-IC na Poli 2018.

 

Professor titular da Universidade de Kyoto visita Poli-USP para discutir parcerias

Yosuke Alexandre Yamashiki realizou seu mestrado em Engenharia Civil na Escola

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) recebeu, no último dia 27, uma visita do ex-aluno Yosuke Alexandre Yamashiki, que hoje é professor titular da Universidade de Kyoto, na Graduate School of Advanced Integrated Studies in Human Survivability (GSAIS). O acadêmico foi recepcionado pelos professores da Poli-USP Alexandre Kawano e Henrique Lindenberg Neto, que preside a Comissão de Relações Internacionais da Escola, para discutir possíveis parcerias com a sua universidade no âmbito da internacionalização.

Yosuke realizou seu mestrado no programa de pós-graduação em Engenharia Civil, concluído em 1994, se especializando em Engenharia Hidráulica e Sanitária. O docente, que está atuando como professor visitante USP, ressaltou a visão positiva sobre a universidade na comunidade acadêmica internacional, principalmente da Poli na área de Engenharia. Ele afirmou que a relevância da Escola leva as instituições a buscarem interagir com os melhores alunos.

 

Diretoria da Poli-USP defere inscrições de chapas para a presidência das Comissões Permanentes

A Diretora da Escola Politécnica da USP, professora Liedi Légi Bariani Bernucci, deferiu os pedidos de inscrição das chapas abaixo relacionadas:
Comissão de Graduação - Portaria DIR 2293/2018:
Chapa: Prof. Dr. Fábio Gagliardi Cozman (Presidente) e Prof. Dr. Antonio Carlos Seabra (Vice-Presidente);
Comissão de Pós-Graduação - Portaria DIR 2294/2018:
Chapa: Prof. Dr. Raúl González Lima (Presidente) e Prof. Dr. Galo Antonio Carrillo Le Roux (Vice-Presidente);
Comissão de Pesquisa - Portaria DIR 2295/2018:
Chapa: Prof. Dr. Gilberto Francisco Martha de Souza (Presidente) e Prof. Dr. Jaime Simão Sichman (Vice-Presidente);
Comissão de Cultura e Extensão - Portaria DIR 2296/2018:
Chapa: Prof. Dr. Carlos Eduardo Cugnasca (Presidente) e Prof. Dr. Paulo Carlos Kaminski (Vice-Presidente);
Informamos ainda que, em atendimento ao artigo 3º das Portarias DIR 2293/2018, 2294/2018, 2295/2018 e 2296/2018, estará aberto de 09 a 18 de abril o segundo período de inscrições para chapas, podendo ser apresentadas também candidaturas compostas de Professores Doutores 1 e 2.
 

Poli-USP e Secretaria de Energia e Mineração promovem concurso na área de mineração

USP e Secretaria de Energia e Mineração promovem 1° Concurso de Projetos de Destinação de Áreas Mineradas para Utilização Econômica e Social

Estimular no estado o aproveitamento de antigas áreas de mineração em novos negócios e turismo é o objetivo do concurso

ACESSE AQUI O EDITAL.

A Secretaria de Energia e Mineração do Estado de São Paulo em parceria com a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo lançaram nesta quinta-feira, 5 de abril, o 1° Concurso de Projetos de Destinação de Áreas Mineradas para Utilização Econômica e Social.

O concurso tem como objetivo difundir no meio universitário do Estado e na população em geral o conceito de que a mineração após cumprir sua missão de abastecer as cadeias produtivas com insumos minerais, podem ter novas aplicações de alto interesse social, econômico e turístico em áreas exauridas.

Para o secretário de Energia e Mineração, João Carlos Meirelles, existem exemplos de áreas mineradas na capital paulista que podem servir de exemplo para outras cidades do Estado.

“A raia olímpica da USP, onde diversos atletas treinam esportes aquáticos, e o parque do Ibirapuera são dois exemplos concretos de antigas áreas de mineração de areia que tiveram uma redestinação e atualmente servem de lazer para a população”, disse Meirelles.

Podem participar do concurso estudantes regularmente matriculados e cursando universidades em todo o estado de São Paulo. Os trabalhos podem ser realizados em equipes de até cinco pessoas.

“A Escola Politécnica está muito feliz em realizar essa parceria. Desejamos  desenvolver políticas públicas de médio e longo prazo com projetos de estado para a sociedade”, afirmou a diretora da Poli-USP, Liedi Bernucci. 

A competição abrangerá duas modalidades, Mineração em Cavas e Mineração em Meia Encosta. Os projetos deverão ser realizados com base em áreas mineradas exclusivamente no Estado de São Paulo.

“Trouxemos a ideia da Subsecretaria de Mineração para dentro da Poli e estruturamos o projeto que deve dar uma importante contribuição para o setor de mineração e de meio ambiente”, explicou o professor e chefe do Departamento de Engenharia de Minas e de Petróleo da Poli/USP, Giorgio de Tomi.

Os três melhores projetos de cada modalidade serão premiados com troféus e certificados entregues em solenidade, que será realizada no dia 10 de setembro.

“Sou entusiasta dessas iniciativas com as universidades. Esse concurso encontra um eco enorme especialmente com quem trabalha na área de meio ambiente”, ressaltou o secretário-adjunto do Meio Ambiente, Eduardo Trani. 

As inscrições dos projetos serão abertas a partir do dia 30 de abril e terminam em 30 de junho. Os estudantes interessados podem conferir uma prévia do edital no link, que será lançado em versão definitiva após sair no Diário Oficial do Estado de São Paulo. 

“Tragam projetos de todas as universidades e cidades que vamos analisar. Parabenizamos a USP por realizar esse projeto que transcende a instituição, o que mostra o compromisso da instituição com o desenvolvimento do estado”, disse o subsecretário de Mineração, José Jaime Sznelwar. 

A Comissão Julgadora será constituída por até 20 membros incluindo professores universitários, representantes do setor produtivo, órgãos estaduais e profissionais de notório saber.

 Farão parte da  comissão julgadora membros do Ministério de Minas e Energia, Agência Nacional de Mineração,  Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo,  Comitê da Cadeia Produtiva da Mineração, Instituto Brasileiro de Mineração, Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, Geoconsultoria Ltda., Secretaria de Energia e Mineração, Secretaria do Meio Ambiente,  Núcleo de Pesquisa para a Mineração Responsável da Universidade de São Paulo, Associação Nacional das Entidades de Produtores de Agregados para Construção Civil, Universidade Presbiteriana Mackenzie, Universidade Estadual de Campinas, Superintendência de Gestão Ambiental da Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, Ordem dos Advogados do Brasil - São Paulo, Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo, Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo e Associação Paulista de Engenheiros de Minas.

As fotos do evento estão disponíveis no link.

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