Escola Politécnica da USP

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Poli-USP realiza colação de grau dos formandos de 2017

Engenheiros formados no 2º semestre de 2017 e semestres anteriores participaram de cerimônias oficiais ao longo do dia 7 de fevereiro

FOTOS DO EVENTO

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo entregou à sociedade cerca de 529 novos engenheiros formados em seus cursos na quarta-feira, dia 7 de fevereiro de 2018. Ao longo do dia, foram realizadas seis cerimônias oficiais, para que os novos engenheiros das 17 especialidades oferecidas pela Escola pudessem colar grau perante seus familiares, amigos e a comunidade politécnica, composta por professores, alunos e funcionários.

O diretor da Poli, professor José Roberto Castilho Piqueira, iniciou a saudação da primeira cerimônia, na qual colaram grau os Engenheiros Eletricistas, parabenizando a todos os formandos por conquistarem o direito de exercerem a profissão. O docente destacou a importância do professor Luiz de Queiroz Orsini, falecido em 22 de janeiro. “Ele é o pai da Engenharia Elétrica brasileira. Formado na Poli em 1946, fez seu Doutorado pela Universidade de Paris-Sorbonne em 1949, e a partir daí estruturou o curso de Engenharia Elétrica da Escola com os seus livros sobre eletromagnetismo, circuitos elétricos, eletrônica”. Piqueira ressaltou a importância de Orsini na formação dos professores da área na Poli. “Não há curso de Engenharia Elétrica no Brasil que não tenha influência direta ou indireta do doutor Orsini. Vocês não só representarão o legado da Escola Politécnica, depois de assinarem o livro, vocês representarão o legado do doutor Luiz de Queiroz Orsini para a Engenharia Brasileira”.

O Diretor pontuou, em sua fala, a importância do trabalho dos funcionários para a infraestrutura da Escola, e pediu que o funcionário Edvaldo Oliveira, como forma de homenagem, compusesse a mesa e participasse das solenidades.

Como funciona a Colação de Grau da Poli-USP

Após a abertura da solenidade - na qual o diretor da Escola, o funcionário assistente técnico acadêmico, e dois representantes dos pais de alunos compõem a mesa e todos ouvem o hino nacional - o formando primeiramente assina o termo de colação de grau. “No momento em que vocês assinarem, vocês serão engenheiros. A sociedade os reconhecerá como engenheiros, e vocês poderão exercer a profissão em todo território nacional”. Depois o novo engenheiro recebe o Pin com o logo da Escola, um broche pequeno com o nome da Polie a imagem da Minerva, Deusa romana que representa a Engenharia. Por fim, os representantes dos pais entregam a documentação relativa à colação, que o politécnico poderá usar para obter os seus registros profissionais.

Última atualização em Sex, 09 de Fevereiro de 2018 13:15
 

Grupo de pesquisa da Poli-USP lança livro e laboratório com foco na quarta revolução industrial

Obra coordenada pelo Gaesi traz panorama abrangente das tecnologias 4.0. Também será apresentado o Laboratório de Simulação, Antifraude e Compliance, em parceria com Inmetro e Faculdade de Medicina da USP

O grupo Gestão em Automação em TI (Gaesi), do Departamento de Engenharia de Energia e Automação Elétricas da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), lança no próximo dia 21 de fevereiro, às 14h, no campus da Cidade Universitária, na capital, o livro “Automação & Sociedade: Quarta Revolução Industrial, um olhar para o Brasil”. Nele, mais de 50 autores de diversas áreas do conhecimento, instituições e empresas discutem as tecnologias 4.0, base dessa nova fase da economia mundial, e os potenciais impactos da sua adoção no Brasil. Durante o lançamento da obra também será apresentada uma nova iniciativa: o Laboratório de Simulação, Antifraude e Compliance, facility que atende à necessidade de aumentar a eficiência e lidar com os desafios impostos por essas novas tecnologias.

O livro foi elaborado de forma coletiva sob a coordenação de Elcio Brito, Maria Lídia Dias e Sergio Luiz Pereira, todos membros do Gaesi, e do professor da Poli-USP Eduardo Mario Dias, que coordena o grupo de pesquisa. “Junto com a criação do livro, surgiu a necessidade, por solicitação do Inmetro, de criar um laboratório antifraude que possibilite a aplicação das tecnologias 4.0 em processos de melhoria de eficiência de áreas nevrálgicas da sociedade brasileira, como o setor fiscal, agronegócio e saúde”, explica Eduardo Mario Dias.

O novo laboratório, que está em fase de projeto, é desenvolvido pelo Gaesi, numa parceria da Poli-USP com o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e a Faculdade de Medicina da USP, e será focado em pesquisas relacionadas ao uso das tecnologias 4.0 e melhoria da eficiência dos processos, observando especialmente a necessidade de aferição constante de medições de equipamentos médicos e industriais no contexto da quarta revolução industrial.

Já o livro tem como objetivo básico sistematizar e difundir o conhecimento sobre a quarta revolução industrial. “Essa revolução, que tem em suas bases tecnologias revolucionárias como inteligência artificial, biologia sintética e a internet das coisas, já está promovendo significativos impactos em todos os setores produtivos da sociedade”, destaca. “Dessa forma, a obra pretende contribuir para que a sociedade brasileira esteja mais preparada para aproveitar as grandes oportunidades que a convergência dos mundos físico, biológico e digital está promovendo nas principais economias internacionais”, completa.

A publicação é resultado das atividades da disciplina Automação e Sociedade, oferecida pelo Departamento de Engenharia de Energia e Automação Elétricas da Poli-USP para alunos de várias unidades da USP. Ela foi criada a partir de um workshop promovido pela Pró-Reitoria de Pesquisa da USP em 2016 sobre a aplicação da internet das coisas nos serviços, agronegócio, saúde e indústria 4.0. “Com o avanço das discussões ficou claro que a quarta revolução industrial estava sendo discutida no Brasil de forma tímida e que as fontes de informações sobre o tema estavam dispersas. Diante deste cenário, surgiu a ideia de sintetizar em um livro os principais conceitos referentes ao tema e as principais conclusões que obtivemos nas discussões durante o curso”, conta Elcio Brito.

Contribuíram para o livro membros de diferentes unidades da USP e de outras universidades, como FEI, Mauá e Mackenzie, e também especialistas de mercado vinculados a empresas mundiais que operam no Brasil, como Volkswagen, SAP, Quantum4, Siemens, Embraer, CAF, PwC, Roche, Dassault Systems, Accenture, SPI, Rockwell Automation, E&Y, People & Strategy. “A diversidade de visão desses autores enriqueceu o conteúdo do livro”, ressalta.

O livro recebeu apoio técnico do Inmetro e foi estruturado em quatro partes. A primeira estabelece as bases para um entendimento geral do contexto macroeconômico e social. A segunda apresenta as principais tecnologias dos mundos físico, digital e biológico, responsáveis por catalisar a quarta revolução industrial. A terceira apresenta potenciais impactos e oportunidades que a Revolução traz para a indústria, na cadeia de fornecimentos, na saúde e nas cidades. A quarta e última parte discute o fenômeno do ponto de vista de impactos para o indivíduo em temos de empregos, educação e oportunidades de geração de mercado de trabalho no Brasil.

Serviço:

Lançamento do livroAutomação & Sociedade: Quarta Revolução Industrial, um olhar para o Brasil” e apresentação do projeto do Laboratório de Simulação, Antifraude e Compliance

Data: 21 de fevereiro de 2018

Horário: das 14h às 18h

Local: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (Rua da Biblioteca, s/n. USP. Cidade Universitária. Butantã. São Paulo - http://4rvaesbr.com.br/index.php/como-chegar-2/)

Inscrições gratuitas e vagas limitadas:

Tel. Naia Lima: (11) 3274-5100 / e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Mais informações: www.4rvaesbr.com.br

Pré-venda do livro: http://www.brasport.com.br/negocios/tecnologia/automacao-e-sociedade/

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Alunos aprovados pelo Sisu se matriculam na Poli-USP

O Sistema de Seleção Unificada foi utilizado pela Escola pela segunda vez.

As matrículas dos ingressantes da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foram realizadas nestas segunda, terça e quarta-feira (05, 06 e 07/02) na instituição. O processo ocorreu no Serviço de Graduação, situado no prédio da Administração da Poli, no campus Butantã da USP, em São Paulo, entre 8h30 e 16h30. Foram disponibilizadas 87 vagas para o Sisu e 40 alunos se matricularam, cinco a mais do que na seleção de 2017. As vagas restantes serão direcionadas para as próximas chamadas do Sisu, e se não forem preenchidas, irão para o sistema Fuvest.

Para realizar a matrícula, os calouros tiveram que apresentar os documentos solicitados no edital da USP/Sisu, que foi divulgado pela Pró-Reitoria de Graduação da Universidade: certificado de conclusão de curso do ensino médio ou histórico escolar, documento de identidade oficial e uma fotografia 3x4 datada com menos de um ano. Todos os documentos deveriam estar em suas vias originais e acompanhados de uma cópia.

Cada calouro recebeu um Bilhete USP provisório – cartão que permite locomoção gratuita nos ônibus que circulam pela Cidade Universitária e que será substituído por um definitivo após o início das aulas. A entrega do Cartão USP (cartão de identificação do aluno na universidade que vai substituir o provisório) e o chamado “kit bixo”, pasta com informativos a respeito da semana de recepção, mapas da USP e outras informações úteis para quem ainda não está acostumado à rotina da instituição, serão entregues posteriormente.

É a segunda vez que a Poli utiliza o processo de entrada de novos alunos por meio do Sisu. Com ele, os calouros são classificados de acordo com suas notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e as 87 melhores pontuações são chamados. No ano passado, 35 alunos se matricularam por esse sistema.

Os primeiros calouros – A primeira estudante que a Poli matriculou em 2018 foi Camila Laís Silva, que passou no curso de Engenharia de Minas. Como não pôde comparecer no dia, sua mãe fez a matrícula por meio de uma procuração, documento exigido dos estudantes que não podem comparecer pessoalmente para se matricular. Essa resolução na qual consta esta norma está no Edital USP/Sisu, que pode ser acessado aqui.

Os estudantes vindos de outros Estados do país também compareceram no primeiro dia. Murilo Costa Campos de Moura, vindo de Aracaju, em Sergipe; Angelo Antolini, do Espírito Santo; e Fernando Gusmão, de Minas Gerais, são exemplos de calouros que vieram para São Paulo garantir a vaga na Poli.

As entidade estudantil Poli Júnior e o Diretório Central dos Estudantes Alexandre Vannucchi Leme – grupo que representa os alunos da USP – estiveram presentes para recepcionar os ingressantes e tirar dúvidas iniciais.

Confira as fotos da matrícula do Sisu no Flickr da Poli-USP.

 

‘Fala que eu te escuto’

Poli-USP tem dois canais de comunicação para manter diálogo entre as instâncias administrativas e a comunidade politécnica

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) disponibiliza dois canais de comunicação oficiais para que alunos e outros integrantes da comunidade politécnica possam formalizar reclamações, críticas e oferecer sugestões. O primeiro deles é a Ouvidoria da Poli, cuja pessoa responsável é Maria Cristina Olaio Villela, atual chefe da Divisão de Biblioteca. O segundo é a Assistência Técnica Acadêmica da Escola, chefiada por Márcia Costa Pinto Barros.

A Poli-USP foi pioneira na criação da Ouvidoria, em 1988, estabelecida antes de haver uma lei estadual que determinasse que todos os órgãos públicos tivessem essa instância. A Ouvidoria recebe sugestões, críticas, elogios, reclamações, denúncias e pode ajudar no esclarecimento de dúvidas sobre o funcionamento da Escola. Tudo deve ser feito pelo e-mail da ouvidoria.

Segundo Maria Cristina Olaio Villela, o procedimento padrão é receber as denúncias e reclamações dos alunos e encaminhá-los à pessoa ou ao setor responsável para os devidos esclarecimentos. “O papel do Ouvidor da Poli é ser um canal de comunicação entre os alunos, os pais, a comunidade em geral. É importante ter esse meio de contato para que a sociedade se sinta respeitada e atendida nas suas necessidades”, destaca.

Já a Assistência Técnica Acadêmica cuida dos assuntos administrativos relacionados à graduação e pós-graduação. Para esse órgão os alunos podem pedir ajuda em questões que vão desde a dificuldade enfrentada com notas, desentendimentos com professores e colegas da Escola, até problemas relacionados à saúde que estejam afetando os estudos.

No contato por meio desse canal, a identidade do aluno é sempre preservada. Os casos mais complexos são repassados à Diretoria para avaliação. Os estudantes recebem as orientações necessárias e são tomadas as devidas providências, que pode ser desde reuniões conciliatórias para promoção da resolução de um conflito por meio do diálogo, até criação de uma Comissão de Sindicância, entre outras soluções. Cada caso é analisado individualmente.

Na recepção dos calouros, há mais um canal de comunicação, desta vez da USP: o Disque-Trote, que recebe denúncias de trotes que envolvam agressão física ou moral ou outras formas de constrangimento.

Serviço

Ouvidoria: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Assistência Técnica Acadêmica: 3091-5571 / 5524 ou Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Disque-Trote: 0800 012 10 90 ou Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

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Homologadas de eleições discentes nos Departamentos de Engenharia Naval e de Produção

HOMOLOGAÇÃO DE ELEIÇÕES DISCENTES EPUSP

O Diretor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, Prof. Dr. José Roberto Castilho Piqueira, homologa as eleições para representantes discentes junto aos colegiados abaixo relacionados. Os mandatos terão validade de um ano, com vigência de 06 de fevereiro de 2018 a 05 de fevereiro de 2019.

Acesse o documento completo aqui.

 CHAPAS / CANDIDATOS ELEITOS:

Portaria 2248/2017 – Representação discente e respectivo suplente de graduação junto à Comissão de Coordenação de Cursos (COC) e ao Conselho do Departamento de Engenharia Naval e Oceânica  (PNV) da Escola Politécnica da USP:

  • COC - Beatriz Tai Lopes (titular) e João Pedro Cunha Machado da Silva (suplente);
  • CONSELHO DE DEPARTAMENTO – João Machado Baptista (titular) e Mauricio Hiroshi Shiguihara (suplente).

Portaria 2249/2017 – Representação discente e respectivo suplente de pós-graduação  junto à Coordenação de Pós-Graduação em Engenharia de Produção (CCP-PPGEP) da Escola Politécnica da USP:

  • Graziela Darla Araújo Galvão (titular) e Diego Honorato Clemente (suplente)
Última atualização em Ter, 06 de Fevereiro de 2018 13:26
 

Pesquisadores do Reino Unido apresentam ferramenta de modelagem de emissões na Poli-USP

 Workshop organizado pelo RCGI é gratuito e aberto ao público.

Nesta quarta-feira (7/2), às 14h, na sede do Fapesp Shell Research Centre for Gas innovation (RCGI), na Escola Politécnica (Poli-USP), em São Paulo, pesquisadores do time de modelagem do Sustainable Gas Institute (SGI), da Inglattera, irão ministrar um workshop sobre o MUSE – Modular Energy System Simulation Environment. Os palestrantes Ivan Garcia Kerdan, Sara Budinis, Sara Giarola e Julia Sachs apresentarão a ferramenta e mostrarão suas aplicações no âmbito energético. O seminário, que acontece na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), é aberto ao público e dirigido a engenheiros e pesquisadores interessados em modelagem de cenários.

O MUSE simula caminhos plausíveis da transição dos sistemas de energia para uma economia de baixo carbono em uma escala global. O modelo trabalha o comportamento de investidores reais em diferentes cenários. A apresentação dará uma visão técnica geral da metodologia utilizada em módulos setoriais do MUSE pré-selecionados. Os setores cobertos são Geração de Energia, Indústria, Refinaria e Agricultura e Uso de Terras.

“A ferramenta simula o que vai acontecer nos próximos cem anos e fornece uma perspectiva global de oportunidades e desafios para a indústria de energia.  Nela, estão incluídas 28 regiões, representando o mundo todo”, explica a professora Celma de Oliveira, colaboradora de RCGI e professora do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP).

Dia: 7 de fevereiro

Horário: 14h

Local: Sede do RCGI (Av. Professor Mello Moraes, 2231, prédio da Engenharia Mecânica e Naval da Poli-USP, Cidade Universitária – São Paulo).


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10 curiosidades sobre a Poli-USP que todo calouro deve saber

Uma das escolas de engenharia mais antigas do País, a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo é também uma das mais tradicionais instituições de ensino brasileiras, reunindo o prestígio de ter formado engenheiros que participaram de diversos momentos importantes da história do Brasil, à responsabilidade de sua missão: contribuir com o desenvolvimento tecnológico da sociedade que a mantém.

Assista aqui ao vídeo institucional da Escola Politécnica da USP, que apresenta as principais atividades nela desenvolvidas.

1. A Poli-USP completa 125 anos em 2018

Fundada em 24 de agosto de 1893, pela lei estadual nº 191, de 24 de agosto de 1893 e inaugurada em 15 de fevereiro de 1894, a Escola foi criada 40 anos antes da Universidade de São Paulo, o que se deu em um momento de desenvolvimento industrial e urbano, no qual a sociedade paulista necessitava de profissionais para dar sustentação à modernização do Estado.

Assista aqui ao vídeo comemorativo dos 120 anos da Escola, lançado em 2013, em versão extendida ou resumida.

A criação da Escola foi resultado de um conjunto de ações visionárias governamentais e de empreendedores paulistas para criar e estabelecer uma indústria forte do Estado de São Paulo, de modo a propiciar crescimento econômico não somente baseado na agricultura. A instituição surgiu, portanto, num momento fundamental da vida de São Paulo: foi um dos pilares de implantação da indústria e, mais tarde, propulsora do processo de modernização tecnológica, intervindo diretamente na vida econômica do Estado e contribuindo para transformá-lo no principal centro econômico do País.

2. A Poli já formou mais de 30 mil politécnicos

Os engenheiros formados na Poli-USP costumam se chamar como politécnicos. Entre 1885 e 2017, já haviam se graduado 30.885 politécnicos. Além da graduação, a Poli já formou mais de 10 mil pós-graduados, entre 7.124 títulos de mestrado e 3.278 de doutorado. Por aqui se formaram CEOs de empresas como TAM, Vale, Odebretch, Motorola, Buscapé, além de governadores, ministros, prefeitos, secretários...

3. A Poli foi fundada antes da USP. E a USP foi fundada por um politécnico

Assim como outras unidades de ensino, a Escola foi fundada antes da Universidade de São Paulo, criada em 1934. A criação da Poli integrou o esforço do governo em oferecer uma universidade pública à população que, além do ensino, incentivasse a atividade científica e promovesse a difusão do conhecimento.
A Universidade foi fundada em 25 de janeiro de 1934, pelo interventor federal no governo do Estado, Armando de Salles Oliveira, um politécnico articulador da Revolução de 32, cuja presença foi uma solução de conciliação entre o governo e as lideranças paulistas derrotadas. A Escola se beneficiou com a incorporação à nova instituição, pois o ensino de engenharia foi dinamizado com o estudo das ciências e, sobretudo, com as aulas de professores estrangeiros de alta qualificação, que vieram ministrar cursos na nova universidade.

4. A Poli tem mais de 6,5 mil alunos regularmente matriculados em cem disciplinas

Nos 17 cursos de graduação, que oferecem mais de cem disciplinas, em 2017 estavam matriculados regularmente nos cursos de graduação 5.241 estudantes em 2017. Na pós-graduação, havia 818 alunos de mestrado, e 636 de doutorado.

5. O tamanho da Escola equivale a 21 campos de futebol

Seguindo o padrão FIFA, que estabelece campos de 7.140 metros quadrados, a Escola Politécnica possui mais de 21 campos de futebol de área construída. São ao todo 152.525,26m², distribuídos em:

  • 22.412,00m² de laboratórios
  • 20.285,12m² de salas de aula
  • 5.029m² de bibliotecas (10 bibliotecas)
  • Poli Santos - SP 1.501m²
  • CEPEMA - Cubatão - SP - 2.439,58 m²

6. A Escola possui mais de 800 funcionários

Entre professores e funcionários, 841 profissionais atuam nas atividades acadêmicas e administrativas da Escola. São 445 docentes, sendo 80% deles doutores, e 396 funcionários, que majoritariamente ocupam cargos técnicos.

7. Os pesquisadores da Poli desenvolvem tecnologia para a indústria brasileira

A hidrelétrica Itaipu, o metrô de São Paulo, a exploração de petróleo na camada do pré-sal são alguns exemplos das transformações em que a Poli esteve à frente. Aqui, por exemplo, está um dos simuladores de operações marítimas mais avançados do mundo (TPN-USP), é desenvolvida uma tecnologia inovadora em nível mundial para reúso de água (CIRRA-USP), são estudadas tecnologias da indústria 4.0 (Inovalab), entre muitas outras aplicações fundamentais para a economia e a sociedade.

8. Com o intercâmbio, o estudante da Poli pode conseguir um diploma duplo internacional

Desde 1998, a Poli passou a oferecer oportunidades para os alunos poderem realizar parte de seu curso no exterior. A Escola possui um grande número de convênios com Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa em diversos países, o que possibilita ao aluno realizar intercâmbio aproveitando as disciplinas. Em programas mais concorridos, o estudante pode obter uma dupla titulação em universidades de renome de diversos países, como França e Itália.

9. A Poli forma os oficiais da Marinha em Engenharia

Há mais de 60 anos a Poli-USP tem uma parceria com a instituição militar e, por isso, o seu corpo de engenheiros é formado na Escola.

Assista aqui ao vídeo comemorativo dos 60 anos da parceria, celebrados em 2016.

10. O primeiro computador brasileiro foi construído na Poli

O Patinho Feio, primeiro computador brasileiro, foi construído na Poli e inaugurado em 1972, com a presença de autoridades da época. Essa história é relatada no vídeo.

Há inúmeras informações muito interessantes sobre a Poli que poderíamos elencar, mas esperamos que este seja uma boa maneira de iniciar sua vida acadêmica. Aproveite tudo que a Escola oferece e seja bem-vindo!

 


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