Escola Politécnica da USP

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Embaixadora dos EUA visita a Escola Politécnica

Ela conheceu os projetos que vem sendo desenvolvidos pelo
Centro Interdisciplinar em Tecnologias Interativas da USP.

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A embaixadora dos Estados Unidos Liliana Ayalde visitou na última sexta-feira (16/10) a Escola Politécnica da USP, em São Paulo, para conhecer alguns projetos de pesquisa que vem sendo desenvolvidos pela instituição. Ela foi recebida pelo coordenador do Centro Interdisciplinar em Tecnologias Interativas (CITI), Marcelo Zuffo, acompanhado da vice-diretora da Escola, Liedi Bernucci; do vice-reitor da USP, Vahan Agopyan; do presidente da Comissão de Pesquisa da Escola, Antonio Mauro Saraiva, além de diversos docentes e pesquisadores da USP.

A visita ocorreu no contexto das parceiras que a USP já mantém com o Departamento de Pesquisa Naval da Marinha Americana – uma delas realizadas em conjunto com o CITI. Na ocasião, Ayalde pode ter uma visão geral do que vem sendo feito pelos pesquisadores do CITI – um centro de pesquisa e difusão multidisciplinar, que atua na área de interação homem-computador com foco no desenvolvimento tecnológico e na inovação.

“Com linhas de pesquisa que abrangem desde novos materiais até tecnologias imersivas, o CITI atua em projetos com aplicação em várias áreas, como educação, saúde e defesa, de forma interdisciplinar”, explicou Zuffo. Na prática, exemplificou ele, isso resulta em projetos com grandes desafios científicos e tecnológicos e de alto impacto econômico e social.

Um dos projetos, por exemplo, visa simular o comportamento de milhares de pessoas em aglomerações, de forma a prevenir fenômenos turbulentos. A tecnologia seria útil, por exemplo, para evitar tragédias como a morte de centenas de pessoas na Arábia Saudita causada por um tumulto de peregrinos à Meca. Outro exemplo é o desenvolvimento de um novo sistema operacional, baseado em conceitos de internet das coisas e computação de enxame, que promete ser uma tecnologia disruptiva para interconectar os 25 bilhões de coisas inteligentes que estarão disponíveis até 2020. Podemos exemplificar como coisas inteligentes desde eletrodomésticos, computadores, smart phones, televisores, medidores de energia elétrica e carros conectados até dispositivos vestíveis (Google Glass, fit bit, Nike+).

No primeiro caso, a demanda está sendo puxada pela companhia norte-americana Boeing. No segundo, pela multinacional sul-coreana LG Eletronics, em parceria com a UC Berkeley, dos EUA. “Hoje, o CITI mantém parceria com oito instituições e empresas dos Estados Unidos”, destacou Zuffo. A embaixadora mostrou especial interesse em saber como são estabelecidas essas parcerias e quais são os mecanismos de fomento e transferência de tecnologia para a sociedade.

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Após a apresentação de Zuffo, a embaixadora assistiu a algumas demonstrações das tecnologias desenvolvidas no CITI, como uma cadeira de rodas comandada pelo celular. Para Zuffo, a visita representa uma sinalização positiva para o estreitamento das relações com os Estados Unidos. “Esperamos consolidar ainda mais nossa parceria com as universidades dos EUA, não só em termos de intercâmbio, mas também de projetos conjuntos.”