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"Um universo de possibilidades": a Poli se apresenta a futuros ingressantes

Estudantes de diversas escolas de São Paulo e região puderam, na manhã do dia 7 de junho, ter seu primeiro contato com a Escola Politécnica da USP. A visita monitorada começou no prédio da Engenharia Civil com uma recepção aos visitantes, conduzida pelo diretor da Poli/USP, José Roberto Castilho Piqueira, que tratou da engenharia como ofício e de sua importância para a história e desenvolvimento humanos.

Em seguida, os alunos, professores e pais assistiram a uma palestra ministrada pelo professor Marcos Ribeiro Pereira Barretto, da Engenharia Mecatrônica, em que foram apresentadas as áreas que a mais antiga e tradicional escola de engenharia do Brasil abrange. Ressaltando a pluralidade de eixos do conhecimento de que dispõe a Poli, os caminhos acadêmicos que os estudantes podem seguir e a forma de ingresso, por meio do vestibular, o professor tirou dúvidas de alunos e os ambientou sobre os cursos e os projetos existentes.

Ainda nesse momento introdutório, foi a vez dos que já são estudantes politécnicos falarem sobre a vida universitária. Em uma palestra descontraída, os veteranos expuseram momentos da “vida na POLI”, tratando de tudo o que a escola e a universidade oferecem, na sala de aula e, principalmente, fora dela.

Divididos em grupos menores, os alunos puderam também ter acesso a cada unidade. No prédio da engenharia elétrica, foram apresentados a microcontroladores e dispositivos nanoeletrônicos no laboratório de microeletrônica; no laboratório de eletrotécnica geral puderam ver o funcionamento de lâmpadas em circuitos unifilares, motores de indução, instalações, comandos elétricos e controladores lógicos programáveis. Tiveram contato, também, com aplicações de diferentes tipos de sensores de controle em sistemas eletromecânicos diversos, e sua importância para as diferentes áreas da engenharia.

No Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais (PCS), os estudantes puderam compreender melhor a estrutura da opção de ênfase em computação e sistemas digitais. Foi exposta a maneira como é trabalhado cada tema na forma de ensino do departamento, partindo do desenvolvimento, programação e funcionamento de sistemas operacionais e suas aplicações. As técnicas para se construir um sistema computacional rentável e perfeitamente funcional são relacionadas à engenharia e segurança de software e sistemas. Na parte de tecnologia e aplicações, pode-se, a partir do que é estudado, focar na gestão e criação de banco de dados ou mecanismos de busca, áreas em que se observa vasto desenvolvimento no mercado de trabalho atual.

Diferentes aplicações como contadores automáticos, sequências lógicas de LEDs, drones, robôs inteligentes, autônomos e interativos (empregados até em competições esportivas artificiais) também serviram de exemplo durante a conversa. Os temas de pesquisa e inovação compreendidos pelos vários laboratórios também foram citados, atestando a pluralidade do programa e a diversidade de áreas que, para funcionarem, demandam participação dos sistemas computacionais.

Um universo de possibilidades. A frase dita pelo Prof. Dr. Marcos Ribeiro Pereira Barretto em sua palestra, sintetiza o que foi exposto durante a realização da visita monitorada. A Escola Politécnica se mostrou um verdadeiro mundo aos estudantes, despertando mais que o interesse dos mesmos de fazer parte de seu mundo acadêmico, mas também sua visão sobre a importância da engenharia e tudo que ela compreende na sociedade.

Representando o PCS no evento, estavam na feira Nilton Carmo e o professor Bruno Albertini, enquanto no próprio departamento estiveram presentes Rubens Toledo e o professor Marcos Simplício, coordenados pelo professor. Kechi Hirama. As experiências do laboratório digital foram montadas pelo técnico Daniel Ferreira.

Com informações da Jornalismo Júnior (ECA-USP), por Guilherme Eler