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Poli realiza diagnóstico da infraestrutura de C&T em Santos

Foram analisados os recursos físicos e humanos das seis maiores instituições

científicas e algumas empresas com vistas às demandas da exploração do pré-sal

As principais universidades e instituições de pesquisa de Santos têm laboratórios bem equipados, pesquisadores qualificados e produção acadêmica elevada. Esta é uma das conclusões preliminares do Plano de Ciência e Tecnologia e Inovação do Parque Tecnológico de Santos, cuja primeira etapa deverá ser concluída este mês. Trata-se de um projeto que vem sendo desenvolvido desde outubro do ano passado, por uma equipe do Departamento de Energia e Automação Elétricas da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), coordenada pelo professor Eduardo Mario Dias. O objetivo é fazer um diagnóstico da infraestrutura científica e tecnológica do município, tendo em vistas as demandas da exploração do petróleo da camada pré-sal e outros grandes projetos da Baixada Santista.


Foram analisados os recursos físicos e humanos das seis maiores instituições científicas e algumas empresas da cidade. “Avaliamos o quadro de professores e pesquisadores delas, além dos laboratórios com suas funcionalidades e recursos”, explica Dias. “Também realizamos um levantamento da produção acadêmica, do número e condições das salas de aula e dos projetos de pesquisa e de cooperação com o setor produtivo. O que encontramos superou nossas expectativas.”

Apesar dos bons resultados gerais, o estudo concluiu que é preciso formar mais pesquisadores e qualificar os que já existem para a área de petróleo e gás. Por isso, está sendo avaliada a possibilidade de a Escola Politécnica ter no Parque uma unidade avançada, onde seria implantado um curso de Engenharia de Petróleo. Outras unidades da USP também podem vir a se instalar lá, a exemplo da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade e do Instituto Oceanográfico.

Além desse estudo, o Plano prevê a criação de estratégias para atrair empresas que façam parte do Parque Tecnológico. O objetivo é mostrar as potencialidades da região. A Secretaria Estadual de Desenvolvimento destinou R$ 110 mil para a execução Plano, que vai se estender por um ano, até outubro de 2011.

Instituído pela Lei Complementar 648 de 1º de janeiro de 2009, o Parque será urbano e reunirá instalações de pesquisas locais em terrenos com 220 mil m². Seu principal objetivo é incentivar a pesquisa e produzir conhecimento e inovação tecnológica. Grandes empresas como a Usiminas e a Petrobras, por meio de seu Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), deverão fazer parte dele.

 

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