Titular – PEF “Engenharia Geotécnica”

ABERTURA DE INSCRIÇÕES AO CONCURSO DE TÍTULOS E PROVAS VISANDO O PROVIMENTO DE CARGO PARA PROFESSOR TITULAR, NO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ESTRUTURAS E GEOTÉCNICA DA ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

Edital – EP/Concursos – 101/2010

O Diretor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, torna público a todos os interessados, que de acordo com o decidido pela Congregação em sessão realizada em 16/12/2010, estarão abertas, pelo prazo de 180 dias, no período de 20/12/2010 a 17/06/2011, de 2ª a 6ª feira das 9h às 11h e das 14h às 16h, as inscrições para provimento de um cargo de Professor Titular, referência MS-6, nº do cargo 222283, em Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa – RDIDP, salário R$ R$ 10.888,21 (dez mil, oitocentos e oitenta e oito reais e vinte e um centavos), junto ao Departamento de Engenharia de Estruturas e Geotécnica, na especialidade “Engenharia Geotécnica”.

ABERTURA DE INSCRIÇÕES AO CONCURSO DE TÍTULOS E PROVAS VISANDO O PROVIMENTO DE CARGO PARA PROFESSOR TITULAR, NO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ESTRUTURAS E GEOTÉCNICA DA ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

Edital – EP/Concursos – 101/2010

O Diretor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, torna público a todos os interessados, que de acordo com o decidido pela Congregação em sessão realizada em 16/12/2010, estarão abertas, pelo prazo de 180 dias, no período de 20/12/2010 a 17/06/2011, de 2ª a 6ª feira das 9h às 11h e das 14h às 16h, as inscrições para provimento de um cargo de Professor Titular, referência MS-6, nº do cargo 222283, em Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa – RDIDP, salário R$ R$ 10.888,21 (dez mil, oitocentos e oitenta e oito reais e vinte e um centavos), junto ao Departamento de Engenharia de Estruturas e Geotécnica, na especialidade “Engenharia Geotécnica”.

 

INSCRIÇÕES E DOCUMENTOS

 

  1. As inscrições serão feitas no Serviço de Órgãos Colegiados e Concursos da Escola Politécnica da USP, Avenida Professor Luciano Gualberto, 380 – Travessa 3 – Edifício Engenheiro Mário Covas Júnior – 1º andar, e no ato da inscrição o candidato assinara um requerimento dirigido ao Diretor da Escola Politécnica (formulário preenchido pelo Serviço de Órgãos Colegiados e Concursos), acompanhado dos seguintes documentos:

 

I – memorial circunstanciado, em dez cópias, no qual sejam comprovados os trabalhos publicados, as atividades realizadas pertinentes ao concurso e as demais informações que permitam avaliação de seus méritos;

 

  1. Comprobatórios (UMA VIA):

 a-1. Entregar a documentação comprobatória do memorial acondicionada em pastas ou caixas, devidamente etiquetadas, com nome do candidato, número do edital e uma lista dos documentos nela contida; essa documentação será devolvida aos candidatos após a realização do concurso;

 a-2. No caso de diplomas, certificados e atestados, deverão ser entregues cópias simples; devendo os originais ser apresentados no dia do concurso;

 II – Prova de que é portador do título de Livre-Docente outorgado pela USP ou por ela reconhecido (original e uma cópia ou cópia autenticada);

 III – Prova de quitação com o serviço militar (original e uma cópia ou cópia autenticada);

IV – Título de eleitor e comprovante de votação da última eleição, prova de pagamento da respectiva multa ou a devida justificativa (original e uma cópia ou cópia autenticada);

V – RG ou, no caso de candidato estrangeiro, RNE ou passaporte (original e uma cópia ou cópia autenticada);

Parágrafo 1º – Os docentes em exercício na USP serão dispensados das exigências referidos nos incisos III e IV, desde que as tenham cumprido por ocasião de seu contrato inicial.

Parágrafo 2º – Os candidatos estrangeiros serão dispensados das exigências dos incisos III e IV, devendo apresentar cópia de visto temporário ou permanente, que faculte o exercício de atividade remunerada no Brasil.

1.1. Inscrições realizadas por terceiros serão aceitas mediante apresentação de procuração assinada pelo candidato, com firma reconhecida em cartório acompanhada de RG do procurador e cópias autenticadas de todos os documentos do candidato.

1.2. Não serão recebidas inscrições pelo correio e internet;

1.3. As inscrições serão julgadas pela Congregação, em seu aspecto formal, publicando-se no Diário Oficial do Estado a decisão em edital.

2 – Poderão inscrever-se candidatos portadores do título de Livre-Docente outorgado pela USP ou por ela reconhecido, ou a juízo de dois terços dos Membros da Congregação, especialista de reconhecido valor, desde que não pertença a nenhuma categoria docente da USP (Artigo 80, parágrafo 1º do Estatuto da USP).

2.1. O candidato poderá acessar a informação de aceitação ou não de inscrição no Site do Diário Oficial do Estado de São Paulo www.imesp.com.br

PROVAS:

3. O concurso deverá ser realizado no prazo de trinta a cento e oitenta dias, após a aprovação das inscrições. A contagem será a partir da publicação no Diário Oficial.

3.1. A agenda dos trabalhos será elaborada pela Comissão Julgadora no primeiro dia do certame e os candidatos receberão cópia da mesma.

3.2. As provas do concurso consistirão em:

I. Julgamento de Títulos;

II. Prova pública Oral de Erudição;

III. Prova pública de Argüição.

JULGAMENTO DE TÍTULOS

I – O julgamento dos títulos (artigo154 – Regimento Geral do USP), expresso mediante nota global, deverá refletir o mérito do candidato como resultado da apreciação do conjunto e regularidade de suas atividades, compreendendo:

I – produção científica, literária, filosófica ou artística;

II – atividade didática universitária;

III – atividades profissionais, ou outras, quando for o caso;

IV – atividade de formação e orientação de discípulos;

V – atividades relacionadas à prestação de serviços à comunidade;

VI – diplomas e dignidades universitárias.

Parágrafo Único: No julgamento dos títulos deverão prevalecer as atividades desempenhadas nos cinco anos anteriores à inscrição.

Artigo 155 (Regimento Geral da USP) – Cada examinador, após análise dos títulos e da documentação comprobatória apresentada pelos candidatos, dará as notas, encerrando-as em envelope (lacrado).

Parágrafo único – Cada examinador elaborará parecer escrito circunstanciado sobre os títulos de cada candidato.

ORAL DE ERUDIÇÃO

II – A prova pública oral de erudição será realizada de acordo com o programa previsto neste edital, competindo à comissão julgadora decidir se o tema escolhido pelo candidato é pertinente ao programa, de acordo com o artigo 156, do Regimento Geral da USP.

Parágrafo segundo: O candidato, em sua exposição, não poderá exceder a sessenta minutos.

Parágrafo terceiro: Ao final da apresentação, cada membro da comissão poderá solicitar esclarecimentos ao candidato, não podendo o tempo máximo, entre perguntas e respostas superar sessenta minutos.

Parágrafo quarto: Cada examinador, após o término da prova de erudição de todos os candidatos, dará a nota, encerrando-a em envelope (lacrado).

ARGUIÇÃO

III – A prova pública de argüição constará de perguntas livres sobre o currículo do candidato e sobre assuntos ligados à especialidade em concurso, cada examinador terá no máximo de 30 minutos para perguntas, com tempo igual para resposta do candidato, admitindo-se o diálogo, caso em que o tempo total é de 60 minutos (Portaria – DIR – 048/96, 18/09/1996).

– Cada examinador, após o término da prova pública de argüição de todos os candidatos, dará a nota, encerrando-a em envelope (lacrado).

RESULTADO FINAL DO CONCURSO

4. O resultado do concurso será imediatamente proclamado pela comissão julgadora, em sessão pública.

5. Serão considerados habilitados os candidatos que obtiverem, da maioria dos examinadores, nota final mínima sete.

6. Será proposto para nomeação o candidato que obtiver maior número de indicações da comissão julgadora.

7. O empate de indicações será decidido pela Congregação, ao apreciar os relatórios da comissão julgadora, prevalecendo, sucessivamente, a média geral obtida, o maior título universitário e o maio tempo de serviço docente na USP.

8.A Unidade encaminhará ao Reitor a proposta de nomeação do candidato indicado, nos dez subseqüentes à homologação do concurso.

COMISSÃO JULGADORA

9. A Comissão Julgadora será constituída por cinco membros indicados pela Congregação, por proposta do Conselho do Departamento, dos quais, no mínimo um e no máximo dois da própria Unidade.

10. Assegurada a presença de, no mínimo, três membros estranhos à Unidade, a composição das comissões julgadoras, para o cargo final da carreira, poderá ser indicado um docente aposentado da própria Unidade.

PROGRAMA

11 – O programa objeto do concurso é o seguinte: 

    1.       Composição dos solos e sua representação como meios contínuos. Tensões e Deformações. Equações de equilíbrio. Teoria da Elasticidade. Trajetória de Tensões. Critérios de resistência. Aplicações da Teoria da Plasticidade. Análise limite. Influência da velocidade de aplicação das ações. Métodos do Equilíbrio Limite. Teorias do Estado Crítico.

    2.       Percolação de água nos solos, em regime permanente: soluções analíticas, gráficas, numéricas e analógicas. Redes de fluxo confinadas e gravitacionais. Anisotropia e heterogeneidade. Percolação de água em regime transiente. Modelos acoplados tensão-deformação-sobrepressão neutra.

    3.       Origem geológica e constituição dos solos. Classificações. Caracterização e identificação. Propriedades físicas e de estado. Estrutura e sensibilidade. Amostragem e armazenamento de amostras. Índices físicos e granulometria. Mineralogia e plasticidade das argilas: atividade. Limites de Atterberg e resistência à compressão simples. Caracterização das areias: arranjos estruturais. Dilatação, contração e o estado crítico. Determinação dos índices de vazios máximo e mínimo em laboratório.

    4.       Compactação dos solos: os trabalhos de Proctor e Porter; energias de compactação; tipos de compactação; estrutura dos solos compactados. Ensaio Normal de compactação. Controle de compactação no campo. Resistência e deformabilidade dos solos compactados.

    5.       Permeabilidade dos solos: Lei de Darcy; a equação de Kozeny-Carman e os fatores que afetam a permeabilidade das areias e das argilas. Capilaridade. Ensaios de permeabilidade em laboratório. Adensamento: teorias do adensamento. Ensaios de Laboratório. Medidas do coeficiente de adensamento no campo.

    6.       Resistência ao cisalhamento das areias. Solicitação triaxial e em deformação plana. Condições críticas de índice de vazios ou de pressão confinante. Efeito da composição e do arranjo estrutural. Técnicas e interpretação de Ensaios Triaxiais e de Cisalhamento Direto.

    7.       Resistência ao cisalhamento das argilas. Parâmetros de Hvorslev. Efeito do adensamento, da anisotropia, da velocidade de carregamento e da amostragem. Resistência não drenada das argilas. Comportamento normalizado. Efeito do tempo de carregamento. Técnicas e interpretação de ensaios triaxiais e de cisalhamento direto. Medição de pressão neutra. Ensaios triaxiais especiais. Vane test. Resistência residual das argilas e sua determinação. Ensaios triaxiais de extensão e ensaios de deformação plana. Determinação do coeficiente de empuxo em repouso.

    8.       Resistência ao cisalhamento de solos não saturados. Lei de Henry. Avaliação da pressão efetiva segundo Bishop. Expressão da resistência em função da sucção. Curva característica sucção-umidade. Ensaios de desenvolvimento de pressões neutras PH e PN. Resistência dos solos não saturados. Saturação por contra-pressão.

    9.       Investigações geológico-geotécnicas para fins de estudo, projeto e execução de obras geotécnicas. Ensaios In Situ em maciços terrosos: SPT, Vane Test; Deep Sounding; Piezocone; Pressiômetro e Dilatômetro. Amostragem. Programação de ensaios de laboratório. Ensaios In Situ em maciços rochosos: ensaios da Mecânica das Rochas. Classificações geotécnicas das rochas e geomecânicas dos maciços rochosos. Ensaios em Verdadeira Grandeza.

 10.       Fluxo permanente e transiente em meios não saturados (zona vadosa): balanço hídrico, avanço da frente de saturação, capacidade de retenção de água, sucção, curva característica e condutividade hidráulica de solos não saturados. Particularização dos mecanismos de transporte de massa para meios porosos e fraturados.

 11.       Origem e constituição das rochas; classificações geotécnicas das rochas e geomecânicas dos maciços rochosos; resistência e deformabilidade das rochas e de descontinuidades rochosas; propriedades dinâmicas.

 12.       Encostas naturais de colinas e montanhas: caracterização geológico-geotécnica dos maciços terrosos e rochosos. Fenômenos subjacentes às instabilizações de encostas naturais, em condições tipicamente brasileiras. Cálculos de estabilidade. Taludes infinitos. Taludes rochosos. Estabilização de encostas naturais.

 13.       Aterros sobre solos moles: características dos solos moles. Análise da estabilidade. Bermas. Recalques. Tratamento das fundações. Técnicas construtivas.

 14.       Barragens de Terra e Enrocamento: tipos. Condicionantes geológico-geotécnicos. Otimização de secções de barragens. Percolação de água através dos maciços e das fundações: forças de percolação; gradientes hidráulicos; “piping”; areia movediça. Cálculos de estabilidade. Dimensionamento do sistema de drenagem interna. Distribuição das tensões no maciço.

 15.       Fundações de barragens em solo e rocha: tratamento de fundações; sistemas de vedação e de controle do fluxo de água.

 16.       Desvios de rios e ensecadeiras: tipos e problemas executivos. Túneis e galerias. Condutos enterrados, rígidos e flexíveis. Materiais de construção de barragens de terra e enrocamento: critérios de utilização; custos e propriedades geotécnicas. Aspectos construtivos dos maciços: métodos de controle de qualidade; especificações. Requisitos de ensaios. Escolha do tipo de barragem: critérios e fatores a considerar. Segurança de barragens.

 17.       Fundações diretas: capacidade de carga e recalques. Carregamentos diversos. Parâmetros de resistência aplicáveis. Soluções de casos especiais. Fatores de forma de placa, da inclinação da carga, da influência de sapatas contíguas, da correção em depósitos estratificados e outros efeitos. Provas de carga.

 18.       Fundações profundas através de tubulões e estacas: tipos; aplicações. Aspectos construtivos: controle e interpretação. Estacas: métodos de dimensionamento; interação solo-estaca; cargas axiais e laterais; provas de carga; recalques; atrito negativo; pressões neutras de cravação; efeitos de instalação de estacas cravadas, escavadas e prensadas. Grupo de estacas: comportamento e utilização. Carregamentos especiais. Modelos matemáticos para solicitações estáticas e dinâmicas. A equação de onda. Monitoração dinâmica de estacas. Interação solo-estrutura.

 19.       Recalques de fundações de estruturas. Recalques admissíveis. Limiares de danos. Níveis de aceitação. Recalques calculados e observados.

 20.       Escolha do tipo de fundação: critérios técnicos e econômicos. Reforço de fundações.

 21.       Fundações de máquinas. Cargas dinâmicas. Freqüência própria do terreno e da fundação, direta ou por estacas. Módulos de Elasticidade Dinâmico e Coeficiente de Amortecimento.

 22.       Muros de arrimo. Cálculo do empuxo de terra .Estabilidade do muro. Tipos usuais. Outras obras de contenção, tais como: cortinas; gabiões; terra armada e reforçada; solo grampeado e estacas raiz.

 23.       Escavações para fundações e estruturas enterradas. Tipos de escoramentos: Escoramentos flexíveis e Paredes Diafragma. Tirantes. Aspectos construtivos. Dimensionamento do escoramento. Empuxos de terra. Deformações. Estabilidade geral da escavação. Drenagem e rebaixamento do nível de água. Escavações contíguas a obras existentes.

 24.       Túneis urbanos, galerias e estruturas enterradas. Condutos enterrados rígidos e flexíveis.

 25.       Equação do transporte de massa. Soluções típicas (analíticas e numéricas) para meios porosos e fraturados. Parâmetros da equação de transporte de massa e sua determinação experimental. Parâmetros da equação de transporte de massa e sua determinação experimental.

 26.       Técnicas de prevenção e controle da contaminação do subsolo: revestimentos impermeabilizantes (minerais e geossintéticos), barreiras verticais impermeáveis, barreiras capilares. Equações e parâmetros que regem o transporte de massa. Aterros de resíduos, pilhas de rejeitos e barragens de rejeitos: conceitos básicos e critérios de projeto. Análise de riscos e análise de decisão aplicadas à seleção de locais de disposição de resíduos.

Este programa foi elaborado com base nas seguintes disciplinas:

DISCIPLINAS DE GRADUAÇÃO:

 

PEF-2305:

MECÂNICA DOS SOLOS

PEF-2403:

OBRAS DE TERRA

PEF-2405:

FUNDAÇÕES

DISCIPLINAS DE PÓS-GRADUAÇÃO:

 

PEF5801:

FUNDAMENTOS TEÓRICOS DA MECÂNICA DOS SOLOS

PEF5802:

MECÂNICA DOS SOLOS EXPERIMENTAL: ENSAIOS DE LABORATÓRIO E DE CAMPO

PEF5803:

RESISTÊNCIA E DEFORMABILIDADE DOS SOLOS

PEF5805

Percolação e Adensamento

PEF5811:

FUNDAMENTOS DA MECÂNICA DAS ROCHAS

PEF5817:

GEOLOGIA DE ENGENHARIA

PEF5818:

MECÂNICA DOS SOLOS NÃO SATURADOS

PEF5824:

BARRAGENS E OBRAS DE TERRA

PEF5825:

FUNDAÇÕES: PROJETO E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO

PEF5827:

ESTABILIDADE DE TALUDES EM SOLOS

PEF5834:

TRANSPORTE DE POLUENTES NO PROJETO DE ATERROS DE RESÍDUOS

 

ADMISSÃO

12. A admissão do candidato aprovado no RDIDP – Regime de Dedicação Integral à Docência, dependerá de aprovação prévia da CERT.

13. O candidato indicado pela Comissão Julgadora deverá comparecer ao Serviço de Pessoal da Escola Politécnica da USP, para dar andamento a sua contratação.

14. O concurso terá validade imediata, exaurindo-se com a nomeação do candidato aprovado.

Informações e normas pertinentes ao concurso acesse o site www.usp.br/normas (Regimento Geral da USP);

            Informações dos editais publicados acesse os sites:

 www.imesp.com.br ou www.poli.usp.br/noticias/concursosdocentes

            Contatos: e-mail: svorcc@poli.usp.br