Panoramas da Poli

Uma visita virtual aos edifícios da Escola Politécnica da USP

Bem-vindo(a) à página de visita virtual da Escola Politécnica da USP.

A Escola Politécnica da USP foi fundada em 1893, originalmente instalada no edifício Solar Marquês de Três Rios, na Av. Tiradentes no centro da cidade de São Paulo, foi transferida , para a zona oeste da cidade, para o campus Cidade Universitária Armando de Salles Oliveira no bairro do Butantã na década de 1960. Hoje a Escola conta com 26 edifícios distribuídos em  mais de 150m². 

Conheça alguns ambientes retratados pelas  lentes do engenheiro politécnico Luís Henrique Camargo Quiroz.

Esta iniciativa do politécnico, acolhida pela diretoria da Escola Politécnica da USP e viabilizada por uma equipe técnica, visa oferecer uma experiência de aproximação do  público ao espaço físico da Escola.

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Desejamos a todos(as) um excelente passeio virtual!

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Começamos a nossa visita pelo Monumento a Ramos de Azevedo, localizado ao lado da Poli.

“O Monumento a Ramos de Azevedo é um conjunto escultórico em homenagem póstuma a Francisco de Paula Ramos de Azevedo, um dos nomes mais importantes da arquitetura e urbanismo em São Paulo. A obra, executada pelo escultor ítalo-brasileiro Galileo Emendabili, é de bronze e granito e foi inaugurada em 1934, na avenida Tiradentes, em frente a outra obra de Ramos de Azevedo, a Pinacoteca do Estado. Devido a obras do metrô, em 1967 o monumento foi desmontado e transferido para a Cidade Universitária Armando de Salles Oliveira, Zona Oeste de São Paulo, e reinaugurada em 1973”.

Ramos de Azevedo foi também o segundo diretor da então Escola Politécnica de São Paulo.

Fonte: Portal do Governo do Estado de São Paulo.

Prédio da Administração da Poli – Edifício Engenheiro Mário Covas Júnior.

Conhecido como prédio da Administração, neste local mais de 100 funcionários trabalham nos setores que atendem os alunos de graduação e pós, além daqueles onde é realizada a administração das atividades acadêmicas, de ensino e pesquisa, e também a gestão administrativa, financeira, e dos serviços de informática.

Prédio da Administração Central – Corredor da Biblioteca Central.

Vista para o jardim do Edifício Engenheiro Mário Covas Júnior, onde ficam a Diretoria e os setores administrativos da Escola Politécnica da USP.

Biênio

Bem próximo ao Monumento a Ramos de Azevedo está o “Cirquinho”, apelido de natural para quem conhece as salas de aula em forma de circo romano. Mas, de fora, o
conjunto
marco arquitetônico da Poli lembra mais um disco-voador. Se você der esta referência para indicar a alguém onde
fica a Poli, não tem erro.

Esse prédio compõe um conjunto de espaços conhecidos como Biênio. 

O acesso às seis salas de aula do “Cirquinho” é feito por um corredor externo, com vista para o Instituto de Energia e Ambiente da USP e para a estátua do Ramos de Azevedo, na Av. Luciano Gualberto.

“Prédio dos anos 60, muito a frente do seu tempo. Parece um disco voador e é de lá que a sua graduação vai decolar”. 

Abayomi Diana Benone Calazans, aluna do 3º ano de Engenharia Naval em 2020.

Ao descer do ônibus ou estacionar na Av. Luciano Gualberto, você já estará no Calçadão do Cirquinho. Em baixo do cirquinho, separado do gramado um jardim com plantas e pedras. Atualmente. Porque no passado este jardim era um pequeno lago.

Uma das entradas do prédio do Biênio. Este local leva o nome do período inicial da graduação da Poli, os dois primeiros anos, nos quais são oferecidas disciplinas comuns para todas as engenharias, o chamado ciclo básico.

Hall do Biênio.

“O Prédio do Biênio conta com dois anfiteatros, onde são realizadas provas, palestras, apresentações artísticas e outras atividades. Em 1973, Gilberto Gil fez um show memorável. Chegou sozinho, sem banda, só o violão e a voz. Alguns professores eram então alunos e foram testemunhas. O vão entre os dois anfiteatros é um espaço aberto de convivência, onde frequentemente ocorrem exposições, assembleias, recepções, feiras de livros, etc, e dá acesso à entrada norte do prédio. Se você tiver sorte, poderá encontrar um food-truck no vão, acompanhando algum evento”, conta o professor Augusto Camara Neiva.

Os anfiteatros são conhecidos pelas cores, o Amarelo e o Vermelho.

O Anfiteatro Amarelo leva o nome do professor José Augusto Martins, e o Anfiteatro Vermelho leva o nome do professor Décio Leal de Zagottis.

O “Cirquinho” é um conjunto de seis salas de aula em forma de circo romano. O acesso principal é feito pelo hall do primeiro andar, o chamado “Mc Biênio”, que é um espaço de convivência, com inúmeras mesas de estudo e painéis de informações das disciplinas, e acesso à Secretaria.

Um dos acessos ao complexo de salas do Cirquinho.

As seis salas de aula do “Cirquinho” são acessadas usualmente pelo primeiro andar, mas também existe o acesso pelo térreo, através de um pequeno pátio circular. Mas poucos alunos conhecem: para sair, as portas estão livres, para emergências. Para entrar, contudo, estão trancadas. Em frente ao “Cirquinho” fica a entrada sul do prédio, onde existe mais um espaço de convivência, com mesas e bancos de concreto.

 Outro ângulo do prédio do “Cirquinho”, em forma de circo romano, comportam noventa alunos cada uma. Elas contam com lousas duplas deslizantes. 

 

 As seis salas de aula do “Cirquinho”, em forma de circo romano, comportam noventa alunos cada uma. Elas contam com lousas duplas deslizantes. 

 

No primeiro andar do Biênio, entre o corredor das salas de aula retangulares e o acesso ao “Cirquinho”, encontra-se um amplo vão com mesas de estudo que lembram uma lanchonete. O apelido veio para ficar: Mc Biênio.

Na entrada sul do Biênio, um espaço de convivência, com mesas e bancos de concreto. Quando não tem ninguém estudando, bons para uma conversa mais descontraída, um jogo de tabuleiro, e até mesmo, enquanto o vigia não reclama, um jogo de truco.

“O térreo do prédio do Biênio abriga apenas uma sala da aula. Todas as demais ficam no primeiro e no segundo andar. O salão é o acesso para as escadas, amplas, mas é mais que isso: é um ponto de convivência, com livraria, grupo de teatro, curso de línguas, lanchonete, copiadora e os anfiteatros. E para as voz potente do recepcionista, Sr. Oziel.”

 Conta o professor da Poli e presidente da Comissão do Ciclo Básico, Augusto Camara Neiva.

O prédio principal do Biênio conta com dezesseis salas de aula, uma grande sala para trabalhos em grupo e aulas invertidas, que comporta até cem alunos sentados em mesas hexagonais, salas de computadores, sala do Grupo de Teatro, sala de professores, etc. As salas de aula comportam até setenta alunos cada uma.

Próximo ao Biênio fica o Instituto de Pesquisas Tecnológicas. Nascido nos laboratórios da Poli velha, o IPT foi um dos primeiros ocupantes da Cidade Universitária. 

Apelidos não faltam aos espaços da Poli, e este pátio também não escapa: “sharewood”. Algumas árvores já se foram, mas o espaço ainda conserva um certo ar de bosque. E abriga um bom público quando alguma banda se arrisca a se apresentar no palco ao lado da lanchonete do Grêmio.

Prédio da Engenharia Civil e Ambiental

Entrada do Prédio da Engenharia Civil, o Edifício Paula Souza.

Laboratório de Mecânica dos Solos, localizado do prédio da Civil. 

Lago de peixes e tartarugas, localizado no prédio da Civil.

Esta praça fica em frente ao Departamento de Engenharia de Construção Civil, localizado no Edifício Paula Souza, conhecido como “prédio da Civil”.

Neste prédio ficam quatro departamentos, bem como os laboratórios e grupos de pesquisa a eles ligados:

– Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental (PHA).

– Departamento de Engenharia de Construção Civil (PCC).

– Departamento de Engenharia de Estruturas e Geotécnica (PEF).

– Departamento de Engenharia de Transportes (PTR).

Sala de Estudos e Espelhos d´Água, localizada no prédio da Civil. 

Esta ponte dá passagem do prédio da Engenharia Civil aos prédios das Engenharias de Minas, de Petróleo, Metalurgia e de Materiais.

Prédio das Engenharias de Minas, de Petróleo, Metalurgia e de Materiais.

Próximo ao prédio da Engenharia Metalúrgica e de Materiais fica um Terminal de Ônibus.

Entre os prédios da Engenharia de Minas e de Petróleo e o prédio da Engenharia Mecânica, Mecatrônica e Naval, fica uma das entradas para carros nos estacionamentos da Poli.

Entre os prédios da Engenharia de Minas e de Petróleo e o prédio da Engenharia Metalúrgica e de Materiais.

Prédio das Engenharias Mecânica, Mecatrônica e Naval.

O Tejo.

Este córrego conhecido pela comunidade politécnica como “Tejo” nasce na região da Praça do Relógio e termina no córrego Jaguaré, que por sua vez deságua no rio Pinheiros. Grande parte de seu trajeto é subterrâneo, porém, na altura do prédio da Engenharia Mecânica, um longo trecho fica exposto. [Fonte]

O Tejo passou por uma revitalização em 2011, e essa parte da história foi contada aqui.

Tem mais histórias para contar sobre esse lugar? Nos envie no link.

O amplo saguão do prédio das Engenharias Mecânica, Mecatrônica e Naval conta com uma escada em caracol para levar às salas dos professores no piso superior.

“Um ótimo lugar para desestressar entre as aulas. Só cuidado com as aranhas”.

Dica de Abayomi Diana Benone Calazans, aluna do 3º ano de Engenharia Naval em 2020.

Área de estudos da biblioteca onde muitos alunos da engenharia Mecânica, Mecatrônica e Naval estudam individualmente ou em grupos, resolvendo listas de exercícios e finalizando seus trabalhos.

Giovani Hidalgo Ceotto, estudante do quinto ano de Engenharia Mecânica

Máquinas hidráulicas, no prédio de Engenharia Mecânica, Mecatrônica e Naval.

Máquinas térmicas – motores aeronáuticos, no prédio de Engenharia Mecânica, Mecatrônica e Naval.

É um espaço para levantar a moral. Ver de pertinho essas máquinas enormes pode te deixar mais motivado nas horas de cansaço ou durante aquela semana dura de P3.

Dica de Abayomi Diana Benone Calazans, aluna do 3º ano de Engenharia Naval em 2020.

 

Máquinas térmicas, motores automotivos, no prédio de Engenharia Mecânica, Mecatrônica e Naval.

Máquinas térmicas – turbina a vapor, no prédio de Engenharia Mecânica, Mecatrônica e Naval.

Jardim do prédio de Engenharia Mecânica, Mecatrônica e Naval.

“O Tanque de Provas Numérico, (TPN para os íntimos) foi inaugurado em 2009 com o que havia de mais moderno em tecnologia de tanque de prova. É um prédio de arquitetura moderna  e sem dúvida um dos mais bonitos da Poli. 

Na semana de recepção, se você tiver sorte, pode ser que te mostrem um ensaio de ondas com formato da bandeira do Brasil.”

Dica de Abayomi Diana Benone Calazans, aluna do 3º ano de Engenharia Naval em 2020.

Caminhos da Poli – Passagens entre os prédios.

Vários pontos de ônibus na Cidade Universitária seguem este padrão arquitetônico: colunas e vigas de madeira, telhas de fibro-cimento. Simples, despretensioso e eficiente.

Professor Augusto Camara Neiva.

 

Essa entrada é muito conhecida pelos politécnicos, principalmente se for da Elétrica ou da Computação, por ser próxima do ponto de ônibus da Luciano Gualberto. É um bom ponto de encontro para ir ao bandeijão com amigos. Se você um dia pedir comida na Poli e o entregador não conhecer os prédios, ele provavelmente vai ficar parado nesses arredores. 

Guilherme Reis da Silva

“À sua direita, na direção do grande pinheiro que aponta para o céu, você encontra o saguão dos vários blocos do prédio da Engenharia Elétrica. Aqui, alguns professores icônicos da engenharia brasileira deram aulas magníficas e inesquecíveis. Vamos citar um? Sua casa é alimentada em 110/220V ? Pois é, foi o Professor Emérito da Elétrica, Ernesto João Robba, que esteve envolvido na definição desses padrões para o uso da eletricidade no país. Diante de tanta história e tradição, agora se situam inúmeros laboratórios de pesquisa e desenvolvimento, envolvendo os melhores talentos do pais e do mundo. Aqui na Elétrica aguardamos o seu entusiasmo e a sua criatividade, para viver uma experiência ímpar, muito além das nossas salas de aula, dos espaços de vivência estudantil e dos mais incríveis laboratórios didáticos, que são parte do DNA de nossa Escola. Que tal fazer uma visita? Ou ser um de nossos alunos e pesquisadores? Sejam bem-vindos!”

Professor Eduardo Lorenzetti Pellini, do Departamento de Engenharia de Energia e Automação Elétricas da Poli.

Escola Politécnica

Universidade de São Paulo

Expediente

Reitor: Vahan Agopyan

Vice-reitor: Antonio Carlos Hernandes

Escola Politécnica da USP

Diretora: Liedi Légi Bariani Bernucci

Vice-diretor: Reinaldo Giudici

Créditos

Fotografia e produção:

Luís Henrique Camargo Quiroz.

Agredecimentos

Professores Augusto  Neiva, coordenador do Ciclo Básico, e ao professor Antonio Luís de Campos Mariani.

Divulgação e textos:

Equipe de Comunicação e Imprensa da Poli-USP

Coordenação: Enaége Dalan Sant’Ana.

Amanda Rabelo, jornalista.

Rosana Simone Vieira da Silva, analista de comunicação.

Beatriz Carneiro e Letícia Cangane, estagiárias de jornalismo.

Desenvolvimento do sistema:

Serviço de Informática da Poli-USP.