Empresa júnior é espaço para tirar projetos do papel

Por meio de estudo, alunos de engenharia desenvolveram projeto com material cerâmico com o auxílio de professor

A empresa júnior da Escola Politécnica (Poli) da USP, a Poli Júnior, possui um núcleo responsável por desenvolver soluções eficientes e inovadoras na área de engenharia química, de materiais, ambiental e de destinação de resíduos. Para dar conta dos projetos solicitados, os alunos que atuam na Poli Júnior recorrem, por vezes, aos docentes da Escola.

Após receber uma demanda de um projeto que demandava colorir materiais cerâmicos com pigmentos fluorescentes, o Núcleo de Química da Poli Júnior entrou em contato com o professor Douglas Gouvêa, docente do Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais da Poli, especialista em materiais cerâmicos. 

Com auxílio do professor, a equipe levantou os aspectos técnicos acerca das duas áreas do projeto: obtenção e levantamento das propriedades físico-químicas do pigmento, e diferentes métodos de aplicação deste pigmento na cerâmica. Por meio do projeto Shinning, como foi apelidado, eles abordaram as questões de sustentabilidade e economia, entre outras questões que compõem uma atividade como esta, prestada pela empresa júnior.

Eles pesquisaram as vantagens e desvantagens, equipamentos necessários e os demais investimentos que teriam de ser feitos pelo cliente em sua produção. De posse de todas essas pesquisas, a Poli Júnior recomendou a metodologia mais eficiente, aplicável e economicamente viável.

Sobre a Poli Júnior – A Poli Júnior foi fundada em 1989, como a primeira Empresa Júnior de Engenharia do Brasil. É uma associação civil sem fins lucrativos, constituída e gerida exclusivamente por alunos da Escola Politécnica da USP. Sua missão é transformar as ideias de clientes em soluções personalizadas de engenharia.

Outras informações sobre e empresa júnior no link.