“A ideia de criar ambientes de ensino-aprendizagem híbridos foi uma demanda da Reitoria, que solicitou que desenvolvêssemos um modelo de sala de aula imersiva, com equipamentos próprios e infraestrutura adequada, transpondo o que existe de melhor internacionalmente para a realidade de uma universidade pública brasileira, levando em consideração a nossa cultura e os custos envolvidos. Nosso desafio é fazer com que participantes remotos e presenciais tenham uma experiência marcante de aprendizagem e ensino”, explicou o professor do Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos da Poli, Antonio Carlos Seabra, coordenador do projeto.