Falta de ciclovias expõe desigualdade nos extremos de São Paulo

Ciclovia na Cidade de São Paulo. Foto: Marcos Santos/USP Imagens

A construção do Plano Cicloviário, por meio da Secretaria de Mobilidade e Trânsito e a CET (Companhia de Engenharia e Tráfego) estabeleceu diretrizes de segurança, linearidade, intermodalidade e funcionalidade, sendo realizada com ampla participação social. Porém, trechos de municípios da Grande São Paulo sofrem com escassez de recursos básicos, como a falta de delineamento de ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas; baixa ampliação de conexões entre áreas coligadas e pouca extensão da malha ciclista. Segundo os índices, a situação se complica ainda mais quando se trata de áreas metropolitanas periféricas, o que contribui para a desigualdade de locomoção urbana.

“Precisamos olhar para os indicadores de desigualdade e decidir por onde que se vai. Óbvio que queremos chegar em 2028 e ver que esse problema foi resolvido, mas por onde começar? Quais as prioridades?”, diz Mariana Giannotti, professora de geoprocessamento da Escola Politécnica (Poli) da USP e pesquisadora do CEM (Centro de Estudos da Metrópole), ligado à Universidade de São Paulo.

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