Informações importantes - Comissão de Ciclo Básico (CCB)

Para aulas no Google-Meet, os alunos devem estar logados em seu email USP, através do link email.usp.br.

PRIMEIRO_ANO

SEGUNDO_ANO

Nas semanas de provas, os horários mudam, pois todas as turmas de uma dada disciplina fazem prova em um mesmo horário. Nesta semana, não há aulas do primeiro e do segundo ano.

Quatro vagas para monitores. de disciplinas (PMT3202, PQI3203, PQI3202, MAT2453, MAT2456, MAT3458) e uma vaga para monitor de informática. Inscrições até 14/06/2021 para acneiva@usp.br.

Edital_CAEG_Bolsa Estudante de Graduação

A estrutura curricular atual da Escola Politécnica é chamada “EC3” (Estrutura Curricular 3) e começou a ser implantada com os ingressantes de 2014. Os alunos dos últimos anos podem estar ainda na estrutura anterior (EC2). A estrutura de cada habilitação pode ser encontrada no Júpiter.

Um dos princípios que norteiam a EC3 é a importância dos fundamentos básicos de ciência e de engenharia, e a necessidade de transversalidade. Na prática, isto se substancia pela existência de cinco blocos de disciplinas, cuja distribuição ao longo dos dez semestres ideais é mostrada na figura abaixo.




A estrutura apresenta um núcleo comum de disciplinas fundamentais, obrigatórias em todas as habilitações e ênfases (bloco laranja).

As demais disciplinas obrigatórias são específicas das estruturas curriculares de cada habilitação. Elas cobrem o campo da Engenharia e Ciências da Engenharia (bloco azul) e de cada Habilitação (bloco verde). São previstas ainda optativas livres(bloco amarelo) e, nos dois últimos semestres, módulos voltados para áreas específicas de cada habilitação, abertos a alunos de todas as habilitações (bloco vermelho). Este bloco inclui também módulos voltados aos que pretendem fazer mestrado logo após se formarem (o chamado “pré-mestrado”).

Esta estrutura é seguida por todos os cursos semestrais. Os dois cursos quadrimestrais (Engenharia de Computação e Engenharia Química), que se iniciam como semestrais nos dois primeiros anos, também seguem genericamente esta estrutura, mas não apresentam as optativas livres em suas estruturas curriculares.

A EC3 ainda está em implantação, de modo que em muitos casos as disciplinas apresentadas pelo Júpiter para os últimos semestres serão modificadas.

Discussões e relatórios sobre a EC3 podem ser encontrados no site do PoliGNU.

Algumas menções à nova estrutura curricular podem ser encontradas na imprensa como, por exemplo, em reportagem da revista FAPESP.

 

Texto criado em 20/2/2017 por Augusto Camara Neiva e João Gabriel Moura Campos (CCB-Poli-USP).

(dados eventualmente não-atualizados – consulte fonte oficial)

A avaliação de disciplinas no Ciclo Básico da Poli tem se mostrado como um instrumento muito útil para o diálogo entre alunos e docentes. A avaliação baseia-se em questionários sobre cada docente, contendo questões do tipo “muito bom”, “bom”, “regular”, etc, e também espaços para comentários escritos. Este questionário é aplicado pelos representantes de classe. Com base nas respostas, estes promovem uma discussão na classe e elaboram um relatório, que é enviado ao docente e ao coordenador de sua disciplina. Além disso, os representantes das diferentes classes se reúnem e avaliam as disciplinas como um todo. Com base nestes resultados, eles fazem uma reunião com os coordenadores das disciplinas, o Orientador Pedagógico do Ciclo Básico e a coordenação acadêmica do Ciclo Básico. A reflexão resultante destas reuniões tem sido um subsídio importante para mudanças que permitam uma melhor sintonia com os alunos e um maior rendimento acadêmico.

Os questionários mantêm um núcleo fixo de questões que permitem avaliar a evolução das disciplinas ao longo dos anos, mas recebem a cada ano novas questões, elaboradas em conjunto pelos representantes de classe e o Orientador Pedagógico.

É importante assinalar que os resultados das avaliações individuais de cada docente são divulgados apenas ao mesmo e à coordenação de sua disciplina. Ou seja, o processo tem um caráter essencialmente construtivo, e não procura fazer comparações numéricas entre docentes, e muito menos denegri-los. Por este motivo, ele conta com a simpatia da maioria dos docentes, fator fundamental para que o diálogo ocorra e para que melhorias sejam implementadas.

Ainda assim, o processo enfrenta por vezes uma dificuldade: falta de interesse de uma parcela dos alunos, que não respondem aos questionários nem participam das discussões. Quando isto ocorre, o professor fica sem uma visão clara de como anda o seu trabalho (lembrem-se que é difícil o professor avaliar sua sintonia com a classe apenas com base nas suas expressões faciais e nas suas perguntas durante as aulas – às vezes, a presença de alguns alunos mais participativos dá a ilusão de uma sintonia mais ampla que pode não estar ocorrendo).

Texto criado em 27/2/2017 por Augusto Camara Neiva (CCB-Poli-USP).

(dados eventualmente não-atualizados – consulte fonte oficial)

ESTÁGIO

Você pode fazer estágios curriculares obrigatórios (ou seja, presentes em sua Estrutura Curricular) ou não-obrigatórios. Os cursos quadrimestrais (Engenharia Química e Engenharia de computação) prevêem alguns estágios obrigatórios em sua estrutura curricular. Eles são de tempo integral e correspondem a um módulo quadrimestral. Os cursos semestrais podem ou não incluir estágios em suas estruturas curriculares (consulte a estrutura curricular no Júpiter.). Mesmo que eles não os incluam, você pode fazer um estágio não-obrigatório, satisfeitas algumas exigências. Consulte a página do Serviço de Estágios da Poli.

Usualmente, é o aluno quem vai atrás dos estágios. Mas o seu Departamento pode ter um serviço de apoio.

Além de estágios em empresas, é possível fazer estágios muito interessantes bem próximo à Poli, no Instituto de Pesquisas Tecnológicas – IPT, ou no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares – IPEN, ou ainda no Instituto Butantã. Vocês podem tentar também o Instituto de Energia e Ambiente – IEE-USP. Além disso, muitas vezes é possível realizar estágios não-remunerados (mas válidos como estágios obrigatórios) nos próprios laboratórios da USP.

INICIAÇÃO CIENTÍFICA – IC

A partir do segundo ano, desenvolva um trabalho de pesquisa junto a um professor, em um laboratório da Poli. Procure professores (em seu Departamento ou em outro), identifique linhas de pesquisa e laboratórios de interesse. Em Engenharia, usualmente os docentes propõe a você os temas de estudo (nas Humanas, frequentemente toda a iniciativa parte dos alunos). Existem algumas opções de bolsa:

– Programa de Iniciação Científica (PIC)

– Programa de Iniciação Tecnológica (PIBITI)

– Bolsa de Iniciação Científica AEP

– Bolsa de Iniciação Científica Fapesp

(Mas você pode fazer uma iniciação científica sem bolsa, também.)

Ao final, o aluno apresenta seu trabalho no SIICUSP, evento internacional sediado na USP.

MONITORIA

Os alunos podem ser monitores de disciplinas ou de salas de apoio, como é o caso das salas pró-aluno (vide abaixo)

Para concorrer a uma vaga de monitor de disciplina, o aluno deve se inscrever no projeto de disciplina cujo conteúdo ele domine por ter cursado a própria disciplina ou equivalente. A monitoria deve ser desenvolvida necessariamente sob supervisão de um dos docentes da disciplina. Informe-se com os professores, ou nas Secretarias, ou no site PEEG (vide abaixo).

– Programa de Estímulo ao Ensino de Graduação (PEEG)

– Monitoria nas Salas Pró-Aluno (salas de informática)

O Regimento Geral da USP trata do assunto nos artigos 208 e 209 (veja o Título VII – “Do Corpo Discente”).

BOLSAS EM ENSINO, PESQUISA OU EXTENSÃO

Programa Unificado de Bolsas de Estudos para Estudantes de Graduação (PUB)

INTERCÂMBIOS NO EXTERIOR

Existem basicamente dois tipos de intercâmbio de graduação no exterior: APROVEITAMENTO DE ESTUDOS e DUPLO DIPLOMA

TRANSFERÊNCIA INTERNA

Você quer trocar de curso? Veja as regras.

Texto criado em 22/2/2017 por Augusto Camara Neiva (CCB-Poli-USP). Este é um site de apoio, não oficial, sem atualização automática dos dados. Verifique sempre em fonte oficial se eles estão atualizados.

Tradicionalmente se afirma que a Universidade se apoia sobre um tripé: ensino, pesquisa e extensão. Como “extensão” entende-se, em geral, “extensão de serviços à comunidade”.

Conheça as atividades de Cultura e Extensão e atividades extracurriculares organizadas pelos alunos

A Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária (PRCEU) menciona em seu site: “…. A extensão universitária é uma credencial de excelência, porque somente universidades com história e altos índices de qualidade no âmbito da pesquisa e do ensino podem repassar à sociedade, em forma de serviços ou ensinamentos, o conhecimento acumulado em todas as áreas. É o traço que melhor caracteriza o perfil de universidade pública, entendida esta como instituição a serviço da coletividade. …”

Na Poli, há entidades que oferecem cursos de extensão, como o PECE e a Fundação Vanzolini. Existem também duas entidades ligadas à PRCEU que são coordenadas por docentes da Poli: a Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares (ITCP) e o Núcleo de Apoio à Cultura e Extensão – Núcleo de Economia Solidária (NACE-NESOL).

Existem ainda na Poli várias outras iniciativas claramente voltadas à comunidade, como o Poli-Cidadã, o Poli-Social, os Cursinhos Populares de São Paulo e de Santos, o projeto Matemática em Movimento, o Escritório Piloto, a Poli Júnior, o Bandeira Científica, etc.

Na Poli, além disso, tornou-se prática denominar como “Grupos de Extensão” um conjunto de grupos voltados a desafios tecnológicos diversos. Uma LISTA AMPLA destes grupos é apresentada na edição de fevereiro de 2017 de “O Politécnico”, do Grêmio Politécnico.

A lista inclui também vários outros tipos de atividades, como, por exemplo:

– grupos ligados a atividades artísticas ou à integração entre arte e tecnologia

– grupos ligados a atividades esportivas

– jornais estudantis

– coletivos voltados a questões raciais, de gênero, de diversidade sexual, etc.

– entidades voltadas a aproximação do Politécnico com diversas áreas da Engenharia, de Consultoria, etc

Veja também:

Serviço de Cultura e Extensão da Poli.

Comissão de Cultura e Extensão da Poli.

Texto criado em 22/2/2017 por Augusto Camara Neiva (CCB-Poli-USP).

(dados eventualmente não-atualizados – consulte fonte oficial)

Os grupos voltados a atividades artísticas e esportivas na Poli já foram citado na página sobre os Grupos de Extensão, na lista criada por e autoria de Rafa Baldy. Na presente página, vamos simplesmente listá-los separadamente:

ESPORTE

Atlética: são 30 modalidades diferentes para você escolher qual esporte praticar. Isso tudo sem falar da gestão da Atlética, em que você pode organizar campeonatos, festas, criar artigos personalizados e muito mais! Venha participar, nos reunimos todas as segundas-feiras, às 11h, na nossa sede.

Peste Negra: torcida organizada da Poli, responsáveis pelos gritos, bandeiras, bebidas e tudo que é daora nos jogos!

ARTE

FCAP: Frente de Cultura e Arte da Poli

Acappolli: grupo de pessoas que amam cantar em qualquer lugar. Qualquer lugar MESMO.

Amudi: é um grupo que se expressa artisticamente através de projetos que usam a tecnologia de forma lúdica.

Babel: prosa. Poesia. Pintura. Desenho. Fotografia. Produz ou aprecia? Seu lugar é na Babel!

GTP: o famoso Grupo da Tilápia Paranaense. OBS: não confundir a sigla com a do Grupo de Teatro da Poli!

Poli Dance: grupo de danças de salão e de jazz com aulas abertas à toda comunidade USP.

Rateria: “a melhor bateria universitária do universo!” Venha tocar com a gente, não precisa saber tocar! Ensinamos do zero.

Página criada em 22/2/2017 por Augusto Camara Neiva (CCB-Poli-USP).

(dados eventualmente não-atualizados – consulte fonte oficial)

O código de Ética da USP assinala infrações referentes a cola e plágio, que são passíveis de punição. Elas são previstas no artigo 23, inciso II:

Artigo 23 – É vedado aos membros do corpo discente e demais alunos da Universidade:

I – prolongar indevidamente o período de formação acadêmica ou manter matrícula com o objetivo de utilizar as estruturas da Universidade;

II – lançar mão de meios e artifícios que possam fraudar a avaliação do desempenho, seu ou de outrem, em atividades acadêmicas, culturais, artísticas, desportivas e sociais, no âmbito da Universidade, e acobertar a eventual utilização desses meios.”

Verifique a versão atual deste título.

O docente tem obrigação de denunciar (artigo 16, inciso V):

Artigo 16 – Deve, ainda, o docente:

V – denunciar o uso de meios e artifícios que possam fraudar a avaliação do desempenho discente;

…”

Verifique a versão atual deste título.


As infrações serão apuradas e os resultados enviados às autoridades competentes (Artigo 39):

Artigo 39 – A Universidade criará uma Comissão de Ética com as atribuições de:

I – conhecer das consultas, denúncias e representações formuladas contra membros da Universidade, por infringência às normas deste Código e postulados éticos da Instituição;

II – apurar a ocorrência das infrações;

III – encaminhar suas conclusões às autoridades competentes> para as providências cabíveis;

…”

Verifique a versão atual deste título.

Veja o código inteiro.

Em 2016, foi detectado um esquema de cola na Poli. Veja uma notícia na imprensa.

Calculadoras e celulares nas provas: leia a portaria DIR-2110 da Poli.

Texto criado em 22/2/2017 por Augusto Camara Neiva (CCB-Poli-USP).

(dados eventualmente não-atualizados – consulte fonte oficial)

Em um ano, 55 toneladas de recicláveis, 3400 lâmpadas recicladas – com retirada do mercúrio -, e muito mais. É o Poli Recicla que dá conta disto.

Você sabe como reciclar?

Poli Recicla no site da Poli

Poli Recicla no facebook

Texto criado em 9/2/2018 por Augusto Camara Neiva (CCB-Poli-USP).

Conheça o programa de bolsas e mentoria da organização de ex-alunos da Poli, Associação dos Engenheiros Politécnicos (AEP), o Retribua.