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Água de lastro radioativa do Japão pode contaminar portos do Brasil

Por sua localização, o Japão encontra-se numa das mais intensas rotas do transporte marítimo do mundo, com milhares de navios circulando.

A comunidade marítima internacional deveria criar uma zona de exclusão para a coleta de água de lastro de navios no Mar do Japão (principalmente próximo à usina nuclear de Fukushima), até que seja controlado o despejo de água radioativa no mar. A recomendação está num artigo assinado pelo professor Dr. Rui Carlos Botter e pelo mestre e doutorando Newton Narciso Pereira, do Departamento de Engenharia Naval e Oceânica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), em conjunto com o engenheiro naval e consultor Geert Jan Prange. O objetivo deles com o texto Zona de exclusão para lastro radioativo é chamar a atenção para o problema, que começou no dia 11 de março, quando a usina foi atingida por um terremoto seguido de um tsunami.

Pesquisadores da Poli lançam livro sobre a indústria da construção naval brasileira

Foi lançado no final de outubro o livro “Análise da competitividade da indústria marítima brasileira e um panorama do setor de cabotagem no Brasil e no exterior – Uma visão da construção naval brasileira e seus principais atores”. A publicação é resultado de um estudo pioneiro patrocinado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) que contou com a participação de pesquisadores do Departamento de Engenharia Naval e Oceânica (PNV) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP).