IAG promove seminário online sobre “Utilização de métodos geoelétricos para identificação de corpos de barita na região do Vale do Ribeira”

Data: 07/05/2020

Hora: 16h30

Seminário on-line

Google Meet: https://meet.google.com/rkv-wfjf-cye

Transmissão: https://www.youtube.com/channel/UCwMcesUpF_V9X43PcSEVhOQ/live

É gratuito e não é necessária a inscrição prévia

Palestrante

Fabiana Lasmar

Mestranda do Departamento de Geofísica

IAG/USP

 

Título

 

“Utilização de métodos geoelétricos para identificação de corpos de barita

na região do Vale do Ribeira”

Resumo

A barita (BaSO4) é um mineral industrial, utilizado principalmente na indústria petrolífera,no fluido de perfuração, e apresenta uma densidade elevada (4,48g/cm³) quando comparado aos silicatos. A princípio, devido à alta densidade desse sulfato, se propõe como método para sua prospecção a gravimetria, mas em razão da pequena  espessura dos veios, a resolução do método não é eficiente (Bhattacharya et al., 1974). Assim, propõe-se a utilização dos métodos elétricos de resistividade (acoplamento galvânico e capacitivo) e polarização induzida em corpos mineralizados na região do Vale do Ribeira, com objetivo de avaliar o potencial da geofísica na identificação do minério. A região do Vale do Ribeira tem um histórico de mineralização polimetálica, além de importantes ocorrências de barita e fluorita, compredominância de depósitos do tipo SEDEX. Os ensaios realizados na área de  têm o objetivo de avaliar a resposta geofísica em corpos mineralizados conhecidos. Com esses resultados é possível desenvolver uma metodologia para prospecção de corpos de barita com métodos elétricos. É importante salientar, que só é possível a distinção de bens minerais, desde que esses apresentem um contraste com a rocha encaixante da propriedade física estudada. Os resultados preliminares dos estudos realizados nos afloramentos mostram que é possível distinguir os corpos de barita por meio da resistividade. Os corpos de barita são muito mais resistivos (>> 8.000 ohm.m ) que os xistos e quartzitos (valores normalmente menores que 4.000 ohm.m).