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Tudo se recria

Pesquisadores da Poli desenvolvem areia reciclada a partir de entulho de edificações. Material original, que é essencial na construção civil, está se tornando escasso e mais caro nas grandes cidades do Brasil.

Legislação brasileira surgiu após incêndios de grandes proporções em SP

 

A primeira regulamentação sobre segurança contra incêndio surgiu no Brasil em meados de 1975, após a ocorrência dos incêndios dos edifícios Joelma e Andraus, em São Paulo. A partir de então a legislação vem sendo constantemente modernizada, exigindo, entre outras medidas, que sejam adotadas nos projetos de edifícios altos a compartimentação horizontal e vertical. Para tanto, são utilizados dispositivos, como portas corta-fogo, no interior dos edifícios, e peitoris e marquises nas fachadas. Com isso, em uma eventual situação de incêndio, é possível impedir que o fogo, iniciado em um determinado andar, se alastre para os demais.

Poli é referência em engenharia de segurança contra incêndio

Apesar de existir há mais de 20 anos, a legislação referente à segurança em situação de incêndio não é seguida à risca no País porque muitos dos responsáveis por executar e fiscalizá-la não têm condições técnicas para realizar esses procedimentos, avalia o professor Valdir Pignatta e Silva, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP). Docente do Departamento de Engenharia de Estruturas e Geotécnica (PEF), Silva é um dos principais especialistas dessa área no Brasil.

Estruturas à prova de incêndio

Escola Politécnica celebra acordo com a Escola de Engenharia da USP de São Carlos e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para a construção de um forno horizontal de pesquisa de resistência de estruturas ao fogo.

Antecipando as demandas do setor de transportes

O Grupo de Análise de Segurança (GAS), do Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais (PCS) da Escola Politécnica, também analisa os riscos de tecnologias que mais dia menos dia serão implantadas no Brasil.

Risco controlado

Há mais de 30 anos pesquisadores da Poli trabalham para desenvolver metodologias de segurança e análise de riscos de sistemas automatizados em transporte coletivo.