"a PESQUISA TEM CAPACIDADE DE NOS FORTALECER COMO SOCIEDADE"

Giovana Costa, aluna de graduação da Poli-USP, teve a oportunidade de visitar a Rutgers University, dos Estados Unidos, como uma premiação por sua pesquisa

Por: Tainah Ramos

A estudante do último ano de engenharia ambiental da Escola Politécnica (Poli) da USP, Giovana Costa, realizou uma pesquisa durante a graduação, e após apresentá-la em um evento científico, foi selecionada para uma viagem internacional. A jovem conta sua experiência com a iniciação científica, como é chamada a pesquisa desenvolvida durante a graduação, e as possibilidades que se abriram com isso, de um modo que ela nunca havia imaginado “Conhecer a Rulgers University, em Nova Jersy, me enriqueceu em diversas maneiras. Vivi experiências incríveis lá que, além de acrescentarem conhecimentos acadêmicos e cultural, contribuíram também para o meu desenvolvimento pessoal. Fiquei encantada com as pessoas que eu conheci. A ponte oferecida pela Pró-Reitoria de Pesquisa é uma ótima forma de difundir conhecimento, fazer contatos que enriqueçam as frentes de pesquisa e trocas entre as universidades, além da abertura para futuras oportunidades”.

Além disso, ela ressaltou a importância da pesquisa para o desenvolvimento da sociedade e para a melhoria da qualidade de vida das pessoas. “Também pude reconhecer a USP como uma forte entidade produtora de conhecimento que não foge dos padrões de pesquisa internacional. Vejo a pesquisa como uma forma de devolvermos para sociedade aquilo que é investido em nós durante a universidade, a minha escolha ao pesquisar sobre tratamento de efluentes e resíduos sólidos foi pelo propósito de buscar melhorias na qualidade de vida das pessoas através da engenharia. Nesses sete dias em contato com as mais diversas áreas do conhecimento, pude ter a certeza  da capacidade que a pesquisa tem em nos enriquecer e fortalecer como sociedade, e como o conhecimento deve ser universal e difundido a todos”.

Giovana participou do Simpósio Internacional de Iniciação Científica e Tecnológica da USP e desenvolveu o tema “Tratamento do lixiviado de aterros sanitário utilizando um filtro biológico microaerado de fluxo ascendente”, orientada pelo professor Ronan Contrera e com a colaboração do doutorando Matheus Ribeiro.