Professor da Poli dá nome à turma de engenharia ambiental da Universidade do Estado do Pará

Luis Enrique Sánchez é docente da Escola Politécnica da USP desde 1990, tendo dedicado suas atividades em áreas de planejamento e gestão ambiental

Luis Enrique Sánchez, Professor Titular da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), foi escolhido pelos formandos de graduação em Engenharia Ambiental da Universidade do Estado do Pará (UEPA) para nomear a turma que se graduou no dia 25 de janeiro, em Marabá, PA. O docente é autor do livro “Avaliação de Impacto Ambiental: Conceitos e Métodos”, utilizado em cursos de Engenharia e de Gestão Ambiental em várias universidades brasileiras e, em 2015, foi patrono da turma de Gestão Ambiental da ESALQ-USP.

A recém-formada engenheira ambiental e representante da turma, Tathiane Silva, relata que foi uma honra escolher o nome do docente da USP. “Todos concordaram que, como profissional, mesmo que pertencendo à uma outra engenharia, contribuiu significativamente para nossa formação. Sua literatura serviu como uma base extremamente importante ao longo dos cinco anos de curso, e ficamos imensamente gratos por ter aceitado participar conosco desse momento, ainda que indiretamente, com palavras de motivação e inspiração”.

O professor Luis Enrique Sánchez iniciou a carreira docente na Poli-USP em 1990, tornou-se professor titular em 2005, e suas atividades de docência e pesquisa concentram-se em áreas de planejamento e gestão ambiental. Graduado em Engenharia de Minas e em Geografia, ambos pela USP, concluiu seu doutorado em economia dos recursos naturais na Escola de Minas de Paris, em 1989. Desde 1992 é membro da International Association for Impact Assessment (IAIA), entidade da qual foi diretor (1998-2001) e presidente (2012-2013). É autor, entre outras obras, de “Desengenharia: o Passivo Ambiental na Desativação de Empreendimentos Industriais” (Edusp, 2001) e de mais de 40 artigos em periódicos acadêmicos. Os mais recente são: “Por que não avança a avaliação ambiental estratégica no Brasil”, Estudos Avançados 31(89): p. 167-183, 2017, e “O que diz a pesquisa acadêmica sobre avaliação de impacto e licenciamento ambiental no Brasil?”, Ambiente & Sociedade 20(1): 245-278, 2017.