O professor Luis E. Sanchez participou de um painel sobre mineração e conservação da biodiversidade como parte do Congresso Mundial de Conservação da União Internacional de Conservação da Natureza

No dia 6 de setembro, no Congresso Mundial de Conservação da IUCN, evento online com sede principal em Marselha, na França, especialistas debateram sobre os diferentes atores envolvidos e impactados pela mineração e as formas de reduzir os riscos para a humanidade e a natureza. Há uma demanda crescente por minerais e metais, devido, em parte, à transição para uma economia de baixo carbono, que poderia ameaçar áreas terrestres e marinhas protegidas, bem como santuários de biodiversidade.

“Nenhuma mina é uma ilha. Infraestrutura adicional é necessária para abrir novas minas e transportar suas saídas. Este simples fato tem duas implicações importantes. Em primeiro lugar, a construção dessa infraestrutura pode ter um impacto direto nos valores da biodiversidade. Em segundo lugar – e mais importante em muitas regiões – essa infraestrutura abre caminho para perdas adicionais, pois facilitam tanto o desenvolvimento de novos e ilegais ações prejudiciais, como a exploração madeireira”, disse Luis Enrique Sánchez, professor da Escola Politécnica (Poli) da USP.

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