Mulheres nas áreas STEM da USP e a busca pela equidade

Em junho deste ano, aconteceu o segundo seminário Australia-Brazil Women’s Research Engineers Network (WREN), que teve como título Fostering success for women in Engineering: Striving for Gender Equity. O Escritório USP Mulheres atuou como parceiro e promotor do evento, que teve como palestrantes os diretores das escolas de engenharia e dirigentes de órgãos voltados às políticas de equidade, diversidade e inclusão da Universidade de Wollongong, na Austrália, e da Universidade de São Paulo.

 

Como representantes da USP, o encontro teve, além da minha participação como coordenadora do Escritório USP Mulheres, os diretores das nossas três escolas de Engenharia: Liedi Légi Bariani Bernucci, a primeira mulher diretora da Escola Politécnica; Silvio Silvério da Silva, diretor da Escola de Engenharia de Lorena; e Edson Cezar Wendland, diretor da Escola de Engenharia de São Carlos. Foi, portanto, um dia histórico em que os dirigentes dessas importantes escolas estiveram juntos discutindo e difundindo iniciativas e programas de acesso, permanência e progressão das mulheres na Universidade nas áreas de engenharia, considerando as barreiras enfrentadas na academia e na sociedade.

 

Na oportunidade, como coordenadora do Escritório USP Mulheres, apresentei as contribuições do órgão para a promoção da equidade na USP – entre elas, as nossas pesquisas e geração de dados, que permitem conhecer a realidade para, então, transformá-la. A área de pesquisas do USP Mulheres, em parceria com o Escritório de Gestão de Indicadores de Desempenho Acadêmico (Egida), tem feito estudos sobre a configuração da participação das mulheres na USP. No evento, trouxemos os números das mulheres nas áreas STEM – sigla em inglês para “Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática”. Cabe-me, pois, compartilhar aqui essas informações com toda a comunidade acadêmica, aproveitando que o Escritório USP Mulheres comemora, neste mês de agosto, cinco anos da sua criação formal e vem procurando avaliar trajetórias e planejar um futuro mais equânime em nossa Universidade.

Leia o artigo de Maria Arminda do Nascimento Arruda ao Jornal da USP na íntegra.