Professor da Poli comenta sobre nova geração de robôs domésticos em reportagem da Veja

O exemplo mais recente da nova fase de robôs é o Astro, apresentado recentemente pela empresa norte-americana Amazon. O aparelho, que ironicamente recebeu o nome do cachorro da Família Jetson (desenho popular dos anos 60 que imaginava a humanidade e as inovações tecnológicas do futuro), possui sensores baseados em algoritmos que o tornam habilitado para aprender com a experiência. Por conta de sua capacidade de desviar de obstáculos e do seu conjunto de câmeras, ele consegue se movimentar livremente pela casa e transportar pequenos objetos de um ponto a outro.

Astro também é eficaz para monitorar ambientes e pode transmitir ao vivo o que acontece dentro de casa e emite alarmes se houver algo errado. Sua inteligência artificial é a mesma que equipa a assistente virtual Alexa e a exemplo dela, Astro interage com outros dispositivos eletrônicos, como smartphones, TVs e caixas de som. Segundo a Amazon, o equipamento começará a ser vendido nos Estados Unidos ainda neste ano, por aproximadamente 1000 dólares. 

“O desejo do ser humano por dispositivos capazes de executar, de forma autônoma, as tarefas cansativas do dia-a-dia sempre existiu”, afirma Oswaldo Horikawa, professor da Escola Politécnica (Poli) da USP e especialista em engenharia mecatrônica. “Hoje em dia, dispomos de uma abundância de recursos tecnológicos cada vez mais compactos, eficientes, poderosos e baratos, que aproximam esse sonho da realidade.”

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