Professor da Poli publica artigo sobre a Lei de Inovação Estadunidense

Guilherme Ary Plonski, diretor do Instituto de Estudos Avançados (IEA), professor da Escola Politécnica (Poli) e da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, e Carlos Américo Pacheco, diretor-presidente da Fapesp, escreveram o artigo “Bye Dole, Bayh-Dole” para a Folha de S.Paulo.

A matéria fala sobre a lei Bayh-Dole, de 1980, comumente referida como Bayh-Dole Act, a qual foi criada pelos senadores estadunidenses Robert (Bob) Dole, do partido republicano, e Birch Bayh, do partido democrata. A lei concedia a titularidade das patentes de pesquisas financiadas pelo governo federal para as universidades, e as encorajava a transferir essas tecnologias para a indústria. Além dos EUA, essa lei inspirou a política tecnológica de vários países.

“Não foi diferente no Brasil, embora tenham se passado 20 anos até que tenhamos proposto, na Conferência de Ciência, Tecnologia e Inovação de 2001, a nossa Lei de Inovação, finalmente aprovada em 2004. Ela não copia o Bayh-Dole Act, mas nele se inspirou. Valoriza a parceria público-privada para inovação, estimulando diferentes formas de articulação entre ciência e indústria”, explica o artigo. “Assim como havia ocorrido nos EUA, levou à multiplicação dos Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) nas universidades e institutos de pesquisa, que hoje são 220”.

Leia o artigo na íntegra.