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Sonhos virtuais

Após participar de diversas competições, ex-aluno da Escola Politécnica da USP  vai trabalhar na Microsoft,

O virtual mais próximo do real

Na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP) inovação se faz desde a graduação. Exemplo disso é o trabalho de conclusão de curso de Keila Keiko Matsumura e Roberto Sonnino, que mereceu o prêmio de melhor projeto do curso de Engenharia de Computação no ano de 2011. Ambos desenvolveram um sistema que possibilita manipular imagens em 3D usando apenas as mãos e comandos de voz. A inovação, neste caso, consistiu na interação com um objeto em 3D de uma forma muito próxima da holografia, sem nenhuma ajuda de elementos gráficos ou de texto, tais como ícones, cursores e menus.

Interação virtual

Uma tese de doutorado, defendida na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), resultou num sistema que permite que computadores reconheçam gestos feitos com uma ou com as duas mãos de uma pessoa. Desenvolvido pelo então aluno de pós-graduação do Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais (PCS), João Luiz Bernardes Júnior, o trabalho tem como objetivo melhorar a interação em aplicações 3D, principalmente aquelas voltadas para o ensino e o entretenimento. Ele se insere num contexto em que o interesse dos pesquisadores pela possibilidade de interagir com computadores usando as próprias mãos e gestos tem crescido cada vez mais. O trabalho foi orientado pelo professor Romero Tori.