Nanotecnologia contra corrosão
Nanotecnologia contra corrosão
Pesquisa da Poli-USP promove autorreparação de sistemas de pintura utilizados na área de transporte e armazenamento de Petróleo e Gás.
Uma pesquisa de mestrado da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) lançou mão da nanotecnologia para resolver um velho problema dos sistemas de transporte e armazenamento de petróleo e gás: a corrosão. Muitas vezes expostos ao ambiente, esses equipamentos sofrem com o passar dos anos processos corrosivos, comprometendo a qualidade e a segurança do serviço de armazenamento e transporte de petróleo e gás.
Robôs que entendem emoções humanas
Robôs que entendem emoções humanas
Pesquisa da Poli abre caminho para que computadores compreendam a conotação emocional da fala e reações.
Preservação ambiental

Preservação ambiental
Vencedora do Prêmio Petrobrás de Tecnologia, pesquisa da Poli proporcionou redução de até 60% no consumo de água em refinarias de petróleo e derivados.
Um projeto da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) proporcionou redução de até 60% no consumo de água em refinarias de petróleo e derivados. A conquista deste patamar, sem acréscimo de impacto ambiental ao processamento de petróleo e gás, foi objeto da pesquisa de mestrado do engenheiro químico Victor Sette Gripp, do Departamento de Engenharia Química da Poli. O trabalho recebeu o prêmio Petrobras de Tecnologia na categoria “Tecnologia de Preservação Ambiental”. Gripp recebeu a orientação do prof. doutor Luiz Kulay, do mesmo Departamento.
Coração brasileiro
Coração brasileiro
Poli e Dante Pazzanese desenvolvem coração artificial e bomba cardíaca – uma tecnologia nacional que irá substituir os caros dispositivos importados.
Quando e onde
Quando e onde
Modelo teórico, desenvolvido por pesquisadores da Poli, ajuda a desvendar terremotos.
Uma equipe de pesquisadores, com participação de um cientista da Poli-USP, criou um modelo teórico que abre caminho para prever terremotos com maior precisão. A pesquisa foi publicada na revista Physical Review Letters e repercutiu na área de comentários do editor da Science, um dos mais respeitados periódicos científicos do mundo.
A pesquisa figurou na Science por resolver um velho dilema das pesquisas experimentais sobre o manto inferior da Terra, camada que fica entre 600 e 2900 km de profundidade. Alguns resultados experimentais sobre a elasticidade do manto contradiziam os outros, não havendo consenso absoluto. Agora, o modelo teórico cocriado por João Justo, professor no Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos da Poli-USP, que fez parte da equipe da pesquisadora brasileira Renata Wentzcovitch, da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, uniu as duas pontas.