Viver a Poli transcende a vida acadêmica

              Por Tainah Ramos

Uma universidade é mais que seus cursos dentro da sala, sua vivência é importante, porque representa um período único da vida. Na foto, um calouro visita o Instituto de Pesquisas Tecnológicas, uma atividade da Semana de Recepção.

Seria a Escola Politécnica (Poli) da USP apenas seus cursos de Engenharia?

Com certeza, não. A Poli é também suas atividades de extensão, é esporte, é música, é dança, é diversidade de ideias. A imagem foi retirada do Facebook do Poli Dance e representa um de seus bailes.

Por isso, fazer Poli pode ser também cantar. Este é o Acappolli, o grupo de canto a cappella da Poli, em uma de suas performances, na Semana de Arte da Poli, conhecida como SAPO.

Também é ser atleta. A Associação Atlética Acadêmica Politécnica possui 30 modalidades e mais de 500 atletas. Esta é uma foto do dia em que o time masculino de rugby da Poli foi campeão paulista.

Talvez muitos nem saibam, mas quando você entra na Poli, você pode se tornar um batuqueiro. A Rateria cria um ambiente de integração e acolhimento. (Imagem retirada do Facebook da Rateria).

São também inúmeros grupos de extensão, que demonstram envolvimento tanto com atividades de engenharia para participar de competições, quanto com questões sociais e ambientais. Na foto, o USP Mining Team, grupo composto por alunos da Poli e de outros institutos, em uma competição na cidade Virginia (EUA).

Um grupo para fazer a recepção de alunos estrangeiros e para preparar nossos alunos para a vida no exterior. O iPoli promove eventos como o Dia do Bem-Vindo para receber os intercambistas.

Vários coletivos engajados, como os coletivos feministas, LGBT+ e étnicos. (Imagem retirada da página Poligen no Facebook).

Falando em representação acadêmica e política, há diversos centros acadêmicos e o Grêmio Politécnico é muito atuante. Na Semana de Recepção deste ano, o Grêmio convidou o reitor, Vahan Agopyan, e o professor Fernando Haddad para debaterem o futuro da universidade pública.

Gosta de Arte? A Poli tem sua Semana de Arte. A foto traz uma emocionante apresentação do Acappolli na SAPO de 2018.

Luta por um espaço plural? A Poli tem sua Semana de Diversidade. Esta foto representa uma das conversas trazidas pelo evento em 2017.

Os secundaristas revigoram o ar da universidade nas visitas monitoradas. Imagem de “USP e As Profissões” deste ano. Os alunos e professores ajudam os vestibulandos a fazerem a decisão de suas carreiras.

A solidariedade politécnica começa na primeira semana da graduação. O grupo Poli Social, que promove diversas atividades neste sentido, promove a doação de cabelos e a pintura de uma escola pública.

A prática de projetos de engenharia integra politécnicos de diversas áreas. Na foto, os alunos do Poli Racing apresentam o seu projeto aos calouros na recepção.

Entre diversas atividades promovidas e apoiadas, o Poli Cidadã realiza uma oficina de brinquedos com crianças de uma escola pública próxima ao campus.

 

A atividade é promovida com o Centro Acadêmico de Engenharia Mecânica e Mecatrônica.

A Poli é formada por pessoas e pelas relações construídas aqui. Fotografia tirada após as apresentações dos projetos de formatura do Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais.

Nesta foto, os funcionários se uniram para comemorar os aniversariantes do mês. A diretoria se preocupa em integrar os funcionários, responsáveis pelas rotinas administrativas da Escola. Ao todo, trabalham na escola 394 funcionários e 424 professores.

Existe amor pela Engenharia, e ingressar em um curso de engenharia, também é viver a Poli. Calouros e veteranos durante a atividade de integração na Semana de Recepção.

Isso tudo é Poli. Na imagem, o momento do juramento durante a Colação de Grau.