Grupo da USP realiza estudos para subsidiar projeto de lei sobre estocagem de carbono

Sob a coordenação da professora Hirdan Katarina de Medeiros Costa, do Instituto de Energia e Ambiente (IEE-USP), o grupo de pesquisadores realiza estudos para adotarem tecnologias de captura e armazenamento de carbono (CCS, na sigla em inglês) e sobre a etapa de estocagem, considerada a mais sensível de todo o processo. Esse tipo de tecnologia é uma das alternativas para enfrentamento das mudanças climáticas.

O trabalho é conduzido no âmbito do Centro de Pesquisa para Inovação em Gás (RCGI), um Centro de Pesquisa em Engenharia (CPE) constituído por FAPESP e Shell na Escola Politécnica (Poli) da USP.

“Uma empresa que explore por 30 anos um poço de petróleo, por exemplo, dá como encerrada a operação após o descomissionamento – desmonte da infraestrutura e devolução da área ao governo. O mesmo não é verdade quando se trata da estocagem de CO2, porque a obrigação de realizar o monitoramento e a responsabilidade sobre um possível vazamento tendem a se estender após o encerramento da operação, o que impacta os custos no modelo do negócio”, explica a advogada Isabela Morbach, uma das pesquisadoras do grupo, em entrevista à Assessoria de Comunicação do RCGI.

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