Desigualdade socioespacial torna acesso ao emprego um problema crônico em São Paulo

O Centro de Estudos da Metrópole (CEM), em nota técnica, apresentou o indicador de acessibilidade juntamente com medidas possíveis para aumentar o acesso da população de renda às oportunidades de trabalho. A metodologia da pesquisa analisa quantos focos de emprego um morador paulistano pode alcançar estando a uma hora de sua casa. Com isso, foi constatado que apenas 16% das famílias de São Paulo têm acesso a pelo menos metade dos empregos existentes neste intervalo de tempo. 

“Temos uma desigualdade socioespacial bem pronunciada em São Paulo. As famílias com mais baixa renda não têm condição de morar próximas de onde há a melhor infraestrutura da cidade”, aponta Mariana Giannotti, professora da Escola Politécnica (Poli) da USP e coordenadora da Área de Transferência e pesquisadora do CEM.

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