Escola Politécnica da USP

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Deferimento de pedidos de inscrições em departamentos da Engenharia Civil

Eleição para representantes discentes na Escola Politécnica da USP

Em nome do Senhor Diretor, Prof. Dr. José Roberto Castilho Piqueira, informamos o deferimento dos pedidos de inscrições:

Portaria 2242/2017 – Representação discente junto aos Conselhos de Departamento e Comissões Coordenadoras dos Cursos de Engenharia Ambiental e Engenharia Civil – PCC, PEF, PHA e PTR:

CoC Ambiental: Beatriz Gomes de Abdala e Lavia  (Titular) e Rodrigo Collet Camargo (Suplente)

CoC Civil: Wander Luis Ferreira Junior (Titular) e André Pulicano Lacerda (Suplente)

CD PCC:

Pedro Sande de Oliveira (Titular) e Paula Nunes Medeiro (Suplente)

CD PEF:

Mariana de Camargo Dias Vieira (Titular) e Felipe Ribeiro Trevisan Abeche (Suplente)

Marcos Pires Kassab (Titular) e Caio Vinicius de Queiroz Luz (Suplente)

CD PHA:

Diana Rachman de Siqueira (Titular) e Gabriel Brito da Silva (Suplente)

CD PTR:

Catarina Scacciota Sebastião (Titular) e Diego Simão (Suplente)

 

Thunderatz vence competição na China

Com esses resultados, a equipe de robótica da Poli-USP foi convidada a participar de uma nova disputa, também no país, que reunirá os campeões das outras categorias

A ThundeRatz, equipe de robótica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), conquistou o primeiro e o segundo lugar - ouro e prata - em duas categorias na competição FMB World Cup, realizada entre os dias 27 e 29 de outubro, na cidade de Jiaxing, na China.

A competição contou com participantes de países como Holanda, China, Índia e de outro grupo brasileiro da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).

A ThundeRatz conseguiu garantir lugares no pódio com todos os robôs que levou: o REDRUM, da categoria de combate Featherweight (15kg), e Apolkalipse, da categoria de combate Middleweight (60kg). Com o REDRUM, a equipe foi campeã. Já na categoria Middleweight, chegou invicta à final e conquistou o segundo lugar.

Agora, eles se preparam para a etapa que reunirá os campeões da FMB World Cup e será realizada também na China, em janeiro do ano que vem. Além disso, eles participarão de outra competição nos dias 16 e 17 de dezembro, desta vez no Japão. Para ela, foram selecionados dois robôs nas categorias de Sumô 3kg (Autônomo e Rádio Controlado).

O grupo contou com o apoio do Fundo Patrimonial Amigos da Poli, da empresa Micropress, OSG e DVPRO.

 

Poli promove competição para selecionar participantes da primeira hackaton promovida pelo Vaticano

Cinco alunos selecionados na “USP na Vatican Hack” participarão de disputa, que terá com mote as ideias do Papa Francisco sobre uso de tecnologias para melhorar a vida da sociedade e o estímulo da diversidade religiosa

Um grupo formado pela OPTIC Society, com o suporte da Lateran University, Harvard e MIT, está organizando a primeira maratona de programação a ser realizada no Vaticano, e estudantes da Universidade de São Paulo (USP) têm a chance de participar. Isso porque serão escolhidos cinco estudantes de graduação da instituição brasileira, que fará a seleção por meio da “USP na Vatican Hack”, hackaton que ocorrerá nos dias 16 e 17 de dezembro na Escola Politécnica (Poli-USP). As inscrições vão até o dia 1º de dezembro, e podem ser feitas por meio deste link.

 “Participarão do torneio 100 estudantes de 20 instituições de ensino superior ao redor do mundo. O tema já foi definido, mas será divulgado somente durante a competição, que ocorrerá nos dias 9, 10 e 11 de março do ano que vem”, explica Lucia Vilela Leite Filgueiras, docente do Departamento de Computação e Sistemas Digitais (PCS) da Poli, responsável por organizar a hackaton na USP. Os estudantes receberão apoio da instituição na qual estão matriculados para a viagem até o Vaticano e se vencedores, também terão apoio para a realização do projeto proposto.

O evento é voltado para a necessidade de resolução de problemas sociais atuais, e por isso o tema será selecionado entre três assuntos principais: combate ao desperdício, diálogo inter-religioso e migração e refugiados. Portanto, a problemática selecionada no Vaticano não será, necessariamente, a mesma da maratona a ser realizada na USP. “Toda a competição está sendo pensada de acordo com o que o Papa pensa a respeito do uso das tecnologias como ferramentas transformadoras da sociedade”, afirma a professora.

Como participar – Os alunos da USP interessados em ir para o Vaticano passarão por uma seleção que se inicia com a participação na “USP na Vatican Hack”, hackaton promovida pela Poli que conta com o apoio das unidades da Universidade FEA e FAU e que ocorrerá nos dias 16 e 17 de dezembro. Nesses dias, os grupos de cinco pessoas passarão por oficinas e treinamentos para, ao final, apresentarem uma proposta de tecnologia computacional que englobe a questão dos refugiados no mundo. Todo e evento ocorrerá no espaço Samsung Ocean USP, na Poli.

As inscrições podem ser feitas por meio deste link , individualmente ou em grupo (seja ele completo ou não), até o dia 1º de dezembro. É importante lembrar que as equipes deverão ser compostas por dois engenheiros de software, um designer, uma pessoa da área de negócios e outra de qualquer unidade da USP, todas cursando, no mínimo, o sétimo semestre. No formulário de inscrição, todos os candidatos deverão redigir um texto motivacional explicando os motivos que os fazem querer participar da Vatican Hack.

Durante a competição na USP, os estudantes serão avaliados por docentes de diversas unidades – como FAU, Poli e FEA. Depois disso, ainda passarão por mais uma etapa de entrevistas, e só depois serão selecionados para a Vatican Hack. É importante ressaltar que os cinco alunos serão escolhidos individualmente, independentemente de seus grupos e de suas colocações na hackaton do PCS.

“Levaremos em conta, para a escolha dos cinco finalistas, diversos aspectos da personalidade do participante: ele deve ter a qualificação necessária – por isso o recorte mínimo de ano cursado –, uma motivação social verdadeira, sensibilidade e conhecimento sobre as questões levantadas pelo Papa, capacidade para trabalhar em equipe”, aponta Filgueiras. A professora lembra ainda que a organização estimula que as equipes tenham diversidade religiosa.

Eles ainda receberão apoio com passagens – fornecidas pela Poli para os engenheiros de software, pela FAU para o designer, pela FEA para o alunos de negócios e pela Pró-Reitoria de Graduação para o estudante de outro curso –, alimentação e hospedagem – fornecidas pelo Vaticano – durante o evento.

 
 

Método de design de mina amplia produtividade e reduz impacto ambiental em mineradoras

Pesquisa da Poli-USP propõe inovações no desenho, na gestão e na operação das minas e diminui custos de produção, consumo de combustível, e amplia produtividade 

 Um sistema que pode ser aplicado em qualquer mina em funcionamento e que aumenta sua produtividade, reduz seus custos e impactos ambientais foi desenvolvido por um doutorando do Departamento de Engenharia de Minas e Petróleo (PMI) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP). No estudo foi utilizado o conceito de design de mina, uma técnica na qual se faz um amplo estudo do local de produção, levando-se em conta as interações entre seus equipamentos, visando otimizar o consumo energético. Em um dos testes, realizados em uma mina de extração de bauxita na região norte do país, houve uma redução de 14% no consumo de diesel e um aumento de produtividade em 16%.

O resultado foi fruto do projeto de doutorado de Edmo Rodovalho, orientado pelo docente Giorgio de Tomi. A tese foi defendida em 2016, e recebeu uma menção honrosa do Prêmio Capes de Tese e o título de trabalho mais inovador do ano pelo Prêmio Dynamine de Inovação.

Com propostas de modificações na gestão e geometria das minas, Rodovalho conseguiu diminuir os custos de produção em operações de bauxita e minério de ferro ao reduzir o consumo de combustíveis fósseis que contribuem para o efeito estufa, como é o caso do diesel, e ainda aumentar a produtividade das mesmas. “Propus ações que melhorassem a relação das minas com a sociedade, e que focassem na sustentabilidade”, afirmou o pesquisador. A metodologia desenvolvida por ele para ampliar a produtividade das minas e, ao mesmo tempo, reduzir o impacto ambiental da atividade pode ser aplicada à produção de qualquer tipo de minério.

A pesquisa serve como base para trabalhos mais específicos que estão sendo desenvolvidos no Núcleo de Pesquisa para a Mineração Responsável da USP (NAP.Mineração), coordenado pelo professor Tomi, e se destaca por desafiar alguns conceitos frequentes da literatura atual sobre o tema. “Um deles é o de que é muito difícil otimizar a operação de uma mina já instalada e em funcionamento”, explica o pesquisador.

A mineração, principalmente aquela feita a céu aberto, é uma atividade que demanda uma grande quantidade de combustíveis fósseis e, consequentemente, produz gases que contribuem para o efeito estufa na mesma proporção. Isto porque, para a retirada dos blocos de minérios desse local, é necessária uma operação constante, feitas geralmente em veículos de grande porte, como os caminhões.

O pesquisador explica que essa prática remonta à segunda metade do século XX, quando a relação da mineração com o meio ambiente era distinta da relação atual. Para Rodovalho, pesquisas comparando as diferentes opções de transporte e que visem a eficiência energética são mais que necessárias. “Contudo, existem poucos estudos recentes que priorizam essa variável em projetos de mineração”.

Outra questão levantada por ele em sua tese é a grande quantidade de borracha consumida. “O primeiro item que compõe o custo operacional de uma mineração por bancadas é o diesel. O segundo são os pneus”. O pneu acaba se tornando um insumo fundamental das minas a céu aberto devido a sua curta vida útil, causada pelo trânsito constante dos veículos em acessos não pavimentados. A necessidade de troca desses componentes gera um problema grave de descarte adequado, também levantado por Rodovalho em sua tese.

Sobre o método – Para solucionar todos esses gargalos, Rodovalho intercalou períodos de simulações em minas brasileiras com estudos e pesquisa em laboratórios. Ao final, apresentou um novo método de design de mina – estudo do local levando em conta as interações entre seus equipamentos, visando otimizar o consumo energético.

Além disso, também desenvolveu modelos matemáticos que levam em consideração as especificidades de cada local – quantos ciclos de transportes por dia a mina faz, qual a carga dos caminhões, a que velocidade eles transitam, entre outras variáveis – para definir quais delas devem ser alteradas, pensando no menor desgaste possível dos pneus.

O pesquisador explica que a tese foi dividida em três artigos. O primeiro deles foca diretamente em um novo método de design de mina pensando no menor uso de diesel possível. Com simulações em uma mina de extração de bauxita (minério de onde se obtém o alumínio), ele propôs modificações na disposição dos equipamentos a fim de reduzir o percurso que os tratores de esteira, veículos responsáveis por remover rochas que não possuem nenhum valor econômico, fazem. Foi nessa fase do doutorado que Rodovalho conseguiu atingir um aumento de 16% da produtividade do local e economizar em 14% o consumo do combustível.

Em seu segundo artigo, ele estudou a malha viária das minas a fim de simplificá-la. Para isso, levou em conta todos os equipamentos utilizados e qual o melhor posicionamento deles a fim de encurtar o caminho percorrido pelos caminhões para realizar o carregamento. “Estudamos todo o percurso, e levei em consideração até o impacto que as habilidades do condutor do caminhão e do operador da máquina causam”, afirma Rodovalho, que criou metodologias matemáticas para isso.

O terceiro artigo apontou um potencial de redução no consumo de 8,9 toneladas de borracha nas minas por trimestre, mantendo-se todos os padrões de produção. Para isso, ele estudou variáveis como velocidade e carga dos caminhões, e criou uma metodologia matemática que identifica a melhor relação entre elas para a economia de borracha. “Consegui esse resultado com propostas de ações simples, que não exigem a compra de equipamentos novos”, afirma.

A tese pode ser acessada no link http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3134/tde-18012017-151352/pt-br.php.

 

Alunos da Poli e FEA-USP ficam entre as melhores equipes em competição internacional de Supply Chain

Os estudantes de graduação participaram do simulador The Fresh Connection, em que tiveram que tomar decisões relativas ao funcionamento logístico de uma produtora de suco

Os estudantes da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) Rodrigo Sampaio, Guilherme Dualib e Alexandre Niyama, e o aluno da Faculdade de Economia e Administração (FEA-USP) Gabriel Gorgati, garantiram o quarto lugar na “The Fresh Connection APICS Global Student Challenge”, competição internacional de Supply Chain promovida anualmente pela associação norte americana de profissionais de Supply Chain APICS, especializada em pesquisa, certificação e cursos profissionalizantes na gestão de cadeias de suprimentos. A equipe formada por eles, a HandPoli, recebeu a orientação de Cláudio Barbieri da Cunha, professor do Departamento de Engenharia de Transportes (PTR) da Escola.

Os estudantes tiveram que simular a operação logística de uma empresa fictícia que produz e distribui sucos durante seis meses, tirá-la do vermelho, e ainda aumentar seus lucros por meio do simulador chamado “The Fresh Connection” (TFC). A última etapa da simulação reuniu a melhor equipe de cada continente - América do Sul, Europa, Ásia, África, além de nove equipes da América do Norte - e ocorreu em San Antonio, nos Estados Unidos, na qual o time da USP garantiu o terceiro lugar no resultado do simulador (inclusive à frente da equipe que venceu a competição), porém ficando em quarto na colocação geral da competição, em parte por causa da maior dificuldade com o idioma estrangeiro na apresentação oral final que fazia parte da final.

Os participantes contam que, a cada rodada, o nível de dificuldade do jogo aumentava, o que tornava a competição cada vez mais disputada, com os times competidores separados por décimos na pontuação. “Nos dois primeiros rounds não fomos muito bem. Chegamos até a piorar a situação da empresa”, diz Alexandre Niyama. “Fomos a melhor e a pior equipe da competição em rodadas diferentes”, acrescenta Rodrigo Sampaio.

Sampaio conta ainda que conheceu a disputa quando fazia intercâmbio na Suécia. Na época, ele chegou a usar o simulador em aula, e foi o professor do curso que indicou a competição. Ao voltar para o Brasil, já se mobilizou para criar o time e entrar em contato com o professor Barbieri, cujas pesquisas também focam a área de supply chain e logística.

Tentando sobreviver – A “The Fresh Connection APICS Global Student Challenge” foi dividida em três fases. A primeira delas era exclusivamente online, e os membros de cada equipe deveriam trabalhar em conjunto para tentar tirar a empresa do simulador do “vermelho”, indicativo medido por meio da porcentagem gerada pelo cálculo dos lucros sobre os investimentos da empresa, o chamado ROI. Foram quatro rodadas, com duração de uma semana cada, nas quais os integrantes se dividiram nas funções de vice-presidentes de Supply Chain, Vendas, Produção e Compras, cada um com um amplo rol de decisões a serem tomadas.

“O VP de Supply Chain deveria cuidar da gestão de todos os estoques da empresa, desde a matéria-prima até o produto”, afirma Sampaio. “O integrante com esse cargo cuidava da infraestrutura logística da empresa, por exemplo, quanto de área a empresa teria para armazenar as diferentes matérias primas que compra e produtos acabados que distribui”, acrescenta Barbieri da Cunha.

Já o setor de Vendas fechava os contratos com os clientes, prometendo quanto de cada produto iria entregar e em qual prazo período de tempo. A Produção deveria saber controlar o ritmo de fabricação do suco de acordo com os estoques, enquanto a parte de Compras contratava os fornecedores da empresa e decidia as condições de fornecimento. “Ele decidia o fornecedor, prazo, preço e tamanho de lote, mas não quanto comprar”, especifica o professor. 

A cada rodada, os alunos programavam o que consideravam ser as melhores decisões para a indústria, e o jogo então simulava como seria a operação da mesma por períodos que correspondem a um semestre. Por isso, as discussões em grupo e a ajuda do mentor eram tão necessárias. “A decisão de um setor da empresa impactava na produtividade do outro”, explica Sampaio.

Já na segunda fase, o cenário era mais complexo, com mais decisões e opções de produtos, clientes e fornecedores, e manter a empresa apenas fora do “vermelho” não era suficiente. Nela, eles foram ranqueados de acordo com os melhores desempenhos (medido com o ROI), e somente o primeiro colocado em cada continente foi chamado para a final. Mesmo assim, havia um ranking único global. Nessa etapa, a HandPoli chegou a ficar no primeiro lugar mundial.

A final ocorreu nos EUA, e contou com diversas atividades. Além da programação online, os integrantes tiveram também etapas presenciais, como a simulação de reuniões com fornecedores e uma apresentação da estratégia da empresa ao final da competição. Essa etapa durou quatro dias, e a HandPoli garantiu o quarto lugar, sendo a única equipe dentre as finalistas formada exclusivamente por alunos de graduação, que competiram com alunos de pós-graduação e MBA, muitos deles com experiência prévia no mercado profissional.

Com o apoio dos Fundo Patrimonial Amigos da Poli, essa experiência do uso do simulador “The Fresh Connection” (TFC) vai ser introduzida em sala de aula já em 2018, para os alunos de graduação de Engenharia Civil que cursarem a disciplina de Logística e Cadeia de Suprimentos oferecida por Barbieri da Cunha. 

 

Poli-USP promove competição para selecionar participantes da 1ª hackaton promovida pelo Vaticano

Cinco alunos selecionados na “USP na Vatican Hack” participarão de disputa, que terá com mote as ideias do Papa Francisco sobre uso de tecnologias para melhorar a vida da sociedade e o estímulo da diversidade religiosa.

Um grupo formado pela OPTIC Society, com o suporte da Lateran University, Harvard e MIT, está organizando a primeira maratona de programação a ser realizada no Vaticano, e estudantes da Universidade de São Paulo (USP) têm a chance de participar. Isso porque serão escolhidos cinco estudantes de graduação da instituição brasileira, que fará a seleção por meio da “USP na Vatican Hack”, hackaton que ocorrerá nos dias 16 e 17 de dezembro na Escola Politécnica (Poli-USP). As inscrições vão até o dia 1º de dezembro, e podem ser feitas por meio deste link.

 “Participarão do torneio 100 estudantes de 20 instituições de ensino superior ao redor do mundo. O tema já foi definido, mas será divulgado somente durante a competição, que ocorrerá nos dias 9, 10 e 11 de março do ano que vem”, explica Lucia Vilela Leite Filgueiras, docente do Departamento de Computação e Sistemas Digitais (PCS) da Poli, responsável por organizar a hackaton na USP. Os estudantes receberão apoio da instituição na qual estão matriculados para a viagem até o Vaticano e se vencedores, também terão apoio para a realização do projeto proposto.

O evento é voltado para a necessidade de resolução de problemas sociais atuais, e por isso o tema será selecionado entre três assuntos principais: combate ao desperdício, diálogo inter-religioso e migração e refugiados. Portanto, a problemática selecionada no Vaticano não será, necessariamente, a mesma da maratona a ser realizada na USP. “Toda a competição está sendo pensada de acordo com o que o Papa pensa a respeito do uso das tecnologias como ferramentas transformadoras da sociedade”, afirma a professora.

Como participar – Os alunos da USP interessados em ir para o Vaticano passarão por uma seleção que se inicia com a participação na “USP na Vatican Hack”, hackaton promovida pela Poli que conta com o apoio das unidades da Universidade FEA e FAU e que ocorrerá nos dias 16 e 17 de dezembro. Nesses dias, os grupos de cinco pessoas passarão por oficinas e treinamentos para, ao final, apresentarem uma proposta de tecnologia computacional que englobe a questão dos refugiados no mundo. Todo e evento ocorrerá no espaço Samsung Ocean USP, na Poli.

As inscrições podem ser feitas por meio deste link , individualmente ou em grupo (seja ele completo ou não), até o dia 1º de dezembro. É importante lembrar que as equipes deverão ser compostas por dois engenheiros de software, um designer, uma pessoa da área de negócios e outra de qualquer unidade da USP, todas cursando, no mínimo, o sétimo semestre. No formulário de inscrição, todos os candidatos deverão redigir um texto motivacional explicando os motivos que os fazem querer participar da Vatican Hack.

Durante a competição na USP, os estudantes serão avaliados por docentes de diversas unidades – como FAU, Poli e FEA. Depois disso, ainda passarão por mais uma etapa de entrevistas, e só depois serão selecionados para a Vatican Hack. É importante ressaltar que os cinco alunos serão escolhidos individualmente, independentemente de seus grupos e de suas colocações na hackaton do PCS.

“Levaremos em conta, para a escolha dos cinco finalistas, diversos aspectos da personalidade do participante: ele deve ter a qualificação necessária – por isso o recorte mínimo de ano cursado –, uma motivação social verdadeira, sensibilidade e conhecimento sobre as questões levantadas pelo Papa, capacidade para trabalhar em equipe”, aponta Filgueiras. A professora lembra ainda que a organização estimula que as equipes tenham diversidade religiosa.

Eles ainda receberão apoio com passagens – fornecidas pela Poli para os engenheiros de software, pela FAU para o designer, pela FEA para o alunos de negócios e pela Pró-Reitoria de Graduação para o estudante de outro curso –, alimentação e hospedagem – fornecidas pelo Vaticano – durante o evento.

 
 

Chapas de representantes discente em programas de pós e conselho (PQI) tem inscrições deferidas

Deferimento inscrições – Eleições discentes PPGEE e PQI (Conselho e CCP)

Em nome do Senhor Diretor, Prof. Dr. José Roberto Castilho Piqueira, informamos o deferimento dos pedidos de inscrições:

Portaria 2229/2017 – Representação discente de pós-graduação junto ao Conselho de Departamento – CD/PQI e à Comissão de Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química – CCP/PQI:

Chapas deferidas:

Conselho de Departamento – PQI:

  • Suelen da Rocha Gomes (titular) e Tiago Mendes Ferrer (suplente).
  • Juliana Mendonça Silva de Jesus (titular) e Mariana Alves de Carvalho (suplente).

CCP – PQI:

  • Suelen da Rocha Gomes (titular) e Tiago Mendes Ferrer (suplente).

Portaria 2237/2017 – Representação discente junto à Comissão de Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica – PPGEE:

Chapa deferida:

  • Flávio Renê Miranda Pavan (titular) e Leonardo de Paula Carvalho (suplente).

Escola Politécnica da Universidade de São Paulo

 


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