O que fazer para evitar as duas situações de golpe mais comuns no WhatsApp

Para ajudar a driblar a constante clonagem e golpes em contas do WhatsApp, o professor Renato Franzin, da Escola Politécnica (Poli) da USP e pesquisador do Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI), deu dicas aos usuários do aplicativo em entrevista ao Jornal da USP no Ar 1ª Edição. O professor explicou como funcionam os processos para a realização dos crimes e estratégias para se proteger contra tais ataques tecnológicos.

Segundo Franzin, o mais importante é que os usuários prestem atenção às conversas, sobretudo nas fotos do contato, além de verificar se aquele número é um contato incomum em listas de chamada. “O golpista já está bem preparado, ele conhece algum contato seu”, afirma Franzin, que acrescenta que “a vítima não é tanto você ou o seu WhatsApp, mas a pessoa que vai ser contactada”.

Leia a matéria do Jornal da USP na íntegra.